Igual à pobre rosa ! – 11/03/2026
Todavia, não há começo sem fim
Nem lembrança, sem o fato ocorrido,
Assim como não há, esperança alguma
Se não houver, a atinente expectativa.
Esta, gera ansiedade, dúvida, incerteza
Agastamento, e até apoquentação,
Entretanto, entre a dúvida e a certeza
Há espaço, para autoavaliação.
No intento da finalidade afim,
Que ao elo, pretende-se adstringir.
É como a linda rosa carmesim,
Com seus espinhos, pode nos ferir.
Minha alma não fala... não fala, mas sente;
A dor pungente, lancinante e dolorosa,
Ao ser cerceada do amor impunemente
Criando espinhos, igual à pobre rosa !
São Paulo, 11/03/2026
(data da criação)
Armando A. C. Garcia
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