Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 3 de outubro de 2026

PEDÁGIOS e divergência de preços por Km rodado  

PEDÁGIOS e divergência de preços por Km rodado

 

Na verdade, a liberdade nos é restrita,

Senão vejamos:

Para irmos de uma cidade a outra,

Só pagando um pedágio é que passamos,

Que é feito de tantos impostos, que pagamos.

 

A liberdade nos é cerceada e limitada

Não temos o alvedrio de ir e vir sem pagar,

Ou pagamos a taxa que nos é cobrada,

Ou ficaremos, sempre no mesmo lugar.

 

Entretanto, as empresas concessionárias

Pouco fazem além da malfadada cobrança,

Vão ficando cada vez mais bilionárias

Às custas de um pobre povo, sem esperança.

 

Geralmente, as receberam pavimentadas

Às custas dos impostos que pagamos,

Limitam-se a pequenos reparos aos danos

E vão enchendo suas burras de dinheiro.

 

Contudo há divergências de preço por Km, senão vejamos:

Ecovias vai do Km do 13,2 ao 54,1 Km= Total Km 40,9

Pedágio de Barueri Km 20 R$ 4,20

Pedágio de Itapevi Km  33 R$ 9,80

Ecovias = R$ 14,00=40,90Km = R$ 0,3422 por Km rodado

 

Colinas do 54,1 até ao km 129,6  = Km 75,5

Pedágio de Boituva km 111 R$  14,50

Colinas =R$ 14,50 - 75,50Km = R$ 0,1920 por Km rodado

 

SPVias do Km 129,6 ao 315 = Km 185,4

Pedágio de   Quadra Km 158 R$ 20,40

Pedágio de Itatinga Km 208 R$ 20,40

 Pedágio de   Iaras  Km 278  R$ 13.90 

 SPVias = Km 185,4  =   Total R$ 54,70

O preço por Km rodado é de R$ 0,2950

 

Na COLINAS é de R$ 0,192 o preço do Km rodado

As demais apresentam valor muito mais elevado

A Ecovias apresenta R$ 0,3422 por Km rodado

Na SPVias é de R$ 0,2950, o preço do Km rodado

 

Estamos mencionando percurso na mesma rodovia

Entretanto, há grande disparidade de valores em Km

Na minha humilde contemplação há desigualdade,

Salvo o devido respeito por uma melhor opinião.

 

Sr. Governador a diferença é exagerada,

Será que seus colaboradores não fazem contas.

Este é apenas um pequeno exemplo

Das grandes e pequenas pactuadas que o povo sofre.

 

Se a COLINAS apresenta R$ 0,192 por Km rodado

Porquê que o preço do Km rodado das outras é superior.

 

São Paulo, 03/10/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Miranda do Douro - Portugal

 

Miranda do Douro - Portugal



Miranda, sempre aguerrida e audaz
À margem direita do sinuoso Douro,
Por dois séculos Capital de Trás os Montes
Tal era sua pujança cívica e tenaz.
Foste traída pelo vil metal de ouro
Quando forte explosão, tremeu rios e fontes.

Num heroico esforço, teu povo aguerrido
Sempre defendeu o torrão lusitano.
A história não deixa dúvidas de tua luta
Nas lutas que travaste, sempre destemido,
o povo enfrentou o reino castelhano
Dando prova de coragem absoluta.

Miranda, cidade histórica e varonil
Tens um povo cordial e hospitaleiro,
Altiva, não por estares num altiplano
Mas por seres cativa, sedutora e gentil,
Primor de beleza sem fim, és um canteiro
Teus encantos, são orgulho lusitano.

Foste rainha e não perdes a majestade
Nas arribas tens escarpas rendilhadas,
Onde crescem o alecrim e a margarida
És um encanto de beleza e de cidade.
Teu escudo, não tem armas ensarilhadas
Mas um castelo que é o símbolo da vida.

Nele o ouro simboliza fidelidade, poder
Sobre ele um castelo iluminado de prata,
E em cima, a lua em quarto crescente empinada
E uma coroa com cinco torres a ascender.
Dão a compreensibilidade exata
Da grandeza que nele foi inserida.

