Coletânea de 10
Poesias em
Homenagem ao dia das Mães
Como a mãe de Jesus
Na sombra da mesma
cruz,
Tu, cuidas de nossas
vidas,
Nossas lutas, nossas
lidas !
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I
O valor que a Mãe tem
Senhor, Deus do
Universo
Deste à vida o verso,
Deste o verso, a mim,
também,
Para mostrar ao mundo
O valor que a Mãe tem.
Até Jesus, o Salvador
Teu filho amado,
Senhor,
Foi gerado pela Mãe,
Para mostrar o valor
No exemplo de Belém.
Nem todos devotam amor,
Do preito que são
devedores,
Disperso o pendor na
idade
Filhos esquecem da Mãe,
Cometendo iniquidade.
Afastam-se como apogeu
Daquela que o protegeu,
Não lembram quando
criança
Os desvelos que lhe
deu,
Dimensão, desesperança.
Outros com serenidade
Amam a Mãe de verdade,
São filhos probos,
corretos
Trazem Deus no coração,
Filhos do Grande
Arquiteto.
São Paulo, 04/05/2011
Armando A. C. Garcia
II
MÃE (IV)
I
Carinhos quantos me
deste
Ó minha mãe tão
querida,
Mil afagos, tu
soubeste
Colocar em minha vida.
II
Velaste noites a fio
Quase sempre, sem
dormir,
Quer no calor, quer no
frio.
- De dia, alegre a
sorrir.
III
Em teu regaço ó mãe
Aprendi sempre o melhor,
Ensinaste-me, também,
Quem foi do mundo o
Feitor !
IV
Bendita seja a mãe
Que a palavra
interpela,
Fazendo do filho
alguém,
Na expressão lúcida e
bela.
V
Com o tempo fui
crescendo
- Sempre tu a
orientar-me,
E em teus conselhos,
aprendo
A do mal, sempre afastar-me.
VI
Em minha alma gravaste
Princípios de
honestidade,
E quantas noites
passaste
Velando minha mocidade.
VII
Eu, fui crescendo na
vida
Tu, prateando os
cabelos,
Ias ficando
envelhecida,
Mantendo os mesmos
desvelos.
VIII
Oh! Se eu pudesse
voltar
Aos tempos de minha
infância,
Teu rosto iria beijar
Com ternura e jactância.
IX
O tempo nada perdoa
Consome até a
esperança,
- Mas deixa uma coisa
boa
Que é, a eterna
lembrança !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
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III
Nasci sem ter ninguém
!
Quisera ter uma
mãe
Como todo mundo tem,
A minha partiu pro
além !...
Eu... nasci sem ter
ninguém.
Não conheci seu
carinho
Deus, não me deu a
ventura,
Que seus dedos de
mansinho
Tocassem minha figura.
Fui semente pequenina
Tirada da terra boa,
Esta aflição me
domina
Mas do alto me abençoa.
Na morte serena e
pura
Deu sua vida, na minha,
Hoje, no alto fulgura,
Com o brilho de rainha.
Só quem o amor
sente
Vê que o órfão foi
privado,
Da mão bela e reluzente
Do amor mais delicado!
Por que somos
desiguais
Na alegria e na
tristeza,
A uns, a vida tudo oferece,
E a outros, só
desmerece.
São Paulo
05/05/2004
Armando A. C. Garcia
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IV
ÀQUELA QUE VAI SER MÃE
! ...
I
Vai ser mãe não tem
receio
A espera é um anseio,
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria.
II
O amor em si, canta e
vibra
Ela é força que
equilibra,
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um
filho.
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu
lado,
Cuidando e dando
carinho
Tal como a ave em seu
ninho.
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos
perfumada,
Da rosa pétala flor,
Magia dum amor maior.
