Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Apogeu x Decadência

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Apogeu  x  Decadência


O declínio é dolorido porque converge
Do fracasso, que vem depois do apogeu
É preciso estar imune ao que diverge
Para suportar o reverso; o que o sofreu.

No apogeu da vida, ninguém pensa
Que o declínio poderá acontecer,
A felicidade, não se diga ser ofensa,
Por caminhar paralela à decadência,

Não há de ser bastante outro motivo
Senão aquele que o destino nos traçou
No presente, o futuro é incognitivo
Para lhe amparar a aresta que faltou.

Depois de tanto dinheiro mal gasto
Querer remediar o fatal prejuízo
O rombo, é tarde ao procedimento nefasto,
E mostra o fundamento, da falta de juízo !

Confuso entendimento quanto ao conceito
Do justo ou injusto no fundamento
Dos desejos que correm em cada peito
Tão confuso, quanto nosso pensamento !

São Paulo, 30/04/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Imortal delírio !

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Imortal delírio !


O amor que tive por ti, virou pranto
E angústia de intenso sofrimento,
Por décadas, tu foste o meu encanto
Imortal delírio, pungindo o pensamento

E nesta fantasia sem esperança
Dessa lembrança cara, permanente
Imagino por agouro... tua *chança,
Digas, não lembrar de mim, certamente.

Paixão que se desfez tão de repente
Mudança de atitude pela ausência
D’algum tempo, sem estar à tua frente

E sem sentires o meu deliro ardente,
- Perdida, no oceano da carência.
Restou, esta saudade, ambivalente !

*dito zombeteiro; troça

São Paulo, 28/04/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Como nasce uma estrela !

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Como nasce uma estrela !

Preciosa e delicada
Caminhava pela vida
Não foi fácil à coitada
Enfrentar essa subida

Para vencer na carreira
Imposta ao principiante,
Precisa desfraldar bandeira
E ter a força de gigante.

Sem preconceitos, ter fé
Crer em si e sua força
Pedir a Deus que lhe dê
A agilidade da corça

As sementes de carinho
Que com seu carisma espalha
Vão lhe abrindo o caminho
Que o Espírito Santo lhe valha

Pisa no palco tremendo
De medo e de emoção
Seus nervos estão fervendo
Solta a voz. A ovação !

Vai galgando posições
Com seu trejeito e maneiras
Arrastando multidões
Desfraldando as bandeiras

Não foi fácil a subida
Íngreme até demais
Nada é fácil nesta vida
Com perseverança, chegais.



São Paulo, 22/04/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 


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segunda-feira, 27 de abril de 2015

A voz da razão !

A voz da razão !

Escuta a voz da razão
Porque ela indicará
Ao teu nobre coração
Onde a verdade estará

Recorrer à grande força
Sem laivos de ironia,
Sem deixar que o rabo torça
Em prol de outra fantasia

Desbrava e segue em frente
Não lutes sonho funesto
O teu viver certamente,
Será digno e não *bajesto

Definindo com coerência
Da abstração os conceitos
E com prudente paciência
Irás burilando os defeitos

Darás à alma liberdade
Ao coração, a verdade,
E morto o sonho vaidade
Sairás da **soledade !

*insignificante
** solidão

São Paulo, 27/04/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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domingo, 26 de abril de 2015

Minha alma se apequena

Minha alma se apequena


Minha alma se apequena
Ante Tua majestade
Nem Maria Madalena
Mereceu maior piedade

Se revolvo erros passados
Neste cruel pensamento
Os meus dias estão contados,
De nada vale meu lamento

O tempo reduz a cinzas
Pretensões e fantasias
Destas idéias ranzinzas
Que põe a alma em frias.

Onde nasce este tormento
Que a alma dilacera
- Nem as rajadas de vento
As leva pra biosfera

Falta-me sempre o bem
Enquanto o mal me sobeja
Eu não desejo a ninguém
Esta sina malfazeja !

Trago ausente o sentimento
Dum gesto puro e humano,
Que leve o contentamento
E não cause nenhum dano

Meu coração magoado
Foi lançado à dura sorte,
No amor foi maltratado
Que tal, não seja na morte !

Porangaba, 26/04/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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sábado, 25 de abril de 2015

Com tanto engano !

Com tanto engano !


Com tanto engano,  até o que crê, duvida
Ante a obscuridade da verdade
Que no seio das igrejas é dividida
Na falsa crença de fé e igualdade

A hierarquia que rege o sistema
Com o dízimo, está mais preocupada
Do que com o teu, ou o meu problema
Pois sua fé é vã, estereotipada.

Não agasalham na luz da verdade
O pensamento claro do Criador
Pois não pregam na apostolicidade.

Mas sim, no sórdido apego ao dinheiro
À luz nociva do ouro, e o pior,
É que arrastam a alma ao atoleiro !

Porangaba, 25/04/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Como nasce uma estrela !

Como nasce uma estrela !

Preciosa e delicada
Caminhava pela vida
Não foi fácil à coitada
Enfrentar essa subida

Para vencer na carreira
Imposta ao principiante,
Precisa desfraldar bandeira
E ter a força de gigante.

Sem preconceitos, ter fé
Crer em si e sua força
Pedir a Deus que lhe dê
A agilidade da corça

As sementes de carinho
Que com seu carisma espalha
Vão lhe abrindo o caminho
- Que o Espírito Santo lhe valha

Pisa no palco tremendo
De medo e de emoção
Seus nervos estão fervendo
Solta a voz. Vem a ovação !

Vai galgando posições
Com seu trejeito e maneiras
Arrastando multidões
Desfraldando as bandeiras

Não foi fácil a subida
Íngreme até demais.
Nada é fácil nesta vida
Com perseverança, chegais.



São Paulo, 22/04/2015
Armando A. C. Garcia 

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quinta-feira, 16 de abril de 2015

À Minha Musa

À Minha Musa

Porque me deixas sozinho
- Nesta idade que já estou
Tu, és a luz do meu caminho
És o meu pão, o meu vinho

Não me abandones ó musa
Pois sem ti, eu não sou nada
Minha mente, fica confusa
Minha alma, esfacelada !

Não busques um outro estro
Pra levar a inspiração
Reconheço, que não presto
Mas tu, és minha paixão

Temos caminhado juntos
Sofrido as mesmas dores
Foram tantos os assuntos
De regulares, aos piores

É certo que nosso povo
É exigente de mais.
Meu pedido te renovo
Não me abandones, jamais !

São Paulo, 16/03/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Nas asas dum passarinho

Nas asas dum passarinho

Deus, abençoa o caminho
Caminho que trilharei
E nas asas dum passarinho,
Ao Teu reino chegarei !

Lá encontrarei a paz
A alegria e o amor.
Tu, por certo não negarás
A este pobre pecador

Que consumido pela dor
Almeja a eterna harmonia,
Honra-me neste louvor
Dá-me paz, sabedoria

Remanso eterno de amor
És a estrela da esperança
Rútila em mim teu fulgor
Da seara de bonança

Meu coração se agita
Com Tua benção sagrada
E na providência bendita
Nos carregas na jornada

Seja de pranto ou amargura
Dás-nos conforto e apoio
Na infinita ventura
Separas do trigo o joio.

Tua bem-aventurança
Estende-se, sem fronteiras
Atende ao velho, e à criança
Nas redenções mensageiras !

São Paulo, 31/03/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
  

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