Deslumbramento. - 30/03/2026
No dia claro... anoitece a minha alma,
Quando eu não te vejo sorridente e calma,
Aguardando a chegada de meu ser.
Se te não vejo ansiosa esperando por mim,
Foi algo, ou outro alguém te deixou assim,
E nesse burburinho, tenho medo de perder-te.
Quem ama, vê nos negrores o peso que espanca,
Vê pensamentos confusos que a mente tranca,
Aterroziantes e transviamentos emocionais.
Quem ama vê, e se fascina em mil desatinos,
E vê apoucar o acanhado caráter bizantino,
Na forte emoção que transforma sua sina.
Entre
as sombras, o amor perde a florescência ,
E num momento único, perde-se a sapiência.
E junto com ela, o brilho do deslumbramento.
São Paulo, 30/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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