Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Altruísmo

Altruísmo


Não sejas um daqueles que não faz falta
Mas sê, um conhecido da humanidade
Que teu merecimento na comunidade,
Esteja sempre cotado em conta alta !

Teus dons materiais sejam providentes
De abastecer de amor com tal firmeza
Que a terra mãe, a estável natureza
Veja em ti, um voluntário das sementes,

Que triunfa, mesmo nas adversidades
Em prol da humanidade com ânimo
Rasgando becos e ruas das cidades,

Levando à legião de desventurados
Um pouco de seu amor, magnânimo
Àqueles que precisem ser consolados !

São Paulo 26/04/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://criancaspoesias.blogspot.com


Direitos autorais registrados

Mantenha a autoria do poema

quinta-feira, 20 de abril de 2017

A banalidade


A banalidade


Trago no peito entranhada a solidão
À minha alma, já falta inspiração
Esperanças, especulações e fantasia...
São hesitações do momento a cada dia.

A banalidade da indiferença
Sofrida com calma pela descrença,
Fez de mim um intrépido lutador,
Que nem na última gota, sente a dor

E se a dor, persistir em magoar,
Do meu peito, hei de a arrancar
E não serão os delírios do coração,

Que irão impedir de eu controlar
Nem mesmo evitar de abortar
A intensidade dessa louca paixão !

São Paulo, 19/04/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
 


Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Sem um triste adeus

Sem um triste adeus


E sem um triste adeus ao meu destino,
Parti na nova caminhada da vida,
Nesta idade, não sou mais um libertino
A saudade, num instante é sentida.

Carrego de lembranças o coração
As lágrimas sentidas, são retidas
Pelo abalo moral da comoção,
As cicatrizes no peito, são feridas.

Deste mundo insensato, sem amor
Do qual parti, sem porto pra ancorar,
Sequer um lenitivo pra aplacar a dor.

Não há termos, pra expressar a agonia
Nem há porto, onde eu possa ancorar
Nesta estrada, sem sentido e heresia !

São Paulo, 19/04/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
 


Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
 

Um contra-senso

Um contra-senso


Refletindo custa a crer
Que em Deus sejamos irmãos
A ciência salva os doentes,
Pra guerra, matar os sãos.

É, ou não, um contra-senso
Do ser humano animal,
Dentre seu labor imenso
Faz o bem, questiona o mal

A vida, assim nos condena
A salvar ou a matar
Pelejamos nesta arena
Até o mundo acabar !

É, ou não, um contra-senso
Dizer que somos irmãos          
A ciência cura os enfermos
Vem a guerra, mata os sãos

Por isso me custa a crer
Que sejamos todos irmãos,
Uns vêm pra padecer
Outros, cheios de afeição !

São Paulo, 19/04/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
 


Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
 

terça-feira, 18 de abril de 2017

Castelo encantado (Infantil)

Castelo encantado (Infantil)


Naquele castelo encantado
Morava uma linda princesa
Um súdito era encarregado
De proceder toda limpeza

Certo dia caminhando,
Moço nobre ali passou
E meio desconfiado
Ao súdito, ele indagou:

Se alguém ali morava,
No castelo tão bonito,
E quem tão bem o cuidava.
Mediante o elogio inaudito,

Ele contou ao forasteiro
Que uma princesa encantada
Foi vítima dum cavaleiro
Que tentava desposá-la,

Por não ser correspondido
Encanto mandou fazer;
Pra só voltar ao sentido
Se um cavaleiro a quiser,

O moço sem mais rodeios
Prontificou-se ir ao castelo.
Tirou do cavalo os arreios,
Viu na princesa, um modelo,

Ficou deveras encantado
Ao ver pessoa tão bela
E meio desajeitado
Deu um beijo no rosto dela

E, no seu beijo quebrou
Todo aquele encantamento,
Ele, a ela amor jurou,
Foi um fausto casamento !