Ser Mirandês é um honra com certeza,
Porque ali nasce o mais puro Português.
Onde o vinho e o pão não falta à mesa
Nem mesmo o bom bacalhau norueguês,
Sem falar na posta, que é outra riqueza
Da culinária, com bom vinho Mirandês.

São Paulo, 14/04/2008
 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

 

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 Fonte dos Canos











Linda Fonte dos Canos

Oh que saudade.

Dos tempos que já lá vão

Quando na minha mocidade.

 

Passava aí com frequência

Pois era o meu caminho

Para ir as propriedades

Do meu saudoso paizinho

 

Caminhando um pouco mais

Abeiro o teu aqueduto

Por onde nossos ancestrais

Conduziam o produto,

 

À Majestosa Fonte dos Canos

Que não vê o tempo passar

Passam anos e mais anos

Tu, impoluta, qual altar

 

Oh que saudades eu tenho

Dos tempos que já lá vão

Ostentas belo desenho

De Portugal, seu brasão !

 

São Paulo, 05-08-2021 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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𝔼𝕚𝕤-𝕞𝕖 𝕒𝕢𝕦𝕚, 𝕖𝕦 𝕤𝕠𝕦 𝕠 𝔸𝕢𝕦𝕖𝕕𝕦𝕥𝕠 𝕕𝕠 𝕍𝕚𝕝𝕒𝕣𝕚𝕟𝕙𝕠

𝔸𝕢𝕦𝕖𝕝𝕖 𝕢𝕦𝕖 𝕔𝕠𝕟𝕕𝕦𝕫𝕚𝕒 á𝕘𝕦𝕒 à 𝕗𝕠𝕟𝕥𝕖 𝕕𝕠𝕤 𝕔𝕒𝕟𝕠𝕤,

𝔼 𝕕𝕖𝕤𝕕𝕖 𝟙𝟝𝟠𝟟 𝕒𝕓𝕒𝕤𝕥𝕖𝕔𝕚 𝕠 𝕓𝕠𝕞 𝕡𝕠𝕧𝕠 𝕄𝕚𝕣𝕒𝕟𝕕ê𝕤

𝔻𝕖 á𝕘𝕦𝕒 𝕡𝕠𝕥á𝕧𝕖𝕝, 𝕢𝕦𝕖 𝕟𝕦𝕥𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕒 𝕔𝕒𝕓𝕖ç𝕒 𝕒𝕠𝕤 𝕡é𝕤.

 

𝕆𝕟𝕥𝕖𝕞, 𝕖𝕦 𝕧𝕠𝕤 𝕗𝕒𝕝𝕖𝕚 𝕕𝕒 𝕓𝕖𝕝𝕒 𝕗𝕠𝕟𝕥𝕖 𝕕𝕠𝕤 𝕔𝕒𝕟𝕠𝕤

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𝕄𝕒𝕟𝕥𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕒 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕠 𝕡𝕠𝕖𝕞𝕒 – ℙ𝕠𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕝𝕙𝕒𝕣

 

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

A razão do meu viver ! - 30/09/2026

 A razão do  meu viver !  -  30/09/2026

 

Em toda minha poesia

Eu falo, só o que sinto.

O que vejo, e não minto,

Pra ela ser verdadeira.

 

Retrato com fidelidade

Todos os meus pensamentos,

E falo com realidade

Os bons, e os maus momentos.

 

A poesia é minha vida

A razão do meu viver.

Tira-me da nostalgia

E dá-me enorme prazer.

 

Sem ela, nada seria

A causa do meu viver.

Minha alma morreria

Igualmente, o meu Ser.

 

Ao Criador do Universo,

Devo eu agradecer,

Dar-me o Dom de fazer verso,

E ser feliz, sem saber !

 

Aos 12 ou 13 anos já escrevia

Aos 17 quando já tinha poesias para editar 2 ou 3 livros

Comecei a tecer comparações com outros poetas

E vi que não era ninguém, assim peguei um fósforo e queimei. Só lembro duma pequena quadra:

 

Que importa ser ou não ser

Se sendo sem o saber,

Como é que pode ser,

Se nem o pode saber !

 

São Paulo, 30/09/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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