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Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quarta-feira, 29 de abril de 2026

À mercê da contingência

À mercê da contingência  -  29/04/2026 

 

À mercê da contingência

Que o Estado nos oferece,

Vemos que a degenerescência

Só aumenta... não arrefece.

 

A vileza e degradação

Envilecem a nação,

Aviltam a arrecadação

Vulnerável à erosão.

 

E se tudo não bastasse

É tremenda a confusão,

Vemos em toda classe

A enorme corrupção.

 

Silenciar é preciso,

A TV... sim, pode falar.

Seria falta de siso,

Eu, me pronunciar.

 

São Paulo, 29/04/2026  (data da criação)
Armando A. C. Garcia

 

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