Na imensidão do silêncio. – 16-01-2026
Na imensidão do silêncio.
Eu ouvi teu coração,
Era todo florêncio
E rogava compaixão,
D’causa oculta preterida
P’la tua imaturidade.
Tua alma, arrependida
Face à tua fatuidade,
Vives hoje deprimida
Sem puder falar porquê...
Vives triste constrangida
E escondida no sopé.
Teu coração igualmente
Longe da felicidade,
Escolheu a aparente,
Desprezou sublimidade.
Tudo na vida é assim
Se não há honestidade,
O amor é um jasmim
Prescinde da lealdade.
São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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