Ó desengano ! - 24/06/2026
Quão injusta a vida, não me persigas !
Serena meu coração, na força da ternura,
Ao eterno esquecimento tu me obrigas,
Se o meu desejo, ficar cheio de agrura.
Adorável sonho mantive, ó desengano
E a vós que regeis todo o meu destino,
Não deixeis no estado infeliz meu encanto,
Vez que mais a desejo, se tanto a abomino.
Que tormento, que sina me arrasta, e rodeia
Gasta-me a confiança, desfaz-se o alento,
E a tudo se aventura quem não receia,
Da nefanda loucura de um momento.
São Paulo, 24/06/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
No Facebook ou Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
Escritas.org
Usina de Letras
E canal do WhatsApp: Brisadapoesia
Direitos autorais registrados
Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar
Nenhum comentário:
Postar um comentário