Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Natal 2017

Natal  2017
Senhor,          
Eis-me aqui novamente neste Natal.    
  
                   

  

        



Feliz Natal 2017

Com votos de BOAS FESTAS

O Deus menino, na manjedoura da esperança,
Ao mundo veio trazendo em si a paz
A benção de conforto à lágrima que avança
Na luta indefinida, em seu olhar perspicaz.
                                                                                        
Eis a Estrela a chamar-te piamente                           
Ao celeiro de luzes e das auroras
Onde sentirás júbilo constantemente,
Consolação e paz avassaladora

No caminho da ascensão sublime
Aprimora tua fé pra ascender à glória.
Os espinhos e amarguras te redimem,
Na mensagem do Cristo, está a vitória.

Ouve Dele, sua palavra redentora
Aprimora, aperfeiçoa o sentimento,
Dá mais que uma migalha àquele que chora
Dá afeto, afeição, que também é alimento

Neste Natal, não te detenhas apático
O tempo, urge que faças uma aliança
E não precisas ser, um ser carismático
Para lembrares da alma, sem tardança.

Vamos lá ó meu irmão, chegou a hora
De promoveres na vida esta mudança
Socorre neste mundo aquele que chora
Para teres no além a bem-aventurança !

    Feliz Natal - 2017     e                                      
    Alvissareiros sucessos de                                      
    Próspero Ano Novo – 2018                                        
                                                                                                    
      São Paulo, 05/09/2017 (data da criação)                        
      Armando A. C. Garcia     
                                           
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Beleza e mocidade

Beleza e mocidade


Beleza e mocidade perdem-se no caminho,
São passageiras, como fama e sucesso
A vaidade e orgulho, é retrocesso
Igualmente, acaba-se o vil carinho.

Consiste em vencer, somos confundidos
Pelo tempo contínuo e indefinido
Na ocasião apropriada ao comedido
Lutamos por vencer, somos vencidos

Se procede este sonho no caminho
Dum rosto cristalino, hoje engelhado
C'o resto do corpo, em igual desalinho,

A beleza e a mocidade definharam
-A cabeça não precisa de penteado
E a fama e o sucesso, se acabaram !

São Paulo, 30/10/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Quando as luzes se apagam

Quando as luzes se apagam


Sentimos a escuridão
Notamos que nossos sonhos
Não foram sonhos em vão

Lembranças pairam no ar
Dos bons tempos que passaram
Voltamos a caminhar

Na saudade de revê-las
E de poder recordar
- Caminhos e sentinelas.

Andando de par em par
Como que fossem estrelas
Para nos iluminar,

Só quando as luzes se apagam,
Damos valor ao luzeiro
E esperamos que não tragam

A volta ao candeeiro
Passado de outras eras
Na estrela do cruzeiro!

São Paulo, 26/10/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

No jardim...

No jardim...

Parecia que eu tinha amor
O mais profundo da vida
Eras para mim uma flor
No jardim de minha vida

Esperança do meu futuro
Pra minhas lágrimas secar
Mas como fui imaturo,
Em poder-te acreditar.

As lágrimas qu’hoje derramo
São as de meu coração
Que chora por que te amo
Mesmo em conspiração

A esperança que previa
Desfez-se qual vendaval
- Nem a tua companhia
Tive como artesanal,

Enfim, estou só no caminho
Que tenho a percorrer
Sem amor e sem carinho
Da que foi minha mulher

No mundo celestial
Encontrarei o carinho
Que de ti, foi condicional
Ao afastar-me do ninho

Tu foste a linda princesa
Dona do meu coração,
Te cansaste, e com certeza
Incrustaste a ilusão !

São Paulo, 01-10-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Entre nós tudo acabou

Entre nós tudo acabou


Nosso tormento, já se acabou
Hoje, tu és livre, e eu, também sou
Eu não ouço mais o teu lamento,
Tu, também... não ouves meu alento!

Eu, não era o homem que almejavas
Nem tu, a mulher que eu imaginava,
Ambos erramos nossos pensamentos
Daí, punir o erro daqueles momentos.

Desfez-se para sempre o louco intento
Não tive de ti o fiel merecimento
Se algum raio de razão cabe no peito
Por teu carisma, agora é desfeito.

Destarte, conheci o fim de meu fado
E a falsidade de teu doce agrado 
Sei que são quimeras os bens do mundo
Vi, tua vã figura, nesse amor infecundo!

