Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Soberana Majestade

Soberana Majestade


A Soberana Majestade és Tu, ó Pai
O Supremo Rei da terra e dos céus
O que cuida de todos os filhos seus
O Redentor da alma nobre, que caí

Tu, és o clímax, o Alfa e o Omega
A sede da sapiência e do amor
O tesouro, guardião da inteligência
És Tu, a preeminência da entrega !


São Paulo, 01/09/2013
Armando A. C. Garcia

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Rua da Costanilha - Miranda do Douro



Rua da Costanilha
                                              
Miranda do Douro - Portugal

Saudosa rua da Costanilha
Das quatro esquinas centrais
Onde se reunia a *matilha
Pra conversar dos demais

Como nos arcos da praça
Debaixo dos temporais.
Tudo tinha sua graça
Até mesmo, nos cabanais

Outras vezes nas adegas
Tomando uns copos de vinho
Quando não, lá nas bodegas
Com um naco de toucinho

Eram de grande alegria
As nossas conversações
Quando terminava o dia
Fazíamos nossos serões

Caminhando até à terronha
Ou até, atrás do castelo
Numa conversa bisonha
Nosso mundo era singelo

Passeando nas muralhas
Ou mesmo no adro da sé
Ouvir o grasnar das gralhas
Depois de tomar um café

Passear pelas arribas
Vendo o Douro sinuoso
Entre alecrins e urtigas
Corria o tempo ditoso 

Lá não existia maldade
Éramos todos amigos
Feliz, nossa mocidade
Hoje, são tempos antigos

Não havia televisão
Internet, nem pensar
Mas não nos faltava o pão
Nem estórias pra contar

Era o rádio o portador
Das notícias populares
Um telefone ao dispor
De manivela singular

No dia da consoada
Saíamos igual mateiros
Cortar a lenha à machada
Para acender a fogueira

Os carros de bois chiando
Sob o peso da carrada,
A malta toda gritando
Não tinha medo de nada

Tempos que não voltam mais
A vida era diferente
Hoje internet e outros tais
Tomam o tempo da gente

A cidade era pacata
Não havia desavenças
Se alguma alma era ingrata
Acertava as diferenças
                                                                              * fig. malta
São Paulo, 17/09/2013            
Armando A. C. Garcia       

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A Nova Ordem Mundial



A Nova Ordem Mundial



Urdidas na trama da hipocrisia
Com infâmia dose de covardia
Forjam convicções em sua mente
Construídas que foram adredemente

Geram resultados inconseqüentes
Pois seus esboços são inconscientes
Projetados à sombra da maldade
Nublando a lucidez da verdade

Derivando à nova ordem mundial
Por trás d’idéia pseudo intelectual
Uma conspiração instrumental
Pra eles, o sentimento nada vale

Pisoteados, como pétalas de flores
Sem nada que suavize nossas dores
Esmagarão o respeito à criação
Igualitária a uma semi-escravidão

Desse governo, sombra disfarçada
Face à natureza elitista e secreta
Princípios dessa ordem estilizada
Global de informação do planeta

Abismo da informação não divulgada
Mecanismo do império dominante
Para o domínio mundial planejada
Sigilo, na nova ordem é constante

Conspiração contra o mundo atual
Querem imbuir-se de qualidades divinas
Endeusando-se em atribuições do mal
Deixando nosso mundo em ruínas

Porque será essa vil retaliação
Será que são mais humanos que os humanos.
- Produto de mentes insanas, sem coração
Vendilhões de suas almas, qual ciganos !

Consta que um grupelho lunático
Quer mudar as estruturas mundiais
Fazendo do mundo um só país
Dizimando os que acham superficiais

Loucura igual à do Hitler, ou pior
Acham-se donos do mundo e da verdade
Os bilhões que possuem a prior
Fazem borbulhar na alma a maldade

Rugindo o mal em suas consciências
Tentarão impor ao mundo a imoral
Supressão d’humanidade e existências
Num ato insano, no mundo sem igual !

São Paulo, 16/09/2013 (data da criação)           
Armando A. C. Garcia 

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Nas garras do carcará



Nas garras do carcará

Injusta, essa justiça
Outra melhor, cá não há
O cidadão perde a liça
Nas garras do carcará

É injustiça, o assassino
Nas praias a velejar
A vítima do mau destino
No cemitério a acampar

Injustiça, este descaso
Da lei, com o cidadão
Pois a lei, conforme o caso
Vê a insígnia do cifrão

Que cada caso, é um caso
Isso, todos nós sabemos
Para uns tem um embaso
Outros; os protegemos

Vejam o caso mensalão
Com o tribunal dividido
Uns pela condenação
Outros, pra não ser punido

É tamanha a aberração
Que o povo não acredita
Que haja fiel intenção
No resultado da vindita

É por isso minha gente
Que ninguém crê em justiça.
O melhor é ser prudente
Ficar fora dessa liça

São Paulo, 12/09/2013            
Armando A. C. Garcia