Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Caminhos escusos !




Caminhos escusos !


Caminhava nervosa e vacilante
Nas aléias do jardim arborizado
Quando soltou um grito lancinante
E ali expiou a culpa do seu pecado

Foi assaz a dor, densa e profunda
Na sinistra e pavorosa atitude
De vida escabrosa, qual vagabunda 
Para isto aponta a sua ilicitude

O comportamento leviano de mulher
Que sua honra não soube preservar
Passando a despeito a ser uma qualquer

E assim finalizou sua vida desregrada
Decidiu da mesma pra sempre se afastar
A pobre mulher... estava alucinada.

São Paulo, 30/10/2012
Armando A. C. Garcia

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Os teus conselhos pai.



Os teus conselhos pai.

Pai! Como posso não ouvir os teus conselhos
Para desviar-me do curso trôpego das paixões
E passar a acreditar em um só homem
Naquele que na morte só levou espinhos
Porque os cardos, nenhuma flor continham.

Porangaba, 25/10/2012
Armando A. C. Garcia


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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Na mágica manhã



Na mágica manhã


É o rio, rasgando a natureza
É a onda, estourando no mar
É o brilho duma estrela, com certeza
A apontar o rumo certo a trilhar

É a água, a *transubstanciar-se
É o vento, dissipando miasmas
É o sol, radiante a afastar-se
Ao cair da tarde, noite em plasmas

É a aurora, na mágica manhã
É a sinfonia do trinar das aves
É o orvalho, a gotejar da flor

É o mundo, a transpirar louçã
A cada dia que surge sem entraves
Na catedral da prima natureza
 
Porangaba, 25/10/2012
Armando A. C. Garcia

Transformar-se; mudar a substância; mudar

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Quem ...



Quem...


Quem no mundo já sofreu *empáfias duras
Empáfias que seu lindo sonho escureceu
Quem no mundo de amor nunca sofreu
É porque apagou suas conjecturas

Quebrando a efígie de seu próprio sonho
De priscos tempos, que o tempo emoldura
Na **aziaga dinâmica, quando risonho
Pensava trazer em si outra figura

O tempo passa, as empáfias, também
E sem termo a negativa universal
Essa natureza que de todos é mãe

É como um oceano cheio de sal
Neste imenso universo que alguém
Rege com sabedoria milenar, sideral !

Porangaba, 25/10/2012
Armando A. C. Garcia

*orgulho vão; soberba
**azarento; infeliz

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