Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 21 de março de 2026

Nem com ouro

Nem com ouro –  21/03/2026

 

Talvez te veja um dia

Suplicar o meu amor.

E com imensa alegria

Direi Não à tua dor!

 

Na vida, como ela própria

Dá muitos giros e voltas,

É inerente seu circular

Como aves, quando soltas.

 

Talvez então, tu entendas

O estrago que fizeste,

E nem com mil oferendas

O meu amor contiveste.

 

Satisfizeste teu desejo

Trocando de opinião,

Agora, não te desejo,

Nem com ouro em tua mão.

 

São Paulo, 21/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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sexta-feira, 20 de março de 2026

Prevenção !

 Prevenção !  -  20/03/2026

 

Teu Amor que já foi grande

Hoje, é bem, bem pequenino,

Esperemos que se expanda

E deixe de ser menino.

 

Não tem força que resista

Às tuas imprecações,

Por favor não mais insista

Com absurdas opiniões.

 

Novamente, outra vez

Voltas à cena do crime,

Essa tua malvadez

Nem tua alma redime.

 

A mansidão é sublime

E gera tranquilidade,

Deixa que ela te anime

E terás serenidade.

 

Não fujas à prevenção

De evitar um mal futuro,

Pois as dores do coração,

Deixam o homem imaturo.

 

São Paulo, 20/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quarta-feira, 11 de março de 2026

Igual à pobre rosa !

Igual à pobre rosa !  –  11/03/2026

 

Todavia, não há começo sem fim

Nem lembrança, sem o fato ocorrido,

Assim como não há, esperança alguma

Se não houver, a atinente expectativa.

 

Esta, gera ansiedade, dúvida, incerteza

Agastamento, e até apoquentação,

Entretanto, entre a dúvida e a certeza

Há espaço, para autoavaliação.

 

No intento da finalidade afim,

Que ao elo, pretende-se adstringir.

É como a linda rosa carmesim,

Com seus espinhos, pode nos ferir.

 

Minha alma não fala... não fala, mas sente;

A dor pungente, lancinante e dolorosa,

Ao ser cerceada do amor impunemente

Criando espinhos, igual à pobre rosa !

 

São Paulo, 11/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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Frangível... -

Frangível...  -  11/03/2026

 

Lamento a fragilidade de teu amor,

Lamento ser frangível como cristal,

Lamento, mas que resolve afinal,

Se teu amor se foi, e deixou só dor.

 

O lamento, é mais um... um tormento...

Para o meu, já tão sofrido coração.

Não existe mais um pobre argumento,

Que afaste bem longe tua comiseração.

 

Não tiveste um pingo de complacência

Nem prudência, atenção ou prevenção.

Jogaste tudo... na tua reles prevalência,

Tratando-me, como a um mísero cão.

 

A vida gira, e não para de girar

E nas voltas que ela dá, pode alterar,

As emoções, anseios e aspirações

E os sentimentos dos nossos corações.

 

Lamento... e neste profundo lamento,

Digo a mim mesmo... que te lamento.

 

São Paulo, 11/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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terça-feira, 10 de março de 2026

Narrativa real !

Narrativa real ! – 10-03-2026

 

Vou tocando devagar a minha vida

Labutei bastante, quando eu podia,

Agora, limito-me à singela Poesia

Nada ganho, mas distribuo-a à porfia !

 

Ser poeta, é ser na vida criador de emoções,

Levar esperança e consolo aos corações,

Estereotipar memórias e pensamentos,

E de leves palavras, frisar argumentos.

 

Devagar, devagarinho, com amor e carinho

Vou escrevendo um pouco, um poucochinho,

Sobre tudo que a vida encerra, e enreda

Nos seus tortos caminhos, e na vereda !

 

E lentamente já escrevi mais de três mil

Poesias, falando de Deus, de amor, e vil

Sobre as abjetas situações do dia a dia.

Pois a vida, é cheia de mistérios e alegria.

 

São Paulo, 10/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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Quem sabe !!!

Quem sabe !!! -  10-03-2026

 

Quem sabe, Tu não me procures mais

Voas como as andorinhas e pardais,

Trocando de lugar e até de ninho,

Como trocam os enólogos o seu vinho.

 

Talvez, tenha ocorrido nossa despedida

No último encontro que tivemos querida.

Quem sabe, tenhamos terminado, sem adeus

Tu, que eras a bela flor dos olhos meus.

 

Quiçá, se tenha apagado o brilho, o fulgor

Que teu coração dizia sentir no amor,

Ou talvez, fosse um resquício luminoso

Esse moroso esplendor, tão misterioso.

 

Talvez, nunca se sabe, o que pode ocorrer

Na ideia e no pensamento de cada ser,

Quem sabe seja um mero pensamento,

E tu, continuas firme, no amor e sentimento.

 

São Paulo, 10/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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segunda-feira, 9 de março de 2026

Incógnita !!!

Incógnita !!!  -  09-03-2026

 

Não sei, não sei, mas gostaria de saber

Até onde teus sentimentos se expandem,

Em quais horizontes se ocultam e escondem,

Confesso, que gostaria de os conhecer.

 

Todavia, tu escondes sempre as emoções

Os anseios, as vontades e caprichos,

Não sei, não sei, quais determinações

Ou se temes confusão dos vis buchichos.

 

Entretanto, aguardarei o tempo todo

Até que um dia, tu me possas revelar,

O mistério que envolve esse engodo

Que tanto relutas, e resistes em falar !

 

Não sei, não sei, e tu igualmente

Leitor, também, não, não, o saberás,

Porque ela. mui respeitosamente

Só a mim, a mim, num cochicho o dirá !

 

São Paulo, 09 de março de 2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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