Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quarta-feira, 1 de abril de 2026

A unge do pecado !

A unge do pecado !  -  01/04/2026

 

Amanhece, a escuridão dá lugar à luz

O sol brilha e à claridade nos conduz,

Resplandecente, ao dia se introduz,

E nos leva a pensar, no Criador e na cruz.

 

Que seu filho carregou e se imolou

Mostrando à humanidade que sacrificou,

Para remir o pecado que o mundo gerou

Mas tal pecado, parece que voltou.

 

O mundo, está novamente ensanguentado

Mortes atroz, por furto qualificado,

Filhos matando seus pais, em todo lado

Maridos matando mulheres e namorado.

 

Volta de novo Jesus, que serás crucificado,

O povo não compreendeu o nobre recado,

Se voltares, talvez não sejas consagrado,

Porque impera no povo, a unge do pecado !

 

São Paulo, 01/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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No deserto da angústia !

No deserto da angústia !  -  01/04/2026

 

Acreditaste certamente no seu amor

Ali, depositaste tua confiança e fervor,

Indiferente, ali ergueste tua tenda

Sem sentir o vazio de sua alma nefanda.

 

Na imensa ansiedade, o amor te fulminou

Transpôs a ponte, e ao rio te lançou,

Nesse abismo aberto, no deserto da angústia,

Entre a amargura e a aflição, nem tua tia,

 

Pode dar-te consolo, alívio, consolação

Lenitivo ao teu pobre coração.

Nessa funda agonia debalde nesta vida

Terás o afeto, e a dedicação pretendida.

 

As linhas descompostas neste embate,

Demonstram à saciedade que em ti se abate,

Desespero, confusão; pelo aqui exposto,

E esse amor... será motivo de desgosto !  

 

São Paulo, 01/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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terça-feira, 31 de março de 2026

Será !

Será !  -  31-03-2026

 

Será que devo novamente procurar

Aquela paixão, que marcou e abalizou,

Na imensidade a onda do tempo acuar,

Porque na verdade, nunca me amou.

 

Todavia, o pensamento muda e altera

Quiçá, o vento agora esteja favorável,

Estranha ingenuidade se apodera

Dessa louca paixão inexpugnável.

 

Debruçado nos escombros do tempo

Entre o prazer e o sofrimento atroz,

Disperso, voando no teu passatempo,

Queira Deus, que não sejas tão feroz !

 

Sossego é o que preciso no momento

De um amor afável, meigo e suave,

Acolhedor e de puro sentimento

Sem compaixão, e sem nenhum entrave !

 

São Paulo, 31/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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segunda-feira, 30 de março de 2026

Distância infinita – Miranda

Distância infinita – Miranda – 30-03-2026

 

A uma grande extensão, distância infinita,

Além do mar, fica a terra que me viu nascer,

Crescer e dimanar pela infância bendita

Correndo de bicicleta, sem retroceder.

 

Pelos flancos das arribas, corria a pé,

Diviso ainda hoje, em sonhos tentadores,

As encostas íngremes; botas cheias de chulé,

No peito, a força crescente dos amores.

 

Vejo essa terra adorada esplendorosa

Cheia de viço, sob um céu azul inigualável,

Onde vive uma raça forte e poderosa,

Por sua própria natureza, valente e afável.

 

Queria poder transpor essa amplidão,

Como uma ave voar, voar, nesse diapasão,

Afinando as cordas da guitarra e violão,

Ouvir o fado, onde fulge a emoção.

 

São Paulo, 30/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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Deslumbramento.

Deslumbramento. -  30/03/2026

 

No dia claro... anoitece a minha alma,

Quando eu não te vejo sorridente e calma,

Aguardando a chegada de meu ser.

 

Se te não vejo ansiosa esperando por mim,

Foi algo, ou outro alguém te deixou assim,

E nesse burburinho, tenho medo de perder-te.

 

Quem ama, vê nos negrores o peso que espanca,

Vê pensamentos confusos que a mente tranca,

Aterroziantes e transviamentos emocionais.

 

Quem ama vê, e se fascina em mil desatinos,

E vê apoucar o acanhado caráter bizantino,

Na forte emoção que transforma sua sina.

 

Entre as sombras, o amor perde a florescência       ,

E num momento único, perde-se a sapiência.

E junto com ela, o brilho do deslumbramento.


São Paulo, 30/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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quinta-feira, 26 de março de 2026

Nas asas da descrença ...

Nas asas da descrença ...  -  26/03/2026 

 

Cai a noite, como um fantasma na solidão.

Procurei-te para refugiar-me em teus braços.

Eu encontrei mil e uma, mas tu, não.

Assim, cortavas meus incisivos abraços.

 

Portanto, teu esperançoso e alvissareiro

Acolhimento, restou ativamente frustrado,

Vi-me como o fantasmal, qual cão rafeiro,

Solitário, e à tua vida escravizado;

 

E entre os escombros exalças a doçura.

À medida que fervo na trevosa agrura,

E se apouca, sucessivamente a ternura,

Cai a esperança, dando espaço a amargura.

 

No desejo incipiente e rudimentar, chorei...

Pela elementar angústia e consternação.

Nem sei se bendigo ou maldigo, quando te encontrei.

Nas asas da descrença, coloquei meu coração!

 

São Paulo, 26/03/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Chega a saudade !

Chega a saudade !  -  26/03/2026 

 

Chega a saudade inteiramente incipiente

Não é um mero sonho, é realidade,

Ela se armazena em nossa mente

E chega de surpresa com naturalidade.

 

Trescala o teu perfume e reacende

A candura sutil e perspicaz; quando,

Em saudosas lembranças se acende

A saudade surge na mente voando.

 

São pedaços do passado, quem diria

Que mais tarde, depois de longa ausência,

Voltaríamos a sentir o prazer ou alegria

Como é sabia a Divina providência.

 

São Paulo, 26/03/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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