Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Pisaste meu coração ! - 09/07/2026

Pisaste meu coração !  -  09/07/2026

 

Talvez te encontre um dia

Suplicando o meu amor,

Quem sabe tua ironia

Sublevará esta dor !

 

A vida tem dessas coisas,

Tudo poderá acontecer,

Se não sabes onde poisas

Poderás te abater !

 

No auge de tua vida

Pisaste meu coração,

Na tremenda invertida

Sofreste pela ingratidão.

 

No vitupério ultraje

Horrenda forma de agir,

Tu, parecias selvage

Tentando me destruir.

 

Os dias foram passando

O tempo tudo consome,

Fiquei-te observando

Vi, que trocaste de nome.

 

Selvage ou selvagem: O mesmo significado

 

São Paulo, 09/07/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Espero colher Felicidade ! - 08/07/2026

Espero colher Felicidade !  -  08/07/2026

 

Se em ti, eu planto amor,

Espero colher Felicidade,

Não quero lastimar a dor

Quero amor pra eternidade.

 

Teu amor dá-me alegria

Satisfação e prazer,

Não faças dele fantasia

Nem o deixes esmorecer.

 

Certamente, amar-te-ei

Pelo voo de meus dias,

E sempre prolongarei

Meu desejo de te amar !

 

Espero ver contribuído

Meu desejo e aspiração,

Que ao meu, seja teu sentido

Nas entranhas do coração !

 

São Paulo, 08/07/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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Trona pelos ares ! - 08/07/2026

 

Trona pelos ares !  -  08/07/2026

 

Na tortuosa e tenaz estrada da vida

Onde impera e prevalece o terror,

A saudade geme e deplora a dor

Mistérios... na tempestade surgida.

 

Atropelando-se na revolta que impreca,

A ilusão abala as quérulas dores,

Emudecendo no olvido os dissabores

E o sonho e alegria, em nós sapeca.

 

À lufada do vento, que ateia e venta,

Em tempestade convulsa na esfera,

Trona pelos ares, em toda atmosfera,

E parece dilatar toda a tormenta.

 

São Paulo, 08/07/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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sábado, 4 de julho de 2026

Ter o seu primeiro lar. - 05/07/2026

Ter o seu primeiro lar.  -  05/07/2026

 

Um morador da cercania

Levou anos para juntar,

Comprar sua moradia

Ter o seu primeiro lar.

 

Todavia, não foi feliz

Ao escolher o vendedor,

E indo nessa diretriz

Deparou um malfeitor.

 

O meliante apresentou

Um documento eivado,

Mediante ele, contratou

Enganando o coitado.

 

Na grande decepção

Que do astuto sofreu,

Perdeu sono, na inação

Por pouco, que não morreu!

 

Ficou duro de dinheiro

Seu sonho, foi ilusão

Caminhando um bilheteiro

Lhe vendeu uma fração.

 

No outro dia o vendedor

O procurou radiante,

Seu bilhete foi ganhador

Dum prêmio importante.

 

São Paulo, 05/07/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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Aponta o poente. - 04/07/2026

Aponta o poente.  -  04/07/2026

 

O tempo passa

A vida encurta,

A dor que grassa

A perna encurta.

 

Ingrato destino

Tira a lucidez,

Antes menino

Hoje flacidez.

 

Só rugas no rosto

Nenhuma emoção,

O dia, é sol posto

Noite, escuridão.

 

Falha a memória

Logo envelhece,

Essa a história

De todo cidadão.

 

Calma e lucidez

Grande terapia,

Ampla solidez

Para cada dia.

 

Do corpo cuidar

Vigiar a mente,

Ajuda a abrandar

Aponta o poente.

 

O tempo passa

A vida encurta,

A nossa graça,

É lamúria curta.

 

São Paulo, 04/07/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

E que não é de ninguém! - 02/07/2026

E que não é de ninguém!  -  02/07/2026

 

De tanto ver crescer a iniquidade

Que neste mundo vejo proliferar,

Chego a ter vergonha da sociedade,

E da justiça, no desgoverno a imperar.

 

Em incompetentes mãos excede o poder

A injustiça cresce e a desonra, também,

Ninguém para aplacar o imenso sofrer

Neste mundo de todos, e que não é de ninguém!

 

São Paulo, 02/07/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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De ti, levei a primeira pedrada... - 02/07/2026

De ti, levei a primeira pedrada...  -  02/07/2026

 

Sempre hei de recordar-te, como primeira namorada

E que de ti, foi de ti, que levei a primeira pedrada.

Lembro ver-te como uma fada, cheia de graça e vigor

Esbelta, elegante, graciosa, toda cheia de esplendor.

 

Recordar-te é lenitivo, despautério, é uma grande tolice,

O pensamento adejando é uma outra velha estultice.

A mim nego o dano que sinto, se a esse mal entrego,

E no meio desse desengano. Mesmo vendo... estou cego.

 

O destino me o negou, e neste engano, a alma sente,

Endoidece e chega a crer que é verdade. Para si mente.

Grande engano, consumida a idade, cresce o dano,

Em detrimento dos esquivos enleados no engano.

 

São Paulo, 02/07/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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