Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 25 de abril de 2026

Corpo escultural !!!

Corpo escultural !!!  -  25/04/2026

 

Nos confins do planeta

Continuarei a procurar por ti,

Até na sala mais secreta

Entrarei que nem zumbi.

 

Sei que um dia encontrarei

A imagem que é uma flor,

Enquanto; não descansarei

Até conquistar teu amor.

 

O teu corpo escultural

Vestido de noite justo,

Transparece ao natural

A silhueta de teu busto.

 

Seios bem arredondados

Lindos cabelos compridos,

Belos olhos, amendoados

Alegres sorrisos precisos.

 

São Paulo, 25/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Eterno alento !

Eterno alento !  -  25/04/2026

 

Do prazer infinito à extensa tristeza

Da angústia à ventura temporária ,

Sempre envolve tua suave beleza,

Até nas horas da ficção solitária.

 

No meio desse silêncio a alma a pensar

Levantas os ombros querendo me abraçar,

Tuas ondas flutuam sobre o imenso mar

E eu corro célere, para puder te alcançar.

 

Viver esses momentos é esperança

É navegar em ilhas misteriosas,

Sentir a leveza dos tempos de criança

E o perfume das maravilhosas rosas,

 

Ao teu amor, eu serei eterno alento

Se teu corpo delicado, é meu desejo,

Com mor[S1]  desvelo, estarei sempre atento,

E à tua boca, levarei a doçura do ensejo.

 

São Paulo, 25/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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 [S1]

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Urdes caprichos !

Urdes caprichos !  -  24/04/2026

 

Cheio das tuas infantilidades

Afogo meu pensamento,

Nas lamúrias das meninices;

Sem proferir meu lamento.

 

A vida suga o tempo

Extingue-se a luz da ideia,

Que não seja um passatempo,

Seja enfim, um pé de meia.

 

A luz que em ti fulgura

Resplandece meu olhar,

É tão cheia de mesura

Que me faz te cultuar.

 

Expostos à tempestade

De teus urdes caprichos,

Me detenho na vontade

Do tear, de teus buchichos.

 

São Paulo, 24/04/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Estrondeia em sua alma !

Estrondeia em sua alma !  -  23-04-2026

 

Além da dor que dilacera o coração

Surge a angústia e a ansiedade,    

Pela perda de uma grande afeição

Na grandeza da utópica lealdade.

 

Perde-se o amor, o apego, o afeto

A dedicação, o carinho, o acalanto,

Submerge nas ondas por completo

A graça, e o atrativo; morre o encanto.

 

Suspira e estrondeia em sua alma

A cólera, em meio desse pensamento,

Perdeu por completo a pobre calma

A alegria de viver, eis seu lamento.

 

São Paulo, 23/04/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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quarta-feira, 22 de abril de 2026

O amor agita as asas !

O amor agita as asas !  -  22/04/2026

 

Acreditaste um dia em meio à solidão

Que solapava tua integridade,

Suavizar essa tristeza e inanição

Com voraz e devoradora ansiedade.

 

Jogaste em braços estreitos teu amor

Efêmera ventura, dum instante apenas,

Sentirás em dose dupla, o desamor

Carpirás na lassitude amargas penas.

 

Em vã confusão vês na tua fronte,

A mera ilusão dos estreitos braços,

O Sol quando se esconde atrás do monte;

Está pra escuridão deixando o espaço.

 

São Paulo, 22/04/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Hábil e engenhoso !!!

Hábil e engenhoso !!!  -  17/04/2026

 

Nem sempre as grandes fortunas

Têm início formal,

Por vezes tem uma lacuna

Dentro do teor legal.

 

Na brecha dessa omissão

Hoje dono da turuna,

Poderoso e valentão

Fez do destino fortuna.

 

Ninguém lhe toca a mão

Destemido e influente.

Não dá um pedaço de pão

Isso tudo é decorrente,

 

Do início da gestão

Quando montava aparente,

A conta do cidadão

E somava o contingente,

 

Numa adição aumentada

E a pobre dessa gente,

Não entendia, e pagava

O que pedia o gerente.

 

São Paulo, 17/04/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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quinta-feira, 16 de abril de 2026

Lamento da natureza !

Lamento da natureza ! -  16-04-2026

 

A força, o potencial, na guerra derramada,

Jazem na terra, nas cidades e nos rincões,

No mundo civilizado, força desaproveitada

E muito dinheiro queimado... aos montões.

 

Milhões de pessoas no mundo passando fome,

Nações em guerra gastando rios de dinheiro,

As bombas destroem tudo, tudo elas consomem,

O povo, o pobre do povo, fica só no espinheiro.

 

A guerra, não é uma porta ou solução precisa,

Mas é o choro de multidões quando o lampejo,

Dos misseis por sucessivos segundos, penaliza

A mente e o coração do cidadão cheio de pejo,

 

Ante a guerra que só causa destruição e morte,

Poderiam com o dinheiro tirar da fone a humanidade,

Pois na batalha, nem sempre ganha o mais forte,

Por vezes, depende de mestria e da habilidade.

 

Em suma, certos desejos ficam no subconsciente

Chora a natureza pela sua destruição constante,

Junto a ela o cidadão, que no palco é permanente

Na confusão descomedida, direi até exorbitante !

 

São Paulo, 16/04/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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