Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

domingo, 19 de junho de 2022

Instantes !...

Instantes !...

 

Há instantes, à instantes

Num instantâneo momento

Nada será como antes

Nem mesmo o comportamento

 

É transitório, passageiro

Um instante de alegria

Mas é final, derradeiro  

Quando nos chega a agonia

 

Sofrimento e amargura

De angústia e aflição

Decadência, má figura

Quando para o coração.

 

São instantes pertinazes

Que todos temos de passar,

Vê nos momentos fugazes

Se a Deus te podes chegar

 

Busca Nele a eterna paz

Nos instantes de exultação

Sendo a vida tão voraz,

Não te percas na omissão.

 

São Paulo, 19/06/2022 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Rebenqueando !

Rebenqueando !

 

Rebenqueando das lembranças

Sinto teu peito junto ao meu,

Podem estar mortas as esperanças

Mas a saudade, não morreu

 

Flagelado, sem acolhimento

Relembrando os tempos idos

Vejo em ti, a todo momento

Airosos projetos perdidos

 

No vil destino ninguém manda

Tropeços que a vida nos dá

N’atribulações a gente anda

E deixa o mundo como está !

 

São Paulo, 19/06/2022 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Caminhaste em via torta

Caminhaste em via torta

 

Não batas à minha porta

Suplicando o meu perdão

Caminhaste em via torta

Aguenta pois esse rojão

 

Nada mais a esse respeito

Ouvirei de tua boca

Voltar já não tem mais jeito

Fica quieta em tua toca

 

Devias antes pensar

No pecado que fizeste

Eu não poderei amar

Quem age qual cafajeste

 

Infame procedimento

Comportamento escuso

Não penses que eu lamento

O teu indigno abuso

 

Hoje livre dessa alforria

Do jugo que em mim puseste

Vivo em paz e alegria

Tu, a tal te opuseste !

 

Não batas à minha porta

Teu feito, não tem perdão

Minha toada está morta

Mas vivo o meu coração !


São Paulo, 19/06/2022 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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sexta-feira, 17 de junho de 2022

A Petrobrás e o Governo !...

A Petrobrás e o Governo !...

 

Vemos a Petrobrás seguir os preços

Da vil paridade de importação

E o Governo, aceitar seus retrocessos,

Impondo sua intransigência à Nação

 

Sendo o Governo o acionista majoritário

Não pode este, à sua vontade se curvar

O petróleo e o gaz, um bem utilitário

Não podendo nesta crise aumentar

 

Entendo, na minha modesta visão

Que o Sr. Presidente da República

Deva imediatamente tirar esse rufião

Qu’aumenta a cada dia, a lida pública

 

Inconcebível gerar valores aos acionistas

Em detrimento dum povo sofredor

Mais parece um pária esquerdista

Infligindo ao povo, tão grande dor

 

Mantendo o vil padrão da paridade

Ele está beneficiando os acionistas

Em prejuízo de quem passa necessidade

Parecendo, dissimular suas vistas !

 

São Paulo, 17/06/2022 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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quinta-feira, 16 de junho de 2022

Mutações !...

Mutações !...

 

O mundo é feito de mudanças

Mudam-se os sentimentos

Mudam-se as esperanças

E no imo dos pensamentos

As razões destas andanças [AG1] 

 

São Paulo, 16/06/2022 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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 [AG1]

A mulher dos meus encantos

A mulher dos meus encantos

 

A mulher dos meus encantos

Num castelo de ilusões

Foi a mulher dos meus prantos,

Que não dormiu em meus lençóis

 

Era bela e majestosa

Tinha um porte de rainha

Altiva e muito vaidosa

Cheguei a crer... seria minha

 

Era a mulher dos meus sonhos

Sonho, que logo gorou

Entendimentos bisonhos

Que meu coração esfacelou

 

De beleza fascinante

E seu olhar fulguroso

Verdadeiro diamante

Com seu cabelo frondoso

 

Era a flor da minha vida

O meu primeiro amor

Mulher nunca esquecida

Tinha um corpo sedutor

 

Fui leal e apaixonado

Nada disso me valeu

Por ela, fui afastado

Porque seu amor... morreu !

 

São Paulo, 15/06/2022 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

 

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terça-feira, 14 de junho de 2022

Os salafrários !

Os salafrários !

 

Todos esses salafrários

Que burlaram a Nação

Pelo Supremo libertados

Para disputar a eleição

 

Chego a crer que na verdade

Honesto, não tem algum

Compromisso e lealdade

Não enxergo em nenhum

 

Eles estão c’oa burra cheia

De barras de ouro e ações

Enquanto o povo serpenteia

Eles deitam em limpos lençóis

 

Certamente irão também

Nos espoliar novamente,                   

Se o Erário os mantém   

O povo, é complacente

 

Ao votar nos salafrários

Que burlaram a Nação

E da prisão liberados

Para reduzir nosso pão

 

Atentos nós estejamos

A essa vil liberação

Nessa comédia, cotejamos

Que seu lugar, seja a prisão

 

Parasitas, hospedeiros

Da nossa grande Nação

São arautos mensageiros

Do desejo e d’ambição !

 

São Paulo, 14/06/2022 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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