Tua formosura abolirá ! - 27/04/2026
Ver-te-ei
arrependida
De
teres sido tão ingrata,
Pois
o destino na vida
Fere
aquele que o maltrata.
Nem
tudo o tempo desbarata
Tua
formosura abolirá,
O
que foi ouro, vira lata
E o
teu rosto, murchará.
As belas
faces do rosto
Emurchecerão
certamente.
Olhar
espelho... será desgosto,
Pois
danos é contingente !
Foi
cruel tua apatia,
E
tua vil sensibilidade,
Ver-te-ei
sem alegria
Perdida
a jovialidade !
Tua
luz, será neblina,
Pois
a vida nos ensina,
Quão
triste será a sina
Quem
ingratidão germina.
São Paulo, 27/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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