Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Nascente x Poente

 Nascente  x  Poente

 

Há nascente e há poente

Nesta vida, certamente

Nós já estamos no ocaso

Ás vezes, vencido o prazo

 

Por isso alô minha gente

Seja na peste prudente

Use máscara e álcool gel

Vez que a Covid é cruel

 

A prevenção evita dano

Não obedecer é leviano

Proteger é conservar

Pro coração acalmar

 

Não usar máscara é engano

Procedimento leviano

Que pode levar ao ocaso

E partir antes do prazo !

 

25/11/2010

Armando A. C. Garcia

 

Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

                                 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Quando na madrugada

Quando na madrugada

 

Quando na madrugada

A luz do sol vence as trevas

E vejo o orvalho da manhã

Sinto a presença de Deus

 

E a beleza da cândida flor

Meus olhos são o espelho

Onde o orvalho brilhante

Se espraia na natureza

 

No silêncio a luz se assoma

Rasgando o nudez da noite

Na mansidão da aurora

Sinto a harmonia, o frescor

 

Vejo a virtude de Deus

Que o horizonte revela

E o belo da natureza

Cobrindo estrelas do céu

 

19-01-2021

Armando A. C. Garcia 

 

Visite meus blogs:        

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

 

 

 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

PORTO - Portugal

 

PORTO - Portugal

 

Nosso Porto, é Portugal

Terra de encantos mil

No mundo não há igual

És primavera de abril

 

No rio Douro a teus pés

Navegam vinhos do Porto

Na ribeira, antes galés

Hoje navios, de conforto.      

 

- Dela sobem as varinas

Apregoando o seu peixe

E afirmam ser verdadeira

A qualidade. Não o deixe

 

Ainda têm o cheiro do mar

As sardinhas que carrego

A canastra é mais que o mar

É aroma que vos entrego.

 

- As casas de corres garridas

Mesclando toda a ribeira

Dão espaço aquele lugar

Igual as cores da traineira

 

São lindas as suas cores

És fausto de toda glória

Brilhas com todo esplendor

´Cidade invicta, na vitória

 

Com cinco letras apenas

Se escreve teu lindo nome,

- O protetor dos mecenas     

Que nem os anos consome

 

És poderosa negocista

Como tu, não há igual       

Teu comércio atacadista,

Abastece todo Portugal !       

 

15-01-2021

Armando A. C. Garcia 

 

Visite meus blogs:        

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

A Nova Ordem Mundial (replay)

 

A Nova Ordem Mundial (replay)


Urdidas na trama da hipocrisia

Com infâmia dose de covardia

Forjam convicções em sua mente

Construídas que foram adredemente

 

Geram resultados inconseqüentes

Pois seus esboços são inconscientes

Projetados à sombra da maldade

Nublando a lucidez da verdade

 

Derivando à nova ordem mundial

Por trás d’idéia pseudo intelectual

Uma conspiração instrumental

Pra eles, o sentimento nada vale

 

Pisoteados, como pétalas de flores

Sem nada que suavize nossas dores

Esmagarão o respeito à criação

Igualitária a uma semi-escravidão

 

Desse governo, sombra disfarçada

Face à natureza elitista e secreta

Princípios dessa ordem estilizada

Global de informação do planeta

 

Abismo da informação não divulgada

Mecanismo do império dominante

Para o domínio mundial planejada

Sigilo, na nova ordem é constante

 

Conspiração contra o mundo atual

Querem imbuir-se de qualidades divinas

Endeusando-se em atribuições do mal

Deixando nosso mundo em ruínas

 

Porque será essa retaliação

Será que são mais humanos que os humanos.

- Produto de mentes insanas, sem coração

Vendilhões de suas almas, qual ciganos !

 

Consta que um grupelho lunático

Quer mudar as estruturas mundiais

Fazendo do mundo um só país

Dizimando os que acham superficiais

 

Loucura igual à do Hitler, ou pior

Acham-se donos do mundo e da verdade

Os bilhões que possuem a prior

Fazem borbulhar na alma a maldade

 

Rugindo o mal em suas consciências

Tentarão impor ao mundo a imoral

Supressão d’humanidade e existências

Rasando a humanidade por igual

 

Entretanto, a eles caberá o comando

Certos de que nada lhes faltará

Serão donos das maiores empresas

E o povo cordeiro à escravidão voltará

 

São Paulo, 16/09/2013            

Armando A. C. Garcia 

 

Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

" O mendigo "

 O mendigo

Passa gente a toda hora
Ninguém repara em ninguém
Sua fome já o devora
Ninguém lhe dá um vintém !

 

Resolve ir de porta em porta

Para não perecer de fome

Mas ao povo, pouco importa

Se a subnutrição o consome

 

O tempo chuvoso ou ao sol

Enfrenta de rosto aberto

E à tarde, ao arrebol

Busca um lugar coberto

 

Pra descansar da jornada

Muitas das vezes sem nada,

Para mitigar sua fome

Tem horas... que nada come

                                           

Se alguém pergunta seu nome

Diz já não se recordar

Os anos foram passando

Só mendigo.. ouve chamar

 

Agora nesta pandemia

Agravou-se muito mais

As portas onde batia

Não se abrem, nunca mais

 

A caminhada é dobrada

Na busca do alimento

Sua força foi minada

Pela falta de sustento

 

E já de idade avançada

Não tem outra solução

Senão continuar na estrada

Estendendo a sua mão

 

As entranhas consumidas

Pela grande privação

Vísceras, já corroídas

Nesse pobre ancião

 

Clama ele por alimento

Seja um pedaço de pão

Que lhe deia um alento

Sejas tu, um bom cristão !

 

Não teças comparações

Dá ao pobre a oblação

Porque de boas intensões

O inferno... tem montão !

 

14-01-2021

Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

 

 

domingo, 10 de janeiro de 2021

Na estrada da vida

Na estrada da vida

 

Na estrada da minha vida

Muitos tropeços sofri

Mas a maior decaída

Foi ter gostado de ti

 

Mas de tropeço em tropeço

Sempre eu sobrevivi

Mas deles, o maior tropeço

Foi ter gostado de ti !

 

03-01-2021

Armando A. C. Garcia

 

Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema - Pode compartilhar

Becos da saudade

 

Becos da saudade

 

Não vás empurrando a vida

Pelos becos da saudade

Ela deve ser vivida

Sem nenhuma futilidade

 

Em contínua atividade

Desde o nascimento à morte,

Viva com felicidade

Tenha muita, muita sorte

 

Contagiante alegria

É sinal de exultação

Com Deus e virgem Maria

Terás paz no coração

 

Bem haja a satisfação

De quem curte e é feliz

Não vivas na escuridão

Acende a força motriz

 

Que paira em teu coração

E se exulta com fervor

Nesta grande animação

Contentamento, é amor !

 

Essência justificativa

De júbilo e de afeição

- A energia positiva

Dar-te-á muita emoção

 

Prosperidade e ventura

Potencial de vigor

O amor é formosura

E a alegria... é amor !

 

03-01-2021

Armando A. C. Garcia

 

Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

 

Direitos autorais registrados