Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Mistifório- 14-05-2026

Mistifório-  14-05-2026

 

A missão de cada um

Pelo destino regida,

Acontece qual debrum

Do nascimento à partida.

         ------

 

Passam dias, passam anos

Passa o navio na foz.

Não passam os desenganos

Que existem dentro de nós!

 

São Paulo, 14-05-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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segunda-feira, 11 de maio de 2026

Miscelânea - 10/05/2026

Miscelânea   - 10/05/2026

 

Não te afastes dos caminhos

Que te poderão salvar

Porque poucos, poucochinhos,

Em muito, se poderão tornar.

 

Cicatriz que não tem fim...

Essa tal do verbo amar,

Nem mesmo a sepultura,

Para essa dor aplacar !

 

São Paulo, 10/05/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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sábado, 9 de maio de 2026

O Futuro ! - 09-05-2026

O Futuro !  -  09-05-2026

 

O que nos diz nosso fado

A respeito do futuro,

Ele nos reporta ao passado,

Àquele, deixa no escuro.

 

Silencia.., porque será...

Nunca o vamos saber,

Um dia, após outro virá

O que vai acontecer !

 

O futuro é uma incógnita

Promissor ou adverso.

É desventura ou desdita

Ou destes, é o inverso.

 

O futuro é o porvir

Tempo que inda há de vir,

No destino, um novo rumo.

Para aprumo ou desaprumo,

Da vida de cada um !

 

São Paulo - 09-05-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Recordações ! - 09-05-2026

Recordações !  -  09-05-2026

 

Quantas saudades eu tenho

Dos tempos que já lá vão,

As recordações mantenho,

Dentro do meu coração.

 

O tempo passa e não morrem

As lembranças do passado,

A toda hora discorrem

Da cabeça, são seu fado.

 

Timoneiro que nos guia

No presente e no passado,

Elas são nossa alforria

Libertação, e pecado.

 

São como a sombra da noite

Que nos carpem o destino,

Às vezes um látego açoite

Outras, diamante cristalino.

 

Recordações, são lembranças

Dos tempos que já lá vão,

Por vezes, eternas esperanças

Outras, enorme ilusão !

 

São Paulo - 09-05-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Mãe III

Mãe III 

 

Presta a justa homenagem 

À mãe, rainha do lar, 

Que reflita sua imagem 

Como santa no altar. 

 

Lembra-te dos seus carinhos 

E dos desvelos sem fim, 

Orientando teus caminhos 

Qual lâmpada de Aladim ! 

 

E nesta data festiva 

Enche de paz e alegria, 

E leva a tua rogativa 

Aos pés da virgem Maria. 

 

Só em ter-te concebido, 

Carregando-te no ventre, 

Deves ser agradecido, 

E louvá-la eternamente !

 

São Paulo, 04/05/2004 (data da criação)

Armando A. C. Garcia 

 

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ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM !

ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM ! 

 

Às mães, que Deus já lá tem 

Que glorificadas sejam ,

Amor de todos amores. Mãe, 

 

Oh! Quanta falta tu fazes 

Aos meus anseios de vida, 

Sem teus conselhos querida 

Meus desejos incapazes,

 

 

De trilhar todo caminho 

Só temores atormentando. 

A casa, não é mais ninho 

Como o foi, no teu passado...[ 

 

Ó se pudesses voltar 

Ao convívio novamente, 

Como iria te amar 

Numa ternura envolvente. 

 

Mas se assim não pode ser 

Eu sei que o Criador, 

Do Universo, se quiser 

Com seu Dom inspirador, 

 

Pode levar até ti 

Amostra do meu amor,

Para saberes que senti 

Com tua falta, grande dor! 

 

São Paulo, 28/04/2005 (data da criação)

Armando A. C. Garcia 

 

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MÃE (IV)

 MÃE (IV)

I

Carinhos quantos me deste

Ó minha mãe tão querida,

Mil afagos, tu soubeste

Colocar em minha vida.

II

Velaste noites a fio

Quase sempre, sem dormir,

Quer no calor, quer no frio.

- De dia, alegre a sorrir.

III

Em teu regaço ó mãe

Aprendi sempre o melhor,

Ensinaste-me, também,

Quem foi do mundo o Feitor !

IV

Bendita seja a mãe

Que a palavra interpela,

Fazendo do filho alguém,

Na expressão lúcida e bela.

V

Com o tempo fui crescendo

- Sempre tu a orientar-me,

E em teus conselhos, aprendo

A do mal, sempre afastar-me.

VI

Em minha alma gravaste

Princípios de honestidade,

E quantas noites passaste

Velando minha mocidade.

VII

Eu, fui crescendo na vida

Tu, prateando os cabelos,

Ias ficando envelhecida,

Mantendo os mesmos desvelos.

VIII

Oh! Se eu pudesse voltar

Aos tempos de minha infância,

Teu rosto iria beijar

Com ternura e jactância.

IX

O tempo nada perdoa

Consome até a esperança,

- Mas deixa uma coisa boa

Que é, a eterna lembrança !

 

 

São Paulo, 26/04/2008 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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