V
Como rocha, firme e
forte
Enfrentas até a morte,
Pela primorosa flor
Fruto de um grande
amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita
sejas
E em minha prece
singela,
Peço a Deus p’ra que
não sejas
A mãe de outra
Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
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V
EXALTAÇÃO À MÃE MARIA
Como poeta, peço a
Deus inspiração
Para puder falar sobre
a mãe de Jesus,
Maria, a única virgem
que deu à luz
E seu filho trouxe ao
mundo a redenção
Mostrou na grandeza de
sua humildade
O sofrimento atroz,
cruel e desumano,
Quão perversa foi, e é
a humanidade,
Pregando na cruz, seu
filho messiano.
Não professo os princípios
da Santa Sé,
Mas tenho que admitir
que a Mãe Maria,
É Mãe de todos, e até
de quem não crê.
Descrente de religiões
e fantasias,
Os louvores que hoje
vos rendo, Mãe Maria,
São a prece pelos meus
últimos dias.
São Paulo, 01/05/2008
Armando A. C. Garcia
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VI
M ã e I
Ama-a, cheia de
defeitos ou de bondade
Ama-a tal qual é,
porque ela é tua mãe .
Não lhe meças os erros
se é que ela os tem,,
Tampouco a enobreças
se for cheia de bondade.
Ama-a, porque ela deu
um pouco de si mesma
E dessa dádiva, brotou
um rebento. És tu!
Que ela, jamais,
deixou secar enquanto que tu...
Tornas-te indigno de
ser filho dela mesma.
Ama-a, como um filho
deve amar sem preconceitos,
Porque o amor de uma
mãe não pode ser ultrajado,
E aquele que o fizer,
será eternamente condenado.
Será um réprobo, um
monstro, sem mais direitos.
Cobre de beijos, sua
pele já sulcada de rugas
E em cada fio de
cabelo argenteado,
Deposita um beijo e
perdoa seu pecado,
Assim como ela em criança
perdoava tuas fugas.
Mas se assim não for,
redobra então teus carinhos
Para que um dia,
quando morrer, leve na lembrança,
A certeza de que na
terra deixou uma esperança!...
A quem mais tarde,
será a luz de seus caminhos.
São Paulo,
04/04/1964
Armando A. C.
Garcia
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VII
Mãe II
A palavra
pequenina
Que maior carinho tem,
É a palavra Divina,
Que tem a expressão de
Mãe !
Mãe é palavra
sagrada
Cheia de amor e
amizade,
Mãe... é a expressão
mais amada
Sinônimo de Felicidade.
21/04/2004
Armando A. C.
Garcia
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VIII
Mãe III
Presta a justa
homenagem
À mãe, rainha do lar,
Que reflita sua
imagem
Como santa no altar.
Lembra-te dos seus
carinhos
E dos desvelos sem fim,
Orientando teus
caminhos
Qual lâmpada de Aladim
!
E nesta data
festiva
Enche de paz e alegria,
E leva a tua
rogativa
Aos pés da virgem
Maria.
Só em ter-te concebido,
Carregando-te no
ventre,
Deves ser agradecido,
E louvá-la
eternamente !
04/05/2004
Armando A. C. Garcia
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IX
ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ
LÁ TEM !
Às mães, que Deus já
lá tem
Que glorificadas
sejam ,
Amor de todos amores.
Mãe,
Oh! Quanta falta tu
fazes
Aos meus anseios de
vida,
Sem teus conselhos
querida
Meus desejos incapazes,
De trilhar todo
caminho
Só temores
atormentando.
A casa, não é mais
ninho
Como o foi, no teu
passado...[
Ó se pudesses
voltar
Ao convívio
novamente,
Como iria te
amar
Numa ternura
envolvente.
Mas se assim não pode
ser
Eu sei que o Criador,
Do Universo, se
quiser
Com seu Dom inspirador,
Pode levar até
ti
Amostra do meu amor,
Para saberes que
senti
Com tua falta, grande
dor!
São Paulo,
28/04/2005
Armando A. C.
Garcia
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X
MÃE
Mãe, palavra Divina
No seio da humanidade
Na vida traz alegria,
N morte, deixa a
saudade !
São Paulo, 07 de
maio de 2009
Armando A. C.
Garcia
No
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