Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Fingidas Juras



Fingidas Juras







Relembrar das tuas fingidas juras
É aumentar inda mais a minha dor,
Tormento atroz, em minhas conjecturas
Tu, alheia aos males. Puro desamor !

Consome as entranhas o mal definido
Coração solitário, a morrer sem ti,
Sangue fervendo nas veias *abstido
Ao célere ritmo d’asas do colibri.

E, perdido sem uma réstia de esperança
Sem uma luz que rasgue as trevas deste breu
Sinto que a sombra da tristeza avança

E eu, longe de ti, tu, que eras o meu céu
Perdido, perdi do mundo a confiança
Ao perder o amor que julgava ser meu !
                                                                   *reprimido

São Paulo, 22/02/2013
Armando A. C. Garcia


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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A Salvação !


A Salvação !



Tatue em sua alma e coração.
O nome santo e sagrado de Deus
Não seja semelhante aos fariseus,
Que criam vir da lei a salvação

Sua redenção, está na comunhão
Com Deus. Porque só ele tem o poder   
De abrandar e aplacar nosso coração
Quando cansado e prestes a esmorecer.

Na justiça de Deus, não há distinção
Ele, lê em nossa alma e no coração
Nossa fé, nosso mérito, nossas obras

Não sejamos nós iguais aos fariseus
Rendamo-nos sempre à gloria de Deus
Só assim, obteremos a salvação !

São Paulo, 21/02/2013
Armando A. C. Garcia


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Amargura



Amargura





Perdoa amor a honrosa loucura

De voltar a dizer que sempre te amei

Sentimental eu sou, e bem o sei

Por ti, já sofri dias de amargura



Bendigo este sofrer, mereço a dor

Tive a alma iludida e não quis crer

Meu rumo, meu destino, foi sofrer

Sem nunca fenecer em mim o amor



Talvez seja castigo, ou punição

Por alcançar de ti, só indiferença

Cruel amargura ao meu coração,



Que só amou... e nunca foi amado

Mas teu amor, marcou sua presença

Na triste, jornada longa de meu fado !



São Paulo, 21/02/2013

Armando A. C. Garcia

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