Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

TROVAS

TROVAS

Não lamento a minha sorte
Se por mim foi escolhida
Nem digo adeus à morte
Quando chegar a partida
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Pus-me a pensar sobre a vida.
Olvidei-me de viver
Com a mente distraída
A vida passou sem ver
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O que será que me leva
A tanto te amar assim,
Que minha alma carrega
O fardo desse estopim
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A idéia dos idiotas
Vem nas asas das gaivotas
A idéia dos poetas
Vem na cauda dos cometas
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Se fui louco em te amar
Fui feliz nessa loucura;
Mas o mais louco... é calar
O amor a essa loucura
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O que a natureza apronta
A cada quatro anos invade,
Hoje, um dia a mais da conta
Que não conta na idade

Porangaba, 29/02/2016  (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Politica/mente falando

Politica/mente falando


Pedi ao Deus poderoso
Coisa de muita valia
Tirar o político maldoso
Deixar só a serventia.

Tire esse ninho de cobras
Que age como urubu
Pro povo, deixam as sobras
Enchem o bolso de tutu

Por isso, que educação
Anda de mal a pior,
Saúde, na proporção
O paciente morre de dor

Que dizer da segurança,
O povo, não tem nenhuma,
Se democracia é esperança
Não há expectativa alguma

Afinal do que nos serve
Essa política maldosa,
Nem quando a chaleira ferve
Tiram os espinhos da rosa!

Conforme sua conveniência
Mudam a lei constantemente,
Mas tem uma, em decadência,
A que protege o adolescente

E o povo já sem paciência
Não aguenta a impunidade
Dos que matam sem clemência
Com alvará da autoridade

E esses políticos manhosos
De novo estão na TV
Promessas falsas aos idosos,
Aos jovens, tiram brevê.

Jogado à própria sorte
Vive este povo ordeiro,
Do trabalho ao transporte
Em cidade sem banheiro

É triste ver nosso povo
Sem amparo, nem guarida
Arroz seco, mais um ovo,
Pra eles, lauta comida !

Não se engane minha gente
Com os marqueteiros, agora
Quem muito fala... só mente,
Joguem essa turma fora !

Vamos limpar as mazelas
Desse labéu infamante
Que pinta com aquarelas
A gestão do governante

Vamos mostrar que o povo
Cansou da corrupção,
Brasileiro, não é bobo
E ama sua nação !

Porangaba, 19/02/2016 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia 

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Despidos de Moral

Despidos de Moral


No inocente desafio a gênese do mal
Transtorno de personalidade nacional
Desvios de percepção despidos de moral
Na conduta dos individuas no poder

Capazes de reduzirem a personalidade
Dos cidadãos a um sentimento de igualdade
Condição social patológica que ao grupo
É imposta, sem levarem em conta o apupo

Da minoria que pode enxergar este fator
Que a longo prazo pretendem impor
E o indivíduo passa a pensar em “nós”, Assim,
de tão coletivizado deixa de pensar em “mim”

Esta mudança está sempre apropriada
A novos conceitos jurídicos, equilibrada
Em novo sistema social a ser concebido
Onde o indivíduo pode dar sua vida por ele

Grupo denominado de ponerogênicos
Cuja melhor denominação; anticívicos
Vez que em plena luz do dia não hesitam
Em reverter a lei a favor, se necessitam

Assim, impondo de maneira lenta e gradual
Vão adequando aos fins do descomunal
A ordem de modo autoritário e irrevogável
Desestabilizando a qualquer custo a nação
Para eles o primordial é personificação

Conclamo aos liberais e conservadores
E a todo aquele que ao país tem amor
A proteger a nação de maléficas instituições
Para não vermos nossos filhos chorar, depois !

Porangaba, 11/02/2016 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia
 

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Na frente da batalha !...

Na frente da batalha !...


Na frente da batalha diuturnamente
Vivemos, expondo nossas vidas à morte.
Dependendo exclusivamente da sorte
Vez que a segurança, nunca está presente.

De pouco adianta prevenção aos perigos
Porque estão em cada esquina, em cada rua
Se o medo apavora; a vida continua,
Nesta batalha, cercados de inimigos

Parece ridículo, sermos vítimas comunitárias
Onde o bom senso deveria prevalecer;
O povo vai perdendo o humor e chega a crer,
Ter uma política altamente discricionária.

Enquanto somos heróis sobreviventes
Parece esquecermos os que tombaram.
E dia a dia, de mais vítimas olvidaram
Os que na batalha ainda estão presentes !


Somos reféns, dentro de nossas casas
Prisioneiros da faculdade de viver,
A plena liberdade que todo o ser
Precisa usufruir. Somos aves sem asas !

Vivemos numa guerra vil e permanente
Porque na guerra conhecemos o inimigo
E nesta batalha o enfrentamos sem abrigo
E sem saber quem é o contendor, certamente !

São Paulo, 03/02/2016
Armando A. C. Garcia 


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