São Paulo, 21/09/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

A Primavera – II

A Primavera – II



Vede como é bela a primavera florida
Árvores frutíferas, campos verdejantes
Vede como é belo, o primeiro amor da vida
Estampa-se a alegria, nos rostos radiantes

A primavera, vestiu sua túnica florescida
Para cobrir de graça a alegria esplendorosa
O nascer e o pôr do sol, a manhã garrida
Tornando a vida neste mundo cor de rosa

Houve-se o murmúrio das águas no riacho
Num arroubo prazeroso tudo em festa
Encanto, ostentação, luz e claridade

Na quietude mansa do prado e da floresta
As aves buscam acasalar com seus machos
Florescem as rosas, tudo é fertilidade !

Porangaba, 21/09/2012 (data da criação)
Armando A. C. Garcia


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A PRIMAVERA

A PRIMAVERA 


Ficam floridas as amendoeiras
As árvores se cobrem com novas folhas
A natureza recupera o esplendor   
Após dias tenebrosos de escuro inverno
A vida se aquece, enfeita a natureza
Engalanada no perfume da flor

É a festa da perpetuação da vida
Renovação que os olhares procuram
Na alegria do renascer das flores
No gorjeio que o júbilo convida
Os casais de passarinhos, que se arrulham
Exprimindo com doçura seus amores

A primavera é a estação do amor
Quando desabrocham os brincos de princesa,
Os agapantos, lírios e as margaridas,                                 
As hortênsias, e as violetas multicor
O jasmim, e a dama da noite, com certeza,
Perfumará as flores mais coloridas

Os jardins de azaléias, e gardênias
Gérberas, ciclones e prímulas,
Hibiscos, centáureas e amores perfeitos
Florescidos, cercados de estefânias
Com purpúreas flores pêndulas
Sobre o jardim que se chama primavera !

São Paulo, 06/09/2006 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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terça-feira, 19 de setembro de 2017

A Corrupção

A Corrupção


Corrupção é despotismo brutal,
À mercê dos grilhões da Liberdade
Que traz no seu influxo deslealdade
Ao pendão e à glória nacional .

Oculta o amor pátrio, torce a verdade
Dela, não raia a prima exatidão
À ética, à salutar administração
Normas constitutivas da lealdade.

O que disfarça, dissimula e finge                 
É a ignomínia, a grande desonra
Daquele a quem o mau poder atinge,

É um monstro fabuloso, uma esfinge,
Uma criatura desprovida de honra,
É um falsário, que mal a lei o atinge !


São Paulo, 19/09/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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domingo, 3 de setembro de 2017

Cetíneas bocas

Cetíneas bocas


Inocentes sonhos, lindas fantasias
Lampejos esculpidos em devaneios
Quimeras  utópicas, mil alegrias
Delírios incontidos, mil anseios

Cetíneas bocas, por momentos minhas
Onde andais caladas; nem dais sinais
Fazeis verão, igual às andorinhas...
Só que elas voltam. Mas vós, não voltais

Os quentes beijos jamais poderei esquecer
Hei-de morrer sonhando feliz, contente
Ao sentir vosso calor se desprender

Nesta saudade viva, permanente
Onde outrora no seu enrubescer
Juravam amar-me eternamente !

São Paulo, 03-09-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Carinhosa Mãe

Carinhosa Mãe


Carinhosamente me embalaste
Em teu colo, mãezinha querida
Fui cruel e tu nunca te enfadaste
Sempre presente em toda minha vida

Eras dócil na meiguice e ternura
Jóia rara de matéria preciosa
Tu, foste no mundo, a nova aurora,
Criatura piedosa e corajosa.

Do modo mais natural teu caminho,
P’la vida passageira e apressada,
Nunca deixaste de me dar carinho.

Mesmo nas horas de ressentimento,
A ti devo a vigia das madrugadas
Quando moço, buscava divertimento

São Paulo, 03-09-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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sábado, 2 de setembro de 2017

No útero do pensamento

No útero do pensamento

Este mal que atormenta
A minha concepção,
A entrada dos oitenta
É chaga no coração.

São abstrações criadas
No útero do pensamento
E nos moldes baseadas
No mais puro sentimento

Ponto de vista, opinião
Noção, idéia, conceito
Carácter, índole, razão
Que se carrega no peito

Com coragem e emoção
Energia, desprendimento
Onda que toca o coração
Substância do elemento

Altruísmo, abnegação
Como a própria natureza
São forças do  coração
Da criatura, a grandeza !

São Paulo, 02-09-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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