D I A S - 10-08-1998
Tem certos dias
na vida da gente
Que a gente
queria não tivessem iniciado,
Em contrapartida
tem certos dias, que a gente
Queria nunca
mais vê-los terminados !
Tem dias em que
a felicidade é infinda,
Outros só
tristeza, e mágoa desvalida,
Tem dias em que
a noite é quente e linda,
Outros em que é
fria, triste, esquálida.
Tem dias em que
a gente olha as estrelas.
E vê nelas uma
esperança de consolo.
Outros... em que
olha e não consegue velas,
Evaporam... qual
água que toca o manjolo.
Como a gente tem
dias de felicidade,
Tem dias de paz,
de amor e paixão,
Tem dias de dor,
sofrimento e saudade
Tem outros em
que exulta o coração.
Tem dias de
reminiscências passadas
Outros de
resipiscências morais,
São lembranças
de tudo ou quase nada,
Dias que passam
e não voltam mais!
Como a gente, os
dias são incomuns entre si
Enquanto uns são
radiantes ensolarados,
Outros são
nebulosos, taciturnos,
Que na vida
ocorrem no seu transcurso diário
A gente encara a
vida e nega os fatos.
Mesmo em si os
dias não são todos iguais
Enquanto uns são
bonitos, ensolarados,
Outros tristes,
frios, chuvosos, terminais
Parecendo que o
mundo está acabado.
Como a gente tem
dias de felicidade
Tem dias de paz,
amor e de paixão.
Tem dias de dor,
sofrimento e saudade
Tem outros em
que exulta o coração
Tem dias de
reminiscências passadas
Outros de
resipiscências morais,
De lembranças de
tudo ou quase nada
Dias em que
passam e não voltam mais.
São Paulo, 10/08/98
Armando A. C. Garcia
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