Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Tristemente

Tristemente


A teu lado tristemente enternecido
Cismando este lamento, esta desdita
Inquieto, do mundo me julguei perdido
Como vôo do pensamento, acredita

Qual criança, em melancólica  jornada
Depus do imaginário e  da razão
A  forma passageira da  caminhada
Que enlutava meu triste coração

Porangaba, 13-01-2018 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

A fronte inclino

A fronte inclino



Ante Vossa Majestade a fronte inclino
E rendo graças a teus pés, Rei da Glória
A Ti devo honrar, meu Rei Celestino
E arquivar teus ensinamentos na memória

A Ti, ó Pai, Rei do amor e da alegria,
O Deus da natureza e da brandura
Afasta de nós a angústia e agonia,
E deposita amor em toda a criatura.

São Paulo, 07/12/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O Natal - 2017

O Natal - 2017



O Natal é o renascimento da esperança
É vida nova, na vida de cada dia
É o caminho da chama da bonança
É da alma o alvéolo da alegria

O Natal é perspectiva de promessa
Expectativa de tranquilidade e união
Do filho pródigo que ao lar regressa
Levado pelo amor de seu coração

Em toda a natureza há sorrisos e cânticos
Nasceu Jesus, a via universal palpita
A árvore da vida aquece os românticos 

Nos laços familiares o coração se agita
Do berço humilde ecoam pacíficos
Cânticos de amor e de paz bendita !

São Paulo, 19/12/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Natal 2017

Natal  2017
Senhor,          
Eis-me aqui novamente neste Natal.    
  
                   

  

        



Feliz Natal 2017

Com votos de BOAS FESTAS

O Deus menino, na manjedoura da esperança,
Ao mundo veio trazendo em si a paz
A benção de conforto à lágrima que avança
Na luta indefinida, em seu olhar perspicaz.
                                                                                        
Eis a Estrela a chamar-te piamente                           
Ao celeiro de luzes e das auroras
Onde sentirás júbilo constantemente,
Consolação e paz avassaladora

No caminho da ascensão sublime
Aprimora tua fé pra ascender à glória.
Os espinhos e amarguras te redimem,
Na mensagem do Cristo, está a vitória.

Ouve Dele, sua palavra redentora
Aprimora, aperfeiçoa o sentimento,
Dá mais que uma migalha àquele que chora
Dá afeto, afeição, que também é alimento

Neste Natal, não te detenhas apático
O tempo, urge que faças uma aliança
E não precisas ser, um ser carismático
Para lembrares da alma, sem tardança.

Vamos lá ó meu irmão, chegou a hora
De promoveres na vida esta mudança
Socorre neste mundo aquele que chora
Para teres no além a bem-aventurança !

    Feliz Natal - 2017     e                                      
    Alvissareiros sucessos de                                      
    Próspero Ano Novo – 2018                                        
                                                                                                    
      São Paulo, 05/09/2017 (data da criação)                        
      Armando A. C. Garcia     
                                           
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Quando as luzes se apagam

Quando as luzes se apagam


Sentimos a escuridão
Notamos que nossos sonhos
Não foram sonhos em vão

Lembranças pairam no ar
Dos bons tempos que passaram
Voltamos a caminhar

Na saudade de revê-las
E de poder recordar
- Caminhos e sentinelas.

Andando de par em par
Como que fossem estrelas
Para nos iluminar,

Só quando as luzes se apagam,
Damos valor ao luzeiro
E esperamos que não tragam

A volta ao candeeiro
Passado de outras eras
Na estrela do cruzeiro!

São Paulo, 26/10/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

No jardim...

No jardim...

Parecia que eu tinha amor
O mais profundo da vida
Eras para mim uma flor
No jardim de minha vida

Esperança do meu futuro
Pra minhas lágrimas secar
Mas como fui imaturo,
Em poder-te acreditar.

As lágrimas qu’hoje derramo
São as de meu coração
Que chora por que te amo
Mesmo em conspiração

A esperança que previa
Desfez-se qual vendaval
- Nem a tua companhia
Tive como artesanal,

Enfim, estou só no caminho
Que tenho a percorrer
Sem amor e sem carinho
Da que foi minha mulher

No mundo celestial
Encontrarei o carinho
Que de ti, foi condicional
Ao afastar-me do ninho

Tu foste a linda princesa
Dona do meu coração,
Te cansaste, e com certeza
Incrustaste a ilusão !

São Paulo, 01-10-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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Entre nós tudo acabou

Entre nós tudo acabou


Nosso tormento, já se acabou
Hoje, tu és livre, e eu, também sou
Eu não ouço mais o teu lamento,
Tu, também... não ouves meu alento!

Eu, não era o homem que almejavas
Nem tu, a mulher que eu imaginava,
Ambos erramos nossos pensamentos
Daí, punir o erro daqueles momentos.

Desfez-se para sempre o louco intento
Não tive de ti o fiel merecimento
Se algum raio de razão cabe no peito
Por teu carisma, agora é desfeito.

Destarte, conheci o fim de meu fado
E a falsidade de teu doce agrado 
Sei que são quimeras os bens do mundo
Vi, tua vã figura, nesse amor infecundo!

São Paulo, 21/09/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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