Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 18 de março de 2023

SENHOR !...

 SENHOR !...

 

Ó Senhor! A Tua luz,

Irradia sobre mim

Pois só ela me conduz

Ao Teu alado Jardim !

 

Nesse Teu Jardim de amor

Serei humilde jardineiro

Para suavizar a dor

Que sufoca o mundo inteiro

 

E nesse Ninho de paz

Harmonia e devoção

Eu espero, ser capaz

De louvar-te em oração

 

Ó Senhor estende a luz

A este pobre mortal

Para em Teu nome Jesus

Ser um ser mais racional

 

E quando a Ti, eu chegar

Levar no humilde bornal

- Aberta de par em par

A alma, isenta do mal.

 

São Paulo, 09/09/2010 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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No Caminho Perdido... !

No Caminho Perdido... !

 

Perdido no caminho, caminhava

Sem saber o rumo certo ou direção

Nem mesmo se a casta o apoiava

Ou se era a ausência de ambição

 

Num solo estéril parecia caminhar

Sua estranha atitude dava aflição

Andava desgarrado sem onde apoiar     

Parecia até, que lhe faltava o chão...

 

Ficava horas e horas naquela modorra

Não se via um sorriso em sua boca

Certo dia, porém, alguém lhe falou

Para ir numa igreja que tem na Mooca

 

Relutando, aquiesceu na idéia

E se encaminhou ao local indicado

Atingido, contou ao pastor sua odisséia

E este mostrou-lhe o caminho elevado  

 

Falou-lhe de Deus e de seu filho Jesus

Da expiação suprema que ele passou

Então filho... como Ele carrega a tua cruz

Cheio de resplendor, em Deus acreditou

 

Desse dia em diante, sua vida mudou

Passou a ser alegre, contente e feliz

Começou a trabalhar porque confiou 

E o Criador lhe corou a cicatriz !

 

25-10-2021 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Meu Deus,

Meu Deus,

 

Não sou digno de bater à tua porta

Só Tu sabes dos gemidos de tristeza

Do grande infortúnio, que ninguém conforta

Não me detenhas, na porta da incerteza

 

Deixa entrar, no lindo asilo tutelar

De Teu palácio de amor e carinho

Para a alma finalmente descansar

De tão árduo e escabroso caminho

 

A senda foi penosa, estranha e dura

Cheia de angústias e desencantos cruéis

Sem Tua estrela, a noite era mais escura

E a esperança, semimorta. Bem o sabeis !

 

A aspereza da angústia e da amargura

Alivia-a Oh! Deus com a gota universal

De Tua tutelar e sublime ventura

Que irradia a Tua amplidão Divinal.

 

Estende a Tua mão de eterna Aurora

Aqueles que exultam Tua paz e amor

Dá-lhes Senhor Tua luz que resplendora

E estanca o sofrimento de quem chora !

 

São Paulo, 20/05/2014  (data da criação)

Armando A. C. Garcia 

 

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I s r a e l

 I s r a e l


À mesma Terra Santa aonde o Cristo
Nasceu na manjedoura há dois mil anos
Voltaram; os Judeus, sempre escorraçados
Por sucessivas gerações de antepassados
Para num deserto de puros desenganos
Fazerem um jardim de puros lhanos

Trouxeram de novo àquela Terra Santa
As mesmas guerras de ideologias
Predominando de novo os fariseus
Sendo, como antes, os mesmos ateus
Que duvidaram da vinda do messias
Do anjo e da palavra sacrossanta

Se Ele voltasse decorridos estes dois mil anos
Não haveria certamente reis magos a adorá-lo
Que lhe levassem de presente mirra incenso e ouro
Mas talvez os presidentes enviassem seu tesouro
As armas atômicas para dia e noite vigiá-lo
Tal como Herodes, com receio de perdas e danos


10-01-2004 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Escola bendita !

Escola bendita !

 

Eu percorri mil caminhos

Em busca da paz e do amor

Sabe aonde os encontrei

Na palavra do Senhor

 

É este o caminho correto

De quem busca a felicidade

Não seja um analfabeto,

Na procura a verdade !

 

E nessa escola bendita

Encontrarás alegria

Ao que estuda e confia

Mundo novo descortina

 

Sê fiel, ama e perdoa

Fé em Deus e confiança

Mesmo que a alma te doa

Não percas a esperança

 

Tem afeição e carinho

Consola no sofrimento

Semeia luz no caminho

Terás certo o pagamento.

 

São Paulo, 05/09/2014 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Deus de misericórdia

Deus de misericórdia 


Senhor, Deus de misericórdia 
Perdoai as faltas que cometemos 
Não se esgota a taça da discórdia 
Se uma vida santa, não vivemos 

Sem amor, a máscara se apouca 
A ventura é fugaz, ilusória 
É o disfarce desta gente louca 
Que *álacre sonha obter a glória 

Ó pai! apaga do anímico registro 
O horrendo gérmen do infortúnio 
E leva a cada alma a crer no Cristo 

Só assim, alcançarão a vitória, 
Entrementes, a lua em novilúnio 
Os espíritos, conseguirão a glória ! 
• Alegre 

Porangaba, 07/02/2014 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Ao Onipotente

Ao  Onipotente

 

Senhor, a Tua dor doeu em mim

Os cravos que te infligiram eu senti

Não me deixes morrer assim

Perdoa-me se algum dia te menti

 

Até quando conciliar-me eu procuro

Na mansuetude de teus ensinamentos

Não consigo alcançar essa virtude

E só tropeço em vãos pensamentos

 

Algum dia vislumbrarei, certamente

O caminho correto da redenção

E só nele trilharei eternamente

Imbuído de Tua paz no coração !

 

São Paulo, 21/10/2014 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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