São Paulo 17/04/2017 
(data da criação)        
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
     
Direitos autorais registrados

Mantenha a autoria do poema

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Só !

Só !


Só, na trajetória, abandonado
Esgotado na mágoa e amargor
Cansado da vida, desventurado,
Só ! O sonho escorre como a dor.

As lágrimas dos olhos, inútil secar
Porque as da alma, jamais secarão
Esperança morta, não pode vivificar
A incessante aflição do meu coração.

Só ! Nas mãos do destino a flutuar
No silêncio, d’ ansiedade e sentimento
Contra os recifes na violência do mar

Só ! Atirado nas ondas do destino
A minha vida, caí sem um lamento
Na última prova do estágio divino !

São Paulo, 12/04/ 2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com

Direitos autorais registrados

Mantenha a autoria do poema

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O Vate

O Vate


Como o ourives cinzela uma jóia
Procuro cinzelar minha poesia
E os delírios desta paranóia
São para mim, uma eterna alegria

Como o escultor que uma pedra lavra,
Procuro lavrar a minha poesia
E procuro que a síntese da palavra
Traga o leitor à minha companhia.

E que em cada frase escrita sinta,
O que eu senti ao escrever o texto
Se não gostar, seja sincero, não minta

Diga a verdade, não tenha o pretexto
De agradar este rudimentar escultor,
Para que ele, possa melhorar o contexto  !

São Paulo, 02/04/ 2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com

Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema


O Cara chata (jnfantil)

O Cara chata (jnfantil)


Cara chata era o nome do boi selvagem
Que vivia na pradaria e escalava os montes
Tudo com uma facilidade incrível
Mas era infeliz, por falta duma companheira

Pensava em mudar-se pra outras plagas
Mas pensava que ali tinha pasto e água
E em outro lugar, como dizem as lendárias sagas
Poderia não as encontrar e ficar seco igual tábua.

Mas, um certo dia, ao passar duma boiada
Novilha desgarrada, naquele prado ficou
O cara chata, fez dela sua namorada

Reproduzindo-se, fizeram uma manada
E o isolamento, para sempre acabou

Reinando a paz e amor em toda boiada !

São Paulo, 02/04/ 2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com

Direitos autorais registrados

Mantenha a autoria do poema

A Busca do Tesouro ! (infantil)

A Busca do Tesouro ! (infantil)


Diziam que naquela ilha
Havia tesouro enterrado
Por isso pai, filho e filha
Foram buscar o almejado.

Viajaram mar sem fim,
A ilha não encontravam,
Até que um dia, por fim
Uma ilhota avistavam !

Mesmo sem mapa, sem rumo
Na ilha se aventuraram
A procurar, em resumo,
De procurar se cansaram ...

Não achando o tal tesouro,
O mar de novo enfrentaram.
Aí viram que valia ouro
As terras que não plantaram,

A aventura da viagem
Fez os três reconhecerem,
Que lhes faltava coragem
Pra suas terras cultivarem

Virão então que o tesouro
Estava em suas próprias mãos
Pois quem planta tem ouro
Nos grãos que advirão !

Conclusão, moral da história
O trabalho é um tesouro,
Sargaços escondem pérolas
E são eles que valem ouro !

São Paulo, 01/04/ 2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com

Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema


sábado, 1 de abril de 2017

Passeando em minha alma

Passeando em minha alma


Conseguiu-me seduzir a vida inteira
Passeando em minha alma e coração
Deixei-me conduzir pela ilusão
Fascinado p’la afeição verdadeira,

Anos após anos, viva na memória
Donde nunca pude tirar seu amor,
A saudade vai e volta, como a dor
Parece uma lembrança obrigatória !

Serão aspirações duma vontade,
De desejos aflorados e latentes,
O certo é, que eu, nesta ansiedade,

Chamo a saudade d’ eterna felicidade,
E no silêncio da alma vou guardar
Para sempre a minha debilidade !

São Paulo, 31/03/ 2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com

Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema