Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Politica/mente falando

Politica/mente falando


Pedi ao Deus poderoso
Coisa de muita valia
Tirar o político maldoso
Deixar só a serventia.

Tire esse ninho de cobras
Que age como urubu
Pro povo, deixam as sobras
Enchem o bolso de tutu

Por isso, que educação
Anda de mal a pior,
Saúde, na proporção
O paciente morre de dor

Que dizer da segurança,
O povo, não tem nenhuma,
Se democracia é esperança
Não há expectativa alguma

Afinal do que nos serve
Essa política maldosa,
Nem quando a chaleira ferve
Tiram os espinhos da rosa!

Conforme sua conveniência
Mudam a lei constantemente,
Mas tem uma, em decadência,
A que protege o adolescente

E o povo já sem paciência
Não aguenta a impunidade
Dos que matam sem clemência
Com alvará da autoridade

E esses políticos manhosos
De novo estão na TV
Promessas falsas aos idosos,
Aos jovens, tiram brevê.

Jogado à própria sorte
Vive este povo ordeiro,
Do trabalho ao transporte
Em cidade sem banheiro

É triste ver nosso povo
Sem amparo, nem guarida
Arroz seco, mais um ovo,
Pra eles, lauta comida !

Não se engane minha gente
Com os marqueteiros, agora
Quem muito fala... só mente,
Joguem essa turma fora !

Vamos limpar as mazelas
Desse labéu infamante
Que pinta com aquarelas
A gestão do governante

Vamos mostrar que o povo
Cansou da corrupção,
Brasileiro, não é bobo
E ama sua nação !

Porangaba, 19/02/2016 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia 

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Despidos de Moral

Despidos de Moral


No inocente desafio a gênese do mal
Transtorno de personalidade nacional
Desvios de percepção despidos de moral
Na conduta dos individuas no poder

Capazes de reduzirem a personalidade
Dos cidadãos a um sentimento de igualdade
Condição social patológica que ao grupo
É imposta, sem levarem em conta o apupo

Da minoria que pode enxergar este fator
Que a longo prazo pretendem impor
E o indivíduo passa a pensar em “nós”, Assim,
de tão coletivizado deixa de pensar em “mim”

Esta mudança está sempre apropriada
A novos conceitos jurídicos, equilibrada
Em novo sistema social a ser concebido
Onde o indivíduo pode dar sua vida por ele

Grupo denominado de ponerogênicos
Cuja melhor denominação; anticívicos
Vez que em plena luz do dia não hesitam
Em reverter a lei a favor, se necessitam

Assim, impondo de maneira lenta e gradual
Vão adequando aos fins do descomunal
A ordem de modo autoritário e irrevogável
Desestabilizando a qualquer custo a nação
Para eles o primordial é personificação

Conclamo aos liberais e conservadores
E a todo aquele que ao país tem amor
A proteger a nação de maléficas instituições
Para não vermos nossos filhos chorar, depois !

Porangaba, 11/02/2016 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia
 

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Na frente da batalha !...

Na frente da batalha !...


Na frente da batalha diuturnamente
Vivemos, expondo nossas vidas à morte.
Dependendo exclusivamente da sorte
Vez que a segurança, nunca está presente.

De pouco adianta prevenção aos perigos
Porque estão em cada esquina, em cada rua
Se o medo apavora; a vida continua,
Nesta batalha, cercados de inimigos

Parece ridículo, sermos vítimas comunitárias
Onde o bom senso deveria prevalecer;
O povo vai perdendo o humor e chega a crer,
Ter uma política altamente discricionária.

Enquanto somos heróis sobreviventes
Parece esquecermos os que tombaram.
E dia a dia, de mais vítimas olvidaram
Os que na batalha ainda estão presentes !


Somos reféns, dentro de nossas casas
Prisioneiros da faculdade de viver,
A plena liberdade que todo o ser
Precisa usufruir. Somos aves sem asas !

Vivemos numa guerra vil e permanente
Porque na guerra conhecemos o inimigo
E nesta batalha o enfrentamos sem abrigo
E sem saber quem é o contendor, certamente !

