Da torre do horológio! - 26/04/2026
Da torre que abriga o horológio
Sinto o tilintar dos segundos do relógio,
Vejo as horas passarem mui devagar,
Lenta, lenta, lentamente a apoucar.
Parece que o tempo acuou ou parou,
Ou em mim, sua mutação empacou,
O tempo, no presente trás lembranças
Do passado, e todas grandes mudanças.
Até mesmo o horário, que não gira,
Na velocidade de outrora; já não vira,
A hora passa lenta, quase arrastada,
O giro do tempo continua, só é demorado,
Para mim, que já estou velho[S1] e no fim
Tudo é igual, como antes, mas enfim,
Na minha idade as horas se arrastam
E parecem sem fim, e não de afastam.
São Paulo, 26/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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