Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Dissonantes, se confundem - 09/09/2026

Dissonantes, se confundem  -  09/09/2026

 

Será que a alegria é irmã da tristeza

Dissonantes, separadas se confundem,

A alegria é a exultação do bem estar

E a tristeza o desânimo e a aflição.

 

Ambas têm momentos de assimétricos

Ábsonos, em ocasiões desiguais,

Tais meus versos heterométricos

Que não se assemelham, jamais.

 

O sossego é precioso e agradável

A dor, é sentimento angustiante,

Um desconforto e sofrimento

A alegria furor predominante,

 

São Paulo, 09/09/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026

 

Pedaços de ilusões !  -  09/09/2026

 

Sinto pedaços de ilusões

Adejando em minha mente,

São velhas recordações

Lembranças, certamente,

 

Tudo muda minha gente

Na vida nada é igual,

O coração eternamente

Sem mudar, é desigual.

 

Nessas antigas lembranças

Duma alegria sem fim.

Vi morrer as esperanças

De ter você junto a mim.

 

Tempo feliz que passou

Tudo ficou no passado,

Dos pedaços só ficou

O sonho mais delicado.

         

Foi a antiga lembrança

O teu modo de andar.

Nos sonhos desta criança

E o teu jeito de amar.

 

Se pro céu vai a fumaça

Espalhando seus pedaços,

Na terra fica a carcaça

Ou seja, o seu carvão.

 

São Paulo, 09/09/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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terça-feira, 8 de setembro de 2026

CICLO DA ÁGUA - 22 de março de 2006


CICLO DA ÁGUA   -  22 de março de 2006
Dia Mundial da Água 22 de março

Todos em ti deixam sua sujeira
Mas tu, qual Fênix que renasce das cinzas
Voltas renovada, purificada
Cristalina a cada novo ciclo de vida

Podes ser sólida, líquida ou gasosa,
Tua sublimação de sólida a vaporosa
É movimento constante, na esfera.
Estás nos oceanos, continentes e atmosfera

Porém está na evapotranspiração
Tua maior afirmação de transmudação
Passas à atmosfera pelo efeito do calor
A cada ciclo hidrológico repetidor

Te condensas em nuvens de vapor
Para a milhares de quilômetros dar vigor
A plantas, florestas, cardos e roseiras
Alimentas rios, mares, oceanos e geleiras

Penetras no solo, alimentas as nascentes
Cursos d’água em todos continentes
Deságuam nos lagos e outros no mar
Ou criam aqüíferos singular

Ninguém obstrui o teu curso, és poderosa
Escoas esbravejando na tarde chuvosa
Em direção aos rios, lagos e oceanos
És inconstante, levas vida de ciganos

Brotas de fissuras nas rochas duras
Irrompes de entre nuvens magnéticas
Que cospem línguas de fogo para a terra
E o fogo apagas, esfrias a guerra 

Tua força e dom é sobrenatural
Mitigas a sede de planta, do animal
És o prenúncio da vida renascida
O poder o equilíbrio e a medida

Força suprema da natureza viva
Que de ti nasce e se procria ativa
És potência, vigor, força e energia
És dilúvio, enchente e calmaria

Esperança do agricultor, seiva da vida
Fertilidade e abundância de comida
Nos organismos, matéria predominante
Âncora que a vida leva adiante

Nas madrugadas em forma de orvalho
Ou então caindo em lentos flocos de neve
Qual manta branca na linha do horizonte
Cobrindo vegetação, árvores e montes

Teu ciclo hidrológico se inicia nos mares
Com a evaporação marítima sobes aos ares
E os ventos te transportam aos continentes
Em ciclos contínuos e permanentes

P’ra no caminho subterrâneo te infiltrares
Nos poros das formações sedimentares
Num processo contínuo e lento
Como quando nuvem, ao sabor do vento

Crias vendavais, e inundações
Transbordas nos rios, lagos e lençóis
Só o mar acalma tuas agitações
Por vezes encapelas ondas, dimensões 

O processo de mutação pelo calor
Que do globo passas à atmosfera
Para renovar com viço e amor
A natureza que sempre te espera

De teu potencial surgiu a roda d´água,
A máquina a vapor, a usina hidrelétrica
O caminho fluvial, a caixa d’ água
Com participação em toda cibernética

São Paulo, 22 de março de 2006 (data da criação)
Armando A. C. Garcia


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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Senhores(as) Candidatos(as) a Deputados Federais

Senhores(as) Candidatos(as) a Deputados Federais

 

Talvez alguns dos senhores desconheça

O quanto percebe um deputado Sueco

Seu salário é de 66.900 coroas suecas

O que equivale a 36.126,00 reais

Que descontados os impostos recebem

Aproximadamente 40.000 coroas suecas

Ou seja cerca de 21.600,00 reais mensais.

 

O parlamentar sueco não tem assessores

Dormem em quitinete e pagam pelo cafezinho

Seus gabinetes têm sete metros quadrados

Encaram fila para almoçar no bandejão

Imunidade parlamentar, não existe na Suécia

São todos cidadãos comuns.

 

Se um deputado sueco tem sua base eleitoral

Fora da capital, pode solicitar o chamado traktament, 

Uma ajuda de custo para os dias da semana

Cujo valor desta diária, paga estritamente

Aos parlamentares que não têm residência

Permanente na capital, é de 110 coroas suecas (aproximadamente R$ 59,40)

 

Se eleitos, façam o mesmo, assim nosso Brasil

Sairá da dívida colossal que atravessa

Face às inúmeras violações e desrespeito

Ao bom senso, sensatez e equilíbrio .

 

São Paulo, 07/09/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Água mãe ! - 07/09/2026

Água mãe !  -  07/09/2026

 

Só depois que seca a fonte

À água damos valor,

E percebemos insonte

O seu imenso valor.

 

A água brota na mina

É uma preciosidade,

E desce pela colina

Pra nos puder saciar.

 

Saciando nossa sede

Também, sacia o pomar,

Pura água cristalina

Que nunca possas faltar.

 

Verdadeira fonte da vida

Que a natureza nos dá,

Levando a fertilidade

Nada mais nos faltará.

 

O valor que a água tem

Saciando todo planeta,

É a segunda nossa mãe

Não a jogues, na sarjeta !

 

São Paulo, 07/09/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Serenidade ! - 07/09/2026

Serenidade !   -  07/09/2026

 

Na quietude de teu pensamento

Sinto minha alma latejar,

E nesse violento arquejar,

Reluto, teu amor no momento.

 

A placidez de teu apotegma

Confundem toda a minha mente,

E nesse brocado, certamente,

Fico centrado na quietude extrema.

 

Se nessa placidez existe amor,

O amor, é mera afeição,

Ou não tem uma definição,

Ou é simpatia; sem fervor !

 

A quietude de teu pensamento

Fere meu axioma certamente,

Leva-me a pensar possivelmente

Que não ames, com o devido alento !

 

São Paulo, 07/09/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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domingo, 6 de setembro de 2026

Mutilando as perspectivas - 06/09/2026

Mutilando as perspectivas   -   06/09/2026

 

Ao poeta, quando a ideia lhe tarda,

Nenhuma lavra pra inspirar seu canto,

Passa o tempo, passa a hora e ele aguarda

Uma bela inspiração pra seu encanto.

 

Busca externar um belo pensamento

Porém, o alento está amordaçado,

E nunca chega a lavra pertinente

Para puder lançar um verso aprimorado ! 

 

Causa angustia a delongada inspiração

E o poeta sente as dificuldades evasivas,

Que permeiam a mente e o coração

Mutilando as suas perspectivas !

 

São Paulo, 06/09/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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