Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Sob o manto vil da hipocrisia

Sob o manto vil da hipocrisia


Sob o manto vil da hipocrisia
Poderá até parecer-vos heresia
Mas creiam, vão enganando a nação
E nós, os pobres, ficando ao rés do chão

Entre murmúrios, conluios e segredos 
Ofuscam o brilho dum povo sem medos
Lutador incansável e sem temor
Um povo que peleja, batalhador.

Pressinto quem sabe, mau êxito final
Suscetível de julgamento amoral
Onde campeiam a corrupção
Entre os conluios e a aviltação.

Enquanto o povo anda dependurado
Para pagar as contas do mercado
Consequentemente usa o cartão
Mas este, está estourado. Abjeção !

Enquanto milhões, são manipulados
Por aqueles que deveriam ser honrados
E probos na servidão remunerada
Bem Maior, por ser a da esplanada !

São Paulo, 28-06-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Perdido amor !...

Perdido amor !...


Derramaste sobre mim a capa da tristeza
Quanto me dói ver nosso amor perdido
Descestes, na avaliação pela sordideza    
Teus briosos deveres, não têm sentido

Ciúme, noites perdidas, dor e pecado
Avareza sórdida, mesquinhez
Com teu amor me sinto apunhalado
E nesse estado, eu perco a lucidez

Coberto com o manto da tristeza
Procuro viver sem dor ou amargura
Refletido consciente nessa natureza

Vejo nela a destruição dessa ventura
Na sórdida e desprezível safadeza
Que por certo, levar-me-á a sepultura !

São Paulo, 26-06-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Abraçado à criação do pensamento

Abraçado à criação do pensamento


Quisera eu, puder amar-te tanto
Quanto o desejo de amar-te, meu
E este desejo de amar-te, santo
Não existe na terra, somente no céu

Sem igual em toda a natureza
Encerra na fonte criadora da mente
Cheia de vigor com brio e beleza
O maior amor, singularmente

Beijo mentalmente tua imagem
Elaboração mental do pensamento
Levando a ti a justa homenagem

Que este amor eterno e imortal
Deu vida ao meu sonho sem alento,
- Na vida e na morte celestial !

São Paulo, 24-06-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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domingo, 25 de junho de 2017

Acre a amargura

Acre a amargura


É acre a amargura da esperança vã
A alma, aos méritos teus se apequena
Quisera ser o teu principal galã
Mas em ´streita dor, tua voz me condena

Os dias passei sonhando acordado
Amor, ciúme, lágrimas derramadas
Com noites perdidas, de dor e pecado
Sem ti, acordo só de madrugada !

São Paulo, 25-06-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Paciência II

Paciência  II


Paciência, uma virtude a suportar infortúnio
Sem queixas, resignação, perseverança
É cristalina fonte de água mansa
Que corre em noite de novilúnio

É resignação, é a constância,
Árvore que tempestade não derruba
Natural, é do leão a própria juba
Rocha de primordial substância.

Porte de alma nobre e generosa
Que tem ânimo diligente, ativo
E usa desse adereço na prosa

Triunfando do tolo agastamento
Que em fiel e prodigioso motivo
Afasta de si, a ira do pensamento !

São Paulo, 15-06-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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À velhice

À velhice


Quando eu era jovem e vigoroso,
Nada detinha o pobre pensamento,
E como eu, estava sempre ambicioso
Por conhecer teu nobre sentimento.

Hoje, velho, caduco, entristecido
Pelos anos puído e desgastado
Moço forte, pelo fado foi vencido
Nada mais é; do que trapo surrado

E se teu sentimento não conheci
Poupa-me do atroz e triste evento,
Vejo-as impregnadas onde cresci

Nas minhas amarguras sem lamento
E nas ásperas feridas que senti,
Exaurido, por teu alheamento !

São Paulo, 14/06/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Fado Solidão

Fado Solidão


Preso entre a dúvida e o sonho
Procuro a realidade,
O meu sofrer é medonho
Vivo só numa saudade...

Não há caminho sem rumo
Espaço, ou direção
Em todo canto do mundo
Sinto a tua solidão.

Por ti, esperei em vão
Aceitei o meu destino,
Perdi o teu coração
O teu amor, imagino...

Preso entre a dúvida e o sonho
Procuro a realidade,
Perdi de ti, suponho
Também, a tua amizade

Eu, fechei meus olhos tristes
De perder o teu amor
Finjo agora que não existes
Para aplacar minha dor !

São Paulo, 15-06-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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