Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Das sete virtudes !

Das sete virtudes ! – 16-01-2026

 

Das sete virtudes Cardeais e Teologais

A última a morrer é sempre a esperança

Perde-se a prudência, a justiça, a fortaleza,

A caridade-amor, fé, e a temperança.

 

A última a sucumbir é a tal da esperança

Nos últimos alentos... ela inda está presente.

É derradeira perspectiva que avança

Jamais, e nunca de nós está ausente.

 

Diz o ditado: quem espera, sempre alcança

Onde impera a esperança, desabrocha a flor,

Infindável... é a eterna temperança

O refúgio, e o sustento do amor!

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Na imensidão do silêncio

Na imensidão do silêncio. – 16-01-2026

 

Na imensidão do silêncio.

Eu ouvi teu coração,

Era todo florêncio

E rogava compaixão,     

 

D’causa oculta preterida

P’la tua imaturidade.

Tua alma, arrependida

Face à tua fatuidade,

 

Vives hoje deprimida

Sem puder falar porquê...

Vives triste constrangida

E escondida no sopé.     

 

Teu coração igualmente

Longe da felicidade,

Escolheu a aparente,

Desprezou sublimidade.

 

Tudo na vida é assim

Se não há honestidade,

O amor é um jasmim

Prescinde da lealdade.

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

As vítimas da crueldade

 

As vítimas da crueldade  -  15-01-2026

 

De forma mal tratada e adjacente

Caminhava triste, e tristemente

Na cidade, pelas ruas insolentes,

Aos perigos e contratempos eminentes.

 

Não sentia proteção pelo Estado

A cada passo, poderia ser levado,

P’los bandos que dominam a cidade

Sendo sequestrado sem piedade,

 

Levado ao cativeiro, nas quebradas

Com horas de angústia, mal passadas,

Ameaças de morte e toda a sorte

De torpezas, exposto até à morte.

 

Fazem transferências de suas contas

Compras, empréstimos de grandes montas,

Perpetram atrocidades, truculências 

Num sem número de vis violências. 

 

Esta é a cidade que nem a aliança

No dedo pode usar, com esperança

De co’ela poder em casa retornar,

Igualmente, o pequeno celular.

 

A isto estamos diariamente expostos

Não adianta cobrir os nossos rostos,

Porque eles, estão nas motos em cada canto

Surpreendendo-nos no desencanto.

 

