Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Coletânea de 10 Poesias em Homenagem ao dia das Mães

  

Coletânea de 10 Poesias em

Homenagem ao dia das Mães

 

Como a mãe de Jesus

Na sombra da mesma cruz,

Tu, cuidas de nossas vidas,

Nossas lutas, nossas lidas !

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  I

O valor que a Mãe tem

 

Senhor, Deus do Universo

Deste à vida o verso,

Deste o verso, a mim, também,

Para mostrar ao mundo

O valor que a Mãe tem.

 

Até Jesus, o Salvador

Teu filho amado, Senhor,

Foi gerado pela Mãe,

Para mostrar o valor

No exemplo de Belém.

 

Nem todos devotam amor,

Do preito que são devedores,

Disperso o pendor na idade

Filhos esquecem da Mãe,

Cometendo iniquidade. 

 

Afastam-se como apogeu

Daquela que o protegeu,

Não lembram quando criança

Os desvelos que lhe deu,

Dimensão, desesperança.

 

Outros com serenidade

Amam a Mãe de verdade,

São filhos probos, corretos

Trazem Deus no coração,

Filhos do Grande Arquiteto.

 

 

São Paulo, 04/05/2011

Armando A. C. Garcia

 

  II

 

MÃE (IV)

I

Carinhos quantos me deste

Ó minha mãe tão querida,

Mil afagos, tu soubeste

Colocar em minha vida.

II

Velaste noites a fio

Quase sempre, sem dormir,

Quer no calor, quer no frio.

- De dia, alegre a sorrir.

III

Em teu regaço ó mãe

Aprendi sempre o melhor,

Ensinaste-me, também,

Quem foi do mundo o Feitor !

IV

Bendita seja a mãe

Que a palavra interpela,

Fazendo do filho alguém,

Na expressão lúcida e bela.

V

Com o tempo fui crescendo

- Sempre tu a orientar-me,

E em teus conselhos, aprendo

A do mal, sempre afastar-me.

VI

Em minha alma gravaste

Princípios de honestidade,

E quantas noites passaste

Velando minha mocidade.

VII

Eu, fui crescendo na vida

Tu, prateando os cabelos,

Ias ficando envelhecida,

Mantendo os mesmos desvelos.

VIII

Oh! Se eu pudesse voltar

Aos tempos de minha infância,

Teu rosto iria beijar

Com ternura e jactância.

IX

O tempo nada perdoa

Consome até a esperança,

- Mas deixa uma coisa boa

Que é, a eterna lembrança !

 

 

São Paulo, 26/04/2008

Armando A. C. Garcia

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      III

 

 

Nasci sem ter ninguém ! 

 

 

Quisera ter uma mãe 

Como todo mundo tem, 

A minha partiu pro além !... 

Eu... nasci sem ter ninguém. 

 

Não conheci seu carinho 

Deus, não me deu a ventura, 

Que seus dedos de mansinho 

Tocassem minha figura. 

 

Fui semente pequenina 

Tirada da terra boa, 

Esta aflição me domina 

Mas do alto me abençoa. 

 

Na morte serena e pura 

Deu sua vida, na minha, 

Hoje, no alto fulgura,

Com o brilho de rainha.

 

Só quem o amor sente 

Vê que o órfão foi privado, 

Da mão bela e reluzente 

Do amor mais delicado! 

 

Por que somos desiguais 

Na alegria e na tristeza, 

A uns, a vida tudo oferece, 

E a outros, só desmerece. 

 

São Paulo 05/05/2004 

Armando A. C. Garcia

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IV

 

ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...

 

I

Vai ser mãe não tem receio

A espera é um anseio,

É esperança, é alegria

De fecundar sua cria.

II

O amor em si, canta e vibra

Ela é força que equilibra,

Aurora cheia de brilho

É mulher. Espera um filho.

III

Ao seu filho tão amado

Sempre estará a seu lado,

Cuidando e dando carinho

Tal como a ave em seu ninho.

IV

Será amável dedicada

Alma em sonhos perfumada,

Da rosa pétala flor,

Magia dum amor maior.

