Pretensão desmedida ! - 10/04/2026
Não
sei porque percorri o orbe à tua procura
Se
afinal eu nunca te encontrei em canto algum,
Da
minha mente, nunca saiu a tua figura
Procurar-te;
além de invulgar, achava comum.
Perdi
o tempo, que como água do rio não volta
Como
não voltou a tua configuração humana,
Mas
nem por isso, o rancor, o ódio ou a revolta
Fizeram
parte da minha humilde choupana.
Procurar-te
foi o teor, a essência de minha vida
Lograr
encontrar o que não me pertencia.
Foi
a longa difusa e excessiva despedida
Além
de uma grande e tremenda ousadia !
São Paulo,
10/04/2026 (data da criação)
Armando A. C.
Garcia
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