Miranda - Da morte para a vida. - 24/03/2026
Na minha terra, essa terra onde eu nasci
Aprendi que nesta vida, é cada qual por si,
Nem se deve confiar, nas mazelas do amor,
Podem parecer singelas, mas causam imensa dor.
Terra pequena, mas é por Deus abençoada
No inverno muito frio, a água fica gelada,
Quando chega a primavera, toda ela é florida
Parece que ressuscitou, da morte para a
vida.
Sua Sé monumental, tem órgão descomunal...
Seu Castelo e muralhas, grandeza nacional.
Demonstram-nos a pujança e exuberância,
O dinamismo, sua riqueza e sua opulência,
A vitalidade, aos tempos da medieval
artilharia
Foi pujante. e exuberante em sua categoria,
Dali, ela fazia frente aos reinos de Castela
Era a guardiã ao norte, dos reinos de Portugal.
Hoje, cresceu, se expandiu de norte a sul,
De leste a oeste, é uma cidade moderna,
O progresso a conquistou e a invadiu
E fez nosso rio Douro luzir a lanterna!
São
Paulo, 24/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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