Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

domingo, 15 de fevereiro de 2026

Nas ambolias da vida

Nas ambolias da vida – 16-02-2026

 

Na vida o tempo é sagrado,

Na alma de cada um.

Cada qual no seu quadrado,

Não tropeces em nenhum.

 

Nas ambolias da vida

Carregas tua ambição,

Tramite que dá guarida

À tua enorme paixão.

 

O vento leva a saudade

Ela volta contramão,

Vai até à eternidade

Segurando a nossa mão

 

O dilúvio em nossa mente

Causa profunda emoção,

É como a água corrente

Seguindo na direção.

 

O lado abjeto da vida

Não é o objeto, nem a formiga,

É a palavra comprometida

É fazer dela uma intriga.

 

16-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Tormentos !

Tormentos !  - 16-02-2026

 

Tormentos, eu os tive em demasia

Hoje, porém, só escrevo poesia,

O pesadelo, agora não tem cor

No tempo. a vida altiva, sem dor.

 

O vento que tudo leva, o sofrimento

Consigo levou, e acabou o tormento,

Levou minhas ilusões, e até paixões,

Sem maiores ou melhores considerações.

 

Naturalmente os abjetos tormentos

Vêm do mal e dos desentendimentos,

Aos longos tormentos que já tinha,

Outros a ele juntei, quando eras a rainha.

 

Amei-te, e a desventura foi minha

Pois teu amor só desdita continha

Agruras, sordidez e sofrimento

Deixaste-me no caminho. Sem lamento.

 

16-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Fugiste !!!

Fugiste !!! -  16-02-2026

 

Fugiste de minha vida,

Como de um cão leproso,

Foi uma grande cobardia

O teu agir portentoso,

 

Procedimento nefasto

De quem não tem sentimento,

Se o tiveste, estava gasto

Tua atitude... lamento.

 

A palavra, apalavrada

Tem um fundo de honradez,

Quem não respeita a palavra

Demonstra ter hediondez.

 

Cada qual mostra o que tem,

Dentro d’alma e coração,

Mostra até donde provém,

Essa suprema ilação !

 

16-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Relegado ao esquecimento,

Relegado ao esquecimento, - 15-02-2026

 

Exausto do sofrimento

Nestes dias de amargura,

Eu já não sei se aguento

Uma agonia tão dura.

 

Pela vida esgotado

Deste atroz sofrimento,

O coração magoado.

- Esta dor, tem fundamento.

 

Se amado, fui deixado

Relegado ao esquecimento,

Por amigo fui trocado,

Quando perdi meu provento.

 

Os anos foram passando

Conto já, oitenta e oito,

Continuo encabulando,

Menos vale amor, que ouro.

 

A vida tem destas coisas

A felicidade, também,

Estou certo que ela não poisa,

Onde só vale o vintém.

 

15-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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𝔸𝕟𝕤𝕖𝕚𝕠𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕞𝕒𝕝 𝕡𝕖𝕣𝕕𝕦𝕣𝕒𝕞

 𝔸𝕟𝕤𝕖𝕚𝕠𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕞𝕒𝕝 𝕡𝕖𝕣𝕕𝕦𝕣𝕒𝕞 -  𝟙𝟝-𝟘𝟚-𝟚𝟘𝟚𝟞


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𝕊𝕖 𝕒𝕝𝕘𝕦𝕞𝕒 𝕔𝕠𝕚𝕤𝕒 é 𝕡𝕖𝕣𝕕𝕚𝕕𝕒,

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𝔸𝕟𝕤𝕖𝕚𝕠𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕞𝕒𝕝 𝕡𝕖𝕣𝕕𝕦𝕣𝕒𝕞

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ℙ𝕖𝕣𝕕𝕖𝕞 𝕒 𝕔𝕠𝕣 𝕖 𝕠 𝕓𝕣𝕚𝕝𝕙𝕠

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𝕄𝕒𝕟𝕥𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕒 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕠 𝕡𝕠𝕖𝕞𝕒 – ℙ𝕠𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕝𝕙𝕒𝕣



O agricultor de seu campo

O agricultor de seu campo – 15-02-2026

 

O agricultor de seu campo

Nos dá as batatas e o pão,

As verduras e o feijão,

Ante o suor de seu trampo.

 

Nos dá toda alimentação

Sem ele, não teríamos comida,

E teríamos comprometida.

A que temos à disposição.

 

Sem a frugal alimentação,

O que seria de nossa vida,

Sem arroz, café, bebida.

Sem agricultor, sem pão.

 

Não teríamos a galinha,

Nem o ovo, nem o grão,

Nem vaca, nem o leitão,

Nem mandioca, nem farinha.

 

Por isso o meu apreço,

Ao generoso agricultor,

Que enfrenta imenso calor,

E eu lhe desejo sucesso !

 

15-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Distante de ti !

Distante de ti !  (soneto)  =  14-02-2026

 

Distante de ti, é o meu tormento.

A esperança, se dissipa dia a dia,

Sinto n’alma, e coração meu lamento,

Ensejos pra afastar a nostalgia.

 

Definir se é engano o teu amor

Ou primoroso e arrebatador,

Se tem perfume, igual ao da flor

Ou se é torpe, vil ou pecador,

 

Como usar o mortiço entrosamento

Para saber do real sentimento,

E revelar o que há em teu coração,

 

A abstração dos próprios pensamentos

Ante a realidade, ou alheamento,

Faz tremer o meu pobre coração  !

 

14-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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