As vítimas da crueldade -
15-01-2026
De forma mal tratada e adjacente
Caminhava triste, e
tristemente
Na cidade, pelas ruas
insolentes,
Aos perigos e contratempos
eminentes.
Não sentia proteção pelo
Estado
A cada passo, poderia ser
levado,
P’los bandos que dominam a
cidade
Sendo sequestrado sem
piedade,
Levado ao cativeiro, nas
quebradas
Com horas de angústia, mal
passadas,
Ameaças de morte e toda a
sorte
De torpezas, exposto até à
morte.
Fazem transferências de
suas contas
Compras, empréstimos de
grandes montas,
Perpetram atrocidades,
truculências
Num sem número de vis
violências.
Esta é a cidade que nem a
aliança
No dedo pode usar, com
esperança
De co’ela poder em casa
retornar,
Igualmente, o pequeno
celular.
A isto estamos diariamente
expostos
Não adianta cobrir os
nossos rostos,
Porque eles, estão nas
motos em cada canto
Surpreendendo-nos no
desencanto.
Sua jactância e bazófia é
notória
No meio da rua sacam sua pretória,
Fazendo sua justiça
publicamente
Sem receio, porque polícia
ausente.
São Paulo, 15/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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