Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 8 de março de 2014

MULHER !

MULHER !...
(Replay) Dia da Mulher 08 de março


Tu és um misto de ternura
A imagem que emoldura
A alma e o coração

Tu és a anônima obreira
Mãe, mulher e companheira
Que levanta ao sol nascer

Numa luta de coragem
Tu és a prima imagem
És o esteio do lar

Todos buscam teu abrigo
Pois todos contam contigo
Para a palavra final

És a rainha do lar
E nunca deixas faltar
O equilíbrio e a razão

Labutas em desigual
Tua razão principal
Em tudo está presente

Dás duro o dia inteiro
Em casa e no canteiro
A realidade confundes

Tens a tarefa dobrada
Nunca te dizes cansada
Nem negas o teu amor

Mulher que fala e faz
Dá conta e é capaz
De ser mãe e companheira

Na tristeza ou na alegria
No amor ou na folia
O corpo exausto! Só..

Mulher, mãe ou namorada
És eterna apaixonada
A amante insana, a viver!

Mulher de vários talentos
Não ouças os meus lamentos
Neste dia a ti consagrado

És espelho da candura
Refletes a formosura
Dizes ao mundo quem és !

São Paulo, 07 de março de 2005 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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MULHERES - Aceitem minhas desculpas por não produzir um texto novo, na verdade não o tenho feito, porque para mim ele é perfeito. Sem narcisismo. Abraços poéticos no vosso dia

sexta-feira, 7 de março de 2014

O marco do caminho



O marco do caminho


O pão, é o alimento do corpo
A prece, o alimento da alma
A fé, é o marco do caminho
A esperança, o marco da caridade !

São Paulo, 06/03/2014
Armando A. C. Garcia

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quarta-feira, 5 de março de 2014

Ao Sol da Verdade

Ao Sol da Verdade

Dissolutos de sonhos e de quimeras
Que viveis alucinados em aparências
Mais tarde sofrereis duras consequências
Lá, as sombras da razão à vossa espera

No denso abismo de pompas e chalaça
Sem pejo, jogastes a santa redenção.
Da adversidade, soltaste o grilhão
Pelas coisas vãs do mundo, a desgraça!

Crédulos mortais, de sujos negros fados
Despertai ao sol da verdade e razão
Da cega ambição, buscando consolação
Na face amena do ser mais elevado

Afastai penúria cruel de vãos desejos
Caminhai em sentido avesso, oposto,
O monstro da iniquidade em retrocesso
Vê-lo-eis perder o comando de seu posto

É hora de sepultar no denso abismo
As coisas vãs que a sociedade adora
E clamar por piedade mundo afora
Afastando da alma o ocultismo

Deus é a consolação da humanidade
Vos inspire no sagrado lema, ternura
E num lampejo de amor, a brandura
E vendo um peito a gemer, a caridade!

São Paulo, 05/03/2014 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 


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terça-feira, 4 de março de 2014

O Simples Labor

O Simples Labor


O nectário floral, nutre o beija-flor
E faz a abelha zumbir em seu redor
E desse celeiro, ninho de amor
Da candura inocente de cada flor

Surge a doce substância chamada mel
De angélica fragrância, o néctar da flor
E pela constância do afinco labor
Dessas obreiras, no trabalho fiel

No esplendor imorredouro a cada dia
Vão granjeando o sustento no farnel
Para suprir as necessidades com o mel
Extraído, até da perfumada orquídea !

Para em noites caliginosas e frias
Alimentarem o enxame da colméia\.
Se expira ao pôr do sol a sua ceia
Nunca terão aflições e agonias

Seu corporativismo é da melhor idéia
Organização por tarefas de trabalho
Por isso nunca lhes falta em seu baralho  
Uma rainha que comande a colméia !

Porangaba, 04/03/2014  (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Projetei a felicidade

Projetei a felicidade

Projetei a felicidade
Sem esquadro, sem prancheta.
E sem saber na verdade
Como ela se projeta !

Projetei a felicidade
Pros dias de minha vida
Ó! Quanta contrariedade
Quanta intempérie sofrida

Quantas vezes a ventura
Parecia estar a meu lado
Com tamanha envergadura
Que me deixava encantado

A felicidade era um sonho.
O presente, sem esperança
Novo degrau que transponho
Sem merecer a confiança

No ciclo da natureza
Há um momento fugaz
De felicidade e riqueza
Que passa, deixando atrás

Os momentos de ventura
De um abraço caloroso
Vez que o sonho pouco dura
E menos, ao desditoso !

Oportunidades na vida
De um futuro brilhante
Aspiração pretendida
E um cargo importante


Desiderato dirás !
Na sorte de cada um
Mesmo correndo atrás,
Não alcancei nenhum !

São Paulo, 27/02/2014 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O Silêncio



O Silêncio



Palavras que nada dizem

No silêncio se consomem

Mágoas cítricas predizem

Os túrgidos frutos do homem



Calar, supremo valor

Num mar de ondas sem rumo

Quem cala, tem bom alvor,

Os vitupérios, são fumo !



Lodos se arrastam, responde...         

-Bem ao fundo do armário

Ond’o anonimato esconde

As penas do seu calvário



Em vez de usar mordaça

Pra puder ficar calado

Age como cão sem raça

No seu latir enjaulado



A cacimba pantanosa

Fétida água recolhe

A cisterna, mais airosa

Só a límpida acolhe



Ao fosso do teu silêncio

Recolhe orgulhosa ira

Não te chamas Inocêncio

Nem te faças de caipira !



São Paulo, 25/02/2014  (data da criação)

Armando A. C. Garcia



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