Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Em que foi que falhei...

Em que foi que falhei...  -  29/04/2026 

 

Rancorosa estava a mãe,

De ver seu filho na prisão,

Se nunca nada lhe faltou

Porque escolheu ser ladrão!

 

Tinha tudo que precisava,

Até estudo eu lhe paguei,

Nada, nada lhe faltava

Em que foi que eu falhei...

 

Talvez de não o ter obrigado

A labutar pra pagar os estudos,

Assim, daria o valor sagrado,

Aos conquistados canudos.

 

São Paulo, 29/04/2026  (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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À mercê da contingência

À mercê da contingência  -  29/04/2026 

 

À mercê da contingência

Que o Estado nos oferece,

Vemos que a degenerescência

Só aumenta... não arrefece.

 

A vileza e degradação

Envilecem a nação,

Aviltam a arrecadação

Vulnerável à erosão.

 

E se tudo não bastasse

É tremenda a confusão,

Vemos em toda classe

A enorme corrupção.

 

Silenciar é preciso,

A TV... sim, pode falar.

Seria falta de siso,

Eu, me pronunciar.

 

São Paulo, 29/04/2026  (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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A Educação Antiga

A Educação Antiga  -  29/04/2026

 

A educação do povo antigamente

Tinha outra lógica, outra conexão,

Um ao outro tratava reverentemente

Com respeito se saudava o cidadão.

 

Hoje, vemos a mocidade maltratar

O professor, o padre, o pastor e doutor,

Não respeitam pai e mãe, chegam a matar

Parece que tudo perdeu o seu valor.

 

No passado a educação era reprimida

Uns bons tapas serviam na emenda,

Pra não voltar a fazer besteira na vida

Entretanto, hoje, não pode ter reprimenda.

 

Mas mais tarde o Estado pode prender,

Poque não foi admoestado quando devia,

Achando que tudo ele poderá fazer,

Como na mocidade, livremente o fazia.

 

Esta é a educação moderna, a serventia

Para a delinquência, a fraude e o crime

Uns tapas em criança. Que mal faria

Pelo contrário, desse mal eles o redime.

 

 

São Paulo, 29/04/2026  (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Tua formosura abolirá !

Tua formosura abolirá !  -  27/04/2026

 

Ver-te-ei arrependida

De teres sido tão ingrata,

Pois o destino na vida

Fere aquele que o maltrata.

 

Nem tudo o tempo desbarata

Tua formosura abolirá,

O que foi ouro, vira lata

E o teu rosto, murchará.

 

As belas faces do rosto

Emurchecerão certamente.

Olhar espelho... será desgosto,

Pois danos é contingente !

 

Foi cruel tua apatia,

E tua vil sensibilidade,

Ver-te-ei sem alegria

Perdida a jovialidade !

 

Tua luz, será neblina,

Pois a vida nos ensina,

Quão triste será a sina

Quem ingratidão germina.

 

 

 São Paulo, 27/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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Manso cordeiro !!!

Manso cordeiro !!!  -   27/04/2026

 

Ninguém te amará o tanto

Do tanto que eu te amei[S1] ,

Em tão alto grau portanto,

Só a ti, eu namorei.

 

Ninguém saberá o quanto

Do amor que a ti voltei,

Tu eras o meu encanto

O amor que eu sonhei !

 

Linda, bela, encantadora

Sedutora e fascinante

Atraente, conversadora

Num sorriso radiante.

 

Esse sonhado encanto,

Foi o lance derradeiro,

Que fez de mim, entretanto,

De homem, manso cordeiro !

 

São Paulo, 27/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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 [S1]


domingo, 26 de abril de 2026

O brilho de teus olhos !

O brilho de teus olhos !  -  26/04/2026

 

Teus olhos tinham o brilho

Junto a eles o esplendor,

Parecias um tomilho

Cheio de viço e de cor.

 

Eras linda, cheia de graça

Como eles eu nunca vi,

No mundo não há iguais

Aos olhos que estão em ti,

 

No fulgor, roubam a luz

Do coração de quem passa,

Parece que o Bom Jesus

Levantou pra ti a taça.

 

São dois faróis que iluminam

A alma e o coração

E no amor descortinam

A razão desta paixão!

 

Eles são a luz da vida

E por falar em paixão,

És a única e preferida

Dona do meu coração !

 

São Paulo, 26/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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Da torre do horológio !

Da torre do horológio!  -  26/04/2026

 

Da torre que abriga o horológio

Sinto o tilintar dos segundos do relógio,

Vejo as horas passarem mui devagar,

Lenta, lenta, lentamente a apoucar.

 

Parece que o tempo acuou ou parou,

Ou em mim, sua mutação empacou,

O tempo, no presente trás lembranças

Do passado, e todas grandes mudanças.

 

Até mesmo o horário, que não gira,

Na velocidade de outrora; já não vira,

A hora passa lenta, quase arrastada,

O giro do tempo continua, só é demorado, 

 

Para mim, que já estou velho[S1]  e no fim

Tudo é igual, como antes, mas enfim,

Na minha idade as horas se arrastam

E parecem sem fim, e não de afastam.

 

São Paulo, 26/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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