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Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Moinho de vento !

Moinho de vento !  -  04/06/2026  

 

Onde estiveres, acorda, acorda,

Acorda amada minha,

Pois ainda és a rainha

De todo meu pensamento.

 

Quem uma vez é rainha

Nunca perde a majestade,

Acorda, amada minha,

Vem suprir minha saudade.

 

Construí imensos sonhos

Por ti. Nunca se realizaram,

Foram sonhos, foram sonhos,

Que pouco a pouco, murcharam.

 

Foi qual moinho de vento

Que sem ele, não moi o grão,

Às pedras falta o alento

- Sem farinha, não tem pão.

 

São Paulo, 04/06/2026  (data da criação)

Armando A. C. Garcia 

 

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