Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Poesias que estavam meio perdidas.

Poesias que estavam meio perdidas


Felicidade

São dez letras de incerteza

Numa palavra de amizade,

Que buscamos para presa,

Para toda a eternidade.

 

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Poesia  x  Arte       

Poesia, é uma composição de palavras

Música, uma composição de notas

Pintura, uma composição de cores

Arte, a composição de Poesia, Música e Pintura

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Sem tom nem som.


Quebraria o teu orgulho

Nem que me trouxesses nos pés,

Nem que fosse os teus sapatos

Te amaria, tal qual és.

 

O meu amor por ti é grande

Tão grande como um vulcão,

Que se inflama sem chama

E explode no coração.

 

As rosas sem o frescor

Não teriam viço, nem cor,

Seriam pétalas murchas

Nos carpelos duma flor !

 

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Criação assaz !

 

Hirto de aflições que o pranto dilacera

Infortúnios corações, rosas fenecidas,

Cultivo sucessivo no mundo de quimeras

Semente que traz produto de outras vidas.

 

Sem revolta aceitam lágrimas e espinhos

Bendizendo o madeiro que lhes curva a fronte.

Derramam bençãos ao longo do caminho

Descortinando o Sol em novo horizonte.

 

E na cândida crença que a vida nos porfia

Escopro fiel que a alma escultura,

Criação assaz, preito de agonia

Dum artista sublime em sua sepultura.

 

02-07-1977

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Na fantasia do engenho

 

A ti que de jocoso jeito nas chamaste

Menestréis etéreos da nobre arte.

E se dos prazeres almos se consente

Na fantasia do engenho a sutil arte,

Porque dar-nos tu, o remédio que achaste.

 

Nas palavras indiscretas que escrevemos

Vão os brados e razões de nosso ser;

Deixa pois, o remédio certo, a descontento,

Na certeza de um fido amigo querer

Sentir menos a amargura em que vivemos.

 

E de quanto mal a vida nos ordena

Nossa mágoa teu remédio na conforta,

Deixa-nos pois fantasiar porque é certo

Que no silêncio o poeta só comporta,

As musas que lhe dão o prémio ou pena.

 

Dos sábios menestréis onde a fama é tanta

Quanta a inspiração e dom que os cerceia,

Colhemos os frutos amadurecidos,

Na inspiração vatídica que nos rodeia,

Que comparada à deles, é pouca e quanta.

 

Por isso nos chamas de vates famélicos,

Sem ousar dar-nos sequer um trato humano,

Como se fôramos mavórcios belicosos,

Mil venenos tu nos dás e novos danos,

Em breve retrato de teus versos bélicos.

 

Foi estoico e imprudente o teu xingar

Embora dubio, se aparente a nosso ver

Algum túrbido pensamento te acompanha.

Razões maiores que não são a nosso ver,

A santa confiança de por erros passar.

 

São Paulo,  (sem data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

 

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domingo, 21 de junho de 2026

A Ti rogamos - 21/06/2026

A Ti rogamos  -  21/06/2026

 

Louvado seja Deus, e seja glorificado

Entre os presentes, e entre os ausentes,

E que Ele esteja sempre ao nosso lado,

Vez que Dele, dependemos inteiramente.

 

Quando a dor nos importuna imploramos

Que nos liberte dos espinhos que sofremos,

Ante o grilhão que nos algema, a Ti rogamos

O sublime e terno amor que pretendemos.

 

És esperança de quem sofre, dos desvalidos,

Tua grandeza, está em tudo que existe,

Brilho solar nas trevas dos combalidos

És luz que ampara, e consola o mais triste.

 

A eterna paz, sobre os abismos do mundo

És o lenitivo que ameniza e acalma,

Com o Teu amor sublime e profundo

Levas consolo e amor à nossa alma.

 

São Paulo, 21/06/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

 

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sábado, 20 de junho de 2026

Não sei... - 20/06/2026

Não sei...  -   20/06/2026

 

Não sei, não sabe ninguém

O futuro que há de vir,

Promissor... seria alguém,

Adivinhar o porvir.

 

A incógnita é magia

Ninguém a pode prever,

Dizer conhecê-la, hipocrisia,

Faz a alma esvaecer.

 

Se alguém tivesse o dom

Ganharia nas apostas,

Como isso não é cânon,

Fica tudo, sem respostas.

 

São Paulo, 20/06/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia –

 

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sexta-feira, 19 de junho de 2026

O Aforismo. - 19/06/2026

O Aforismo.  -  19/06/2026

 

Nesse enlevo fulgurante

Em que minha alma se aninha,

Meu pensamento é distante

Onde ele está. Adivinha.      

 

O aforismo voa longe,

Percorre o mundo inteiro,

Pudesse eu acompanhá-lo

Seria seu passageiro.

 

Iria como cão rafeiro

Ainda de qualquer maneira,

Mesmo sem saber roteiro

Seguiria sua esteira.

 

Sem refletir um momento

Seguiria os teus passos,

E nesse acompanhamento

Nem sentiria o cansaço.

 

São Paulo, 19/06/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia –

 

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terça-feira, 16 de junho de 2026

Trimilésima Poesia codificada – 3.000 - O alvor do dia! - 14/06/2026

Trimilésima Poesia codificada – 3.000

O alvor do dia!   - 14/06/2026

 

Após a escuridão da noite tempestuosa

Surge o dia claro, com um sol radiante,

A negrura da noite, é deveras angustiosa,

O alvor do dia, é a lufada da suavidade.

 

Tão clara, como a mina da fé divina,

Que brota da amenidade da esperança,

Pura, fulgurante, radiante e cristalina,

Após o período conturbado; a bonança!

 

E nesse enlevo, nesse arrebatamento

O fulgor dessa alegria e esperança,

Postou na alma seu deslumbramento

Pra ter desta vida, a plena confiança!

 

São Paulo, 14/06/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia –

 

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Alegria ! - 14/06/2026

Alegria !  -  14/06/2026

 

Alegria voluptuosa possa eu sentir

Em todos os dias da minha vida,

E que possa eu também repartir,

Nos que a almejam, possa ser sentida.

 

Alegria, é sensação de felicidade

É júbilo, prazer e contentamento,

É ser feliz pela enorme alacridade,

Que exsurge de tão lindo momento !

 

Alegria é felicidade, é a abissal paz

Sentimento de aspiração e ternura,

E que ao mundo inteiro é capaz

De mostrar a sua ilibada ventura !

 

São Paulo, 14/06/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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A Sabedoria ! - 14/06/2026

A Sabedoria !  -  14/06/2026

 

É o atributo que dá sensatez e prudência

Clarividência e moderação à pessoa,

Conceito essencial do conhecimento.

É ela que nos dá a verdadeira prudência,

Virtude que leva o homem a não ficar à toa,

Ir em busca do bem, da verdade, portento.

 

A sabedoria é o bálsamo imensurável

Do conhecimento humano e da ciência,

É o ancoradouro fiel da criatividade

Espontânea verdade que é indubitável,     

Aos que parvamente descreem da ciência,

E não possuem nenhuma engenhosidade !

 

São Paulo, 14/06/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia –

 

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