São Paulo, 03/02/2016
Armando A. C. Garcia 


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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Homenagem a São Paulo (replay)

Homenagem a São Paulo (replay)


A ti não chegaram às caravelas,
Mas de ti, partiram bandeirantes.
Como centro financeiro abres velas
Singrando o Brasil e America do Sul

És uma das mais globalizadas
Cidades no cenário mundial
Tua pujança, e luta das arcadas
São destemor e audácia sem igual

Teu povo, miscigenação de raças
Esculpindo ao mundo novas gentes
Longas ruas, jardins e praças
Repletas de arranha céus imponentes

No emaranhado, contrastas briosa
Com favelas que ninguém ousa falar
Por São Paulo ser grande e majestosa
És a locomotiva que roda sem parar

Berço do trabalho e da cultura
Acolhes o migrante e o estrangeiro
Dás esperança aquele que te procura
E teu povo, é um povo hospitaleiro

Tua marcha triunfal o Anchieta
Do além, certamente consagrou
Não foste traçada em prancheta
A força do destino te edificou

És o gigante, deste imenso país
Teu progresso está no imenso sucesso
E neste dia vinte e cinco de janeiro
Milhões de beijos ao teu povo hospitaleiro

Porangaba, 24/01/2012 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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São Paulo - no teu aniversário


Ninguém as calha alarga ou afunda
Dos ribeirões que cortam a Capital
Sem álveo suficiente o bairro inunda
Por onde passa, cada rio piscinal

Os anos transcorrem é sempre igual
Nunca há dinheiro para tal obra
A população sofre um abalo mortal
E a prefeitura, o IPTU lhe cobra

Hoje, neste aniversário de São Paulo
Nada há para o cidadão comemorar
Crescem as inundações, pelo abaúlo
Álveo dos ribeirões sem os alargar.

Queima ônibus o povo insatisfeito
Saqueia um mercado e caminhão
A polícia surge depois do mal feito
E o saqueador fica sem a punição

Que devo eu comemorar como poeta
Senão a constrição do amargor
Quisera eu poder tocar trombeta
Para te homenagear cheio de amor

São Paulo, 24/01/2014 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Se a vida conta proeza,

Se a vida conta proeza,


Se a vida conta proeza,
O tempo conta saudade
E o amor, com certeza
É fonte da felicidade.

A esperança conta os dias
O amargor, desilusão
O sorriso a alegria
A morte, a compaixão

Ruína, abominação
A luz, a claridade
A alegria a emoção,
Bem estar, felicidade

A paz, conta harmonia
O silêncio, concentração,
A prece à Virgem Maria
Um preito de gratidão !

São Paulo, 20/01/2016
Armando A. C. Garcia 


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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O livre arbítrio

O livre arbítrio


A maldade conduz
A tempestades na alma
E a bondade reduz
A tempestade e acalma

Não se pode vacilar
Com energia negativa
Nossa mente é um radar
De atração consecutiva

Por isso, caros irmãos
Mantenham-se vigilantes
Em estrada de duas mãos
Os perigos, são constantes

O livre arbítrio, vós tendes
D’entre bem e mal escolher,
Se ao inimigo te rendes,
Fraco é... o teu querer !

São Paulo, 11/01/2016 
Armando A. C. Garcia 

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Fugindo,

Fugindo,


Fugindo, fugi da vida
Fugindo, fugi de mim
Fugindo, nesta fugida,
Fugi do princípio ao fim

Fugindo, fugi de ti
Fugindo, nada encontrei,
E ao fugir aprendi...
Que fugi de quem amei !

Fugindo, porque eu fugi
Na verdade nem o sei
E ao ficar longe de ti
Outro amor, não encontrei.

Ao fugir da porta da vida
Mil caminhos eu trilhei
Porém, não encontrei guarida,
Como do amor que deixei

Ao fugir das contracenas,
Fugi dos braços que amei.
Hoje decrépito, fujo apenas
Das recordações que deixei

Os pés, já tenho sangrando
De tanto fugir de ti,
Quando disse: não te quero
Até pra mim, eu menti !

São Paulo, 06/01/2016 
Armando A. C. Garcia 

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