Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Quando eu cri !



Quando eu cri !


Caminhando a meu lado
Eu, não te via Jesus
Um herege do pecado
Por fim, encontrou a luz !

No emaranhado da vida
Estava perdido sem ti,
A felicidade foi sentida
Quando, finalmente cri !

Novo caminho trilhou
Meu coração tão sofrido
Depois que Te encontrou
Amor e paz ele ganhou

Transbordando de ternura
Nesta nova trajetória
Terei dias de ventura
De esperança e de glória

Uma nova realidade
O amor de Jesus criou
Com honra e dignidade
Minha vida rotulou

Tua luz, no firmamento
Ilumina a humanidade
E no sombrio momento
A mesma luz, nos invade.

São Paulo, 11/01/2013
Armando A. C. Garcia


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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Foi-se um ano...



Foi-se um ano...

Foi-se um ano, outro voltou
Calam-se as flores do jardim
A vida continuou
Parecendo não ter fim !

Ano Novo, vida nova
A vida, é sempre igual
 Ela continua a trova
Fantasiando o carnaval

Ano Novo, vida nova
A vida é mesmo assim
Apesar de cara nova,
...Continua sem ter fim

Nem mesmo as flores do jardim
Sofreram a mutação
Ano Novo é sempre assim
Esperança, desilusão

Mediram o tempo por anos
Anos que não têm fim
De sábios, eram decanos
Desconhecem princípio e fim !

São Paulo, 01/01/2013
Armando A. C. Garcia  -


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Estamos em guerra !



Estamos em guerra !

Estamos em guerra, estamos em guerra
Numa guerra sangrenta e desigual
Acabou a paz em nossa linda terra.
As grandes metrópoles estão sangrando
Morrendo centenas de nossos irmãos

Os cardeais, se não compactuam, silenciam
Deixando proliferar o crime, a fraude, o dolo
Todas as penas descumpridas se desviam
Do direito e da justiça. E, são consolo
À parte que praticou a injustiça

E, ainda, têm as leves penas reduzidas
Pelo sistema de progressão de penas,
As vítimas, ficam atônitas desprotegidas
Da justiça, que deveria dar-lhes apenas
O cumprimento da justiça pras suavizar

A dor sofrida, pela angústia d’amargura
Que muitas vezes leva nossos entes queridos
À consternação da fria sepultura !
E ver o criminoso sair impune, nos brios
É ato que fere a alma e a civilidade

À vítima ou à sua família, o governo
Nada paga, pela dor do sofrimento
Mas o criminoso tem um soldo moderno
De acerca de um salário e meio o provento
Mais que a paga daquele que sua a camisa

Estamos em guerra, numa guerra suja
O criminoso tem direito a visita íntima
Tem direito à saída de Natal, dia das mães
Nunca cumpre a pena integral, só um terço
O Brasil para o criminoso é um berço


A pobre da vítima, não tem a mesma sorte
Ou fica atrofiada, ou paralítica
Na maioria das vezes o destino é a morte
Ninguém a socorre, esta é a política
Praticada pelos cardeais da nossa corte

Já dizia a francesinha Jaqueline
No programa do velho Manuel da Nóbrega
Brasileiro é bonzinho... Brasileiro é bonzinho...
O comportamento espelhado nessa vitrine
Vai puxando e aconchegando esse trenzinho

Houvesse mais civismo e patriotismo
Nos cardeais que regem esta nação
Criminoso, não teria tais benesses
Cumpriria a pena com todo rigorismo
Sem *sinecuras ou atos de perdão

Matam abruptamente, mesmo sem reação
Parece que têm prazer em tal ato cometer
Desprovidos de sentimentos no coração
Só improbidade carregam em seu ser
Afastados de Deus, o crime é seu prazer.

Se as benesses da Lei de Execuções penais
Responsabilizasse pelo ato, quem as profere
Certamente, não as concederia jamais,
Ou então, para concedê-las se infere
Nas periculosidades racionais

Se o advogado erra, pode ser punido
Punição igual, a merecer o julgador
Responsabilizá-lo por tal, é de bom sentido
Ninguém no mundo pode ser superior
Para poder errar, sem ser suprimido.


As consciências em prol do corporativismo
Calam-se e silenciam, emudecendo
Sabem que a voz do povo, logo olvida
Enquanto isso vão subindo, vão crescendo
Tirando proveito de quem sofre na vida !
·        benesses

São Paulo, 27/09/2009
Armando A. C. Garcia  -

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Esse nó !



Esse nó !


Esse nó, também me aperta sem dó
Oh! Nó triste, nó porque não me deixas só...
Quem só já é, sem ter tua companhia
Que persiste qual lágrima de teimosia

Rotular-te de sonho ou quimera
Prenúncio futuro de longa espera
Se lembranças poderem ser lembradas
Sejam elas, mais sutis e delicadas


São Paulo, 07-12-2012
Armando A. C. Garcia

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