Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Finalmente !!! - 22/09/2026

Finalmente !!!   -   22/09/2026

 

Finalmente teve um fim

Depois de tanto sofrimento.

Foi-se a amargura por fim

Da dor que me entristeceu.

 

Foram dias de ansiedade

Noites de inquietação,

Depois dessa tempestade

Serenou meu coração.

 

Que ressurja a esperança

Volte a mim a felicidade,

Retorne a hora da bonança

Da paz e da sinceridade.

 

Hoje eu durmo tranquilo

Passado, ficou pra trás,

Nele só vivia inseguro,

O presente, dá-me a paz.

 

Nesses dias de incerteza

A vida abriu meus caminhos,

O que antes era tristeza,

Agora, não tem espinhos.

 

São Paulo, 22/09/2026 (data a criação)

Armando A. C. Garcia

 

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segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Ninguém !!! - 21/09/2026

Ninguém !!!  -  21/09/2026

 

Ninguém ama nesta vida

Mais que a sua criação,

Primeiro, é a própria vida

Depois, a sua geração.

 

No limiar paralelo,

Surge a grande paixão,

É uma caixa, o desvelo

Que atormenta o coração.

 

É nas incógnitas da vida,

Segredos do coração,

Que sentimos esvaída

A nossa compleição.

 

No passado e no presente

Este vive na memória,

Já escreveu sua história.

O presente, é a semente.

 

Que a esperança guardou

E a vida segue o caninho,

Mesmo que seja entre espinho

Sem esquecer o que passou.

 

O passado, virou saudade

O presente, é o momento,

De sorrir enquanto é tempo...

- Porque ele, não volta atrás !

 

São Paulo, 21/09/2026 (data a criação)

Armando A. C. Garcia

 

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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Solitário sonho ! - 18/09/2026

Solitário sonho !  -  18/09/2026

 

Meu coração de esperar cansou...

De esperar por alguém que não chega,

A sorrir e em meus braços e se prendeu

E seu amor e afeição, a mim entrega .

 

No silêncio da noite em segredo

Com as estrelas do céu converso,

Vejo o mundo inteiro mudo e quedo       

E eu, rogo ao pai, por todo universo.

 

Pelas ruas, à noite sozinho caminho

Onde impera o silêncio e a escuridão,

E tange no meu peito de mansinho

O bizarro sonho de teu coração !

 

São Paulo, 18/09/2026 (data a criação)

Armando A. C. Garcia

 

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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Os leões digladiando - 16/09/2026

Os leões digladiando  -  16/09/2026

 

Os leões estão-se digladiando

Assustadoramente o seu rugido,

Está de nós se aproximando

E no hipogeu pode ser ouvido.

 

É medonho o seu rude alarido.

No berro, se enfrentam sem sentido,

Deixando todo o grupo desunido,

Mostrando que o furor não é temido.

 

E na anarca dessa enorme fúria

Rugindo a cólera em labareda,

Os leões se enfrentam na incúria,

Na luta desigual que os enreda.

 

São Paulo, 16/09/2026 (data a criação)

Armando A. C. Garcia

 

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domingo, 13 de setembro de 2026

Porquê ? Metrô !!!

Porquê ?  Metrô !!!

 

Porquê, que noutros países,

O metrô chega aos aeroportos,

Em Guarulhos, face aos deslizes

Perde-se na longa caminhada.

 

Só posso entender minha gente

Que alguém nessa empreitada,

Não é correto, nem prudente,

Parando a de 500m da jornada.

 

As nossas autoridades coniventes

Com essa infâmia degradação,

Direi até vergonha, entrementes,

Os taxistas, vão fazendo sua féria.

 

Inadmissível o que está ocorrendo

E olha que já é a um tempão,

Enquanto, o metrô vai corroendo

Sem atender a nossa população.

 

Pegar esse Metrô é impensável

Com parada ao meio de percurso,

Situação inaceitável e intolerável

Aconselho o engenheiro a novo curso.

 

E às nossas grandes autoridades

E ao Diretor do Metrô corrigirem,

Os grandes vícios ali perpetrados

Se para tanto, as bruxas permitirem.

 

Levo lembra-los que noutros países

O Metrô fica dentro dos aeroportos,

Os senhores sabem, não são aprendizes.

Deem aos passageiros esse conforto.

São Paulo, 13/09/2026 (data a criação)

Armando A. C. Garcia

 

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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Dissonantes, se confundem - 09/09/2026

Dissonantes, se confundem  -  09/09/2026

 

Será que a alegria é irmã da tristeza

Dissonantes, separadas se confundem,

A alegria é a exultação do bem estar

E a tristeza o desânimo e a aflição.

 

Ambas têm momentos de assimétricos

Ábsonos, em ocasiões desiguais,

Tais meus versos heterométricos

Que não se assemelham, jamais.

 

O sossego é precioso e agradável

A dor, é sentimento angustiante,

Um desconforto e sofrimento

A alegria furor predominante,

 

São Paulo, 09/09/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026

 

Pedaços de ilusões !  -  09/09/2026

 

Sinto pedaços de ilusões

Adejando em minha mente,

São velhas recordações

Lembranças, certamente,

 

Tudo muda minha gente

Na vida nada é igual,

O coração eternamente

Sem mudar, é desigual.

 

Nessas antigas lembranças

Duma alegria sem fim.

Vi morrer as esperanças

De ter você junto a mim.

 

Tempo feliz que passou

Tudo ficou no passado,

Dos pedaços só ficou

O sonho mais delicado.

         

Foi a antiga lembrança

O teu modo de andar.

Nos sonhos desta criança

E o teu jeito de amar.

 

Se pro céu vai a fumaça

Espalhando seus pedaços,

Na terra fica a carcaça

Ou seja, o seu carvão.

 

São Paulo, 09/09/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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