V

Como rocha, firme e forte

Enfrentas até a morte,

Pela primorosa flor

Fruto de um grande amor!

VI

Vais ser mãe. Bendita sejas

E em minha prece singela,

Peço a Deus p’ra que não sejas

A mãe de outra Isabella !

 

 

São Paulo, 26/04/2008

Armando A. C. Garcia

 

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        V

EXALTAÇÃO À MÃE MARIA

 

 

Como poeta, peço a Deus inspiração

Para puder falar sobre a mãe de Jesus,

Maria, a única virgem que deu à luz

E seu filho trouxe ao mundo a redenção

 

Mostrou na grandeza de sua humildade

O sofrimento atroz, cruel e desumano,

Quão perversa foi, e é a humanidade,

Pregando na cruz, seu filho messiano.

 

Não professo os princípios da Santa Sé,

Mas tenho que admitir que a Mãe Maria,

É Mãe de todos, e até de quem não crê.

 

Descrente de religiões e fantasias,

Os louvores que hoje vos rendo, Mãe Maria,

São a prece pelos meus últimos dias.

 

São Paulo, 01/05/2008

Armando A. C. Garcia

 

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        VI 

M ã e   I 

 

Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade 

Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe .

Não lhe meças os erros se é que ela os tem,, 

Tampouco a enobreças se for cheia de bondade. 

 

Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma 

E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu! 

Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu... 

Tornas-te indigno de ser filho dela mesma. 

 

Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos, 

Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado, 

E aquele que o fizer, será eternamente condenado. 

Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos. 

 

Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas 

E em cada fio de cabelo argenteado, 

Deposita um beijo e perdoa seu pecado, 

Assim como ela em criança perdoava tuas fugas. 

 

Mas se assim não for, redobra então teus carinhos 

Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança, 

A certeza de que na terra deixou uma esperança!... 

A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos. 

 

São Paulo, 04/04/1964 

Armando A. C. Garcia 

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VII

Mãe  II

 

A palavra pequenina 

Que maior carinho tem, 

É a palavra Divina, 

Que tem a expressão de Mãe ! 

 

Mãe é palavra sagrada 

Cheia de amor e amizade, 

Mãe... é a expressão mais amada 

Sinônimo de Felicidade. 

 

21/04/2004 

Armando A. C. Garcia 

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     VIII

Mãe III 

 

Presta a justa homenagem 

À mãe, rainha do lar, 

Que reflita sua imagem 

Como santa no altar. 

 

Lembra-te dos seus carinhos 

E dos desvelos sem fim, 

Orientando teus caminhos 

Qual lâmpada de Aladim ! 

 

E nesta data festiva 

Enche de paz e alegria, 

E leva a tua rogativa 

Aos pés da virgem Maria. 

 

Só em ter-te concebido, 

Carregando-te no ventre, 

Deves ser agradecido, 

E louvá-la eternamente !

 

04/05/2004 

Armando A. C. Garcia 

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IX

 

 

ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM ! 

 

Às mães, que Deus já lá tem 

Que glorificadas sejam ,

Amor de todos amores. Mãe, 

Oh! Quanta falta tu fazes 

Aos meus anseios de vida, 

Sem teus conselhos querida 

Meus desejos incapazes,

 

 

De trilhar todo caminho 

Só temores atormentando. 

A casa, não é mais ninho 

Como o foi, no teu passado...[ 

 

Ó se pudesses voltar 

Ao convívio novamente, 

Como iria te amar 

Numa ternura envolvente. 

 

Mas se assim não pode ser 

Eu sei que o Criador, 

Do Universo, se quiser 

Com seu Dom inspirador, 

 

Pode levar até ti 

Amostra do meu amor,

Para saberes que senti 

Com tua falta, grande dor! 

 

São Paulo, 28/04/2005 

Armando A. C. Garcia 

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                X

 

             MÃE

 

Mãe, palavra Divina

No seio da humanidade

Na vida traz alegria,

N morte, deixa a saudade !

 

São Paulo, 07 de maio de 2009

Armando A. C. Garcia

 

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