Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

domingo, 2 de agosto de 2026

Aves de rapinas! - 02/08/2026

Aves de rapinas!  -  02/08/2026

 

Os ladrões são como aves de rapinas

Sobrevoando o horizonte pra atacar,

Geralmente eles atacam nas surdinas,

Sempre dispostos as nossas vidas tirar.

 

Malgrado nossas coisas serem levadas

Eles tiram de nós o bem mais precioso,

A existência mutilada ou interrompida

Com seu malvado procedimento danoso.

 

Parece não terem algum sentimento

Vez que assassinam o dono do produto,

Produto, que irão vender em detrimento

Do valor legítimo, muito diminuto.

 

De que lhes valeu sua perversidade

Se nem usam o valor real do fruto,

Levam a vida deixando na adversidade

Famílias inteiras no imenso luto.

 

São Paulo, 02/08/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Assimétricos destinos ! - 01/08/2026

Assimétricos destinos !  -  01/08/2026

 

Tem gente de corpo limpo e alma suja,

E tem gente de corpo sujo, e alma limpa.

São assimétricos os seus procedimentos

Em qual deles; tu preferes te enquadrar.

 

Porém, nalgum deles harmonicamente

Deverás teus procedimentos ajustar; dirás:

Que não condiz com a definição da metáfora

Contudo, nalgum procedimento, ali estarás !

 

Entretanto, não deixes que o imprevisto

De súbito tome conta de tua vida.

 

São Paulo, 01/08/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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sexta-feira, 31 de julho de 2026

Sob as ondas da vida ! - 31/07/2026

Sob as ondas da vida !  -  31/07/2026

 

Na aspérrima estrada da vida

Tortuosa onde brada o pavor,

E estrondeia a ira incontida

Em inúteis furores de seu temor.

 

Quedo-me, sem alento nessa dor

Que espraia minha alma nesse mar,

E fico meditativo no eterno amor

Que nem sei de devo, ou não lembrar.

 

Como nessa paisagem oca, vazia...

Que o acaso nas ondas predestinou,

Após o vendaval, a tempestade fria

Que minha alma e meu corpo mutilou.

 

Sob as ondas da vida, o destino

É ventania que sopra e ninguém vê,

Miragem ilusória, bizantino,

Deixando o ser humano, à mercê.

 

São Paulo, 31/07/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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quinta-feira, 30 de julho de 2026

A virtude, terá valia – 30/07/2026

A virtude, terá valia – 30/07/2026

 

Uns sem crença, outros ateus

Caminham na eternidade,

Outros, obreiros de Deus

Na paz, na religiosidade.

 

No outro mundo distante

A virtude, terá valia,

Os que passaram errante

Levam a alma vazia.

 

Afundados no abismo

Cavado com sua trilha,

Pelo seu cepticismo

Perdem a luz, que tanto brilha.

 

Na nebulosa quimera

Sem fé e sem esperança,

Suas almas são quirera,

Carecem de confiança.

 

São Paulo, 30/07/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Quedo-me penseroso ! - 29/07/2026

Quedo-me penseroso !  -  29/07/2026

 

No silêncio quedo-me penseroso

Avaliando se tal se pode aferir,

O louco amor rutilante misterioso,

Que espreita meus olhos a dormir.

 

E aos poucos pasmo dessa sombra

Que vigia minha vida; sem ser anjo,

Adormeço sutilmente nessa alfombra

E ouço o doce canto de um arcanjo.

 

Na transcendência do subconsciente,

Fora do alcance de nossa magnitude,

Cuja perspicácia desenvolve a mente,

O homem chega a ser, o arredio da virtude.

 

São Paulo, 29/07/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Naturalmente ! - 28/07/2026

Naturalmente !  -  28/07/2026

 

Quebrarei o tédio do cotidiano

Ouvindo o silêncio das palavras

No ritmo da vida, qual cigano

Naturalmente, no seu palavrear

 

Na fera imanência do pensamento

Nessa oriunda força imperante,

Tarda-me a inspiração no momento,

Em que preciso dela, forte radiante.

 

Na imorredoura ideia poderosa

Soberana em todo seu contexto,

Entrelaçados nesta humilde prosa

Sem subterfúgio, nem pretexto.

 

Farei expressar todo sentimento

Que na alma carrego sutilmente.

Na música de Deus, com fundamento

Nos acordes celestiais, que descem do céu !

 

São Paulo, 28/07/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Foi minha, hoje é tua ! - 27/07/2026

Foi minha, hoje é tua !  -  27/07/2026

 

Toda a minha poesia,

Que foi minha, hoje é tua,

É momento de alegria

Saber que anda na rua.

 

Se é Dom que Deus me deu,

Não posso negociá-lo,

Ele é primada do céu,

Pra tua mão, repassá-lo.

 

Sem teto, vive na rua

Sem que tenha uma morada,

Sob essa missão flutua

Levando a sua balada.

 

Fala da vida, do amor,

Sem erudição alguma,

Versos de pouco valor

Leves como a espuma.

 

Sem parar de assuntar

Do oblíquo ao desigual,

Demonstrando abordar,    

No campo do social.

 

Discorri assuntos mil

No pobre jeito de falar,

Falei do nosso Brasil,

Quais problemas atacar.

 

São Paulo, 27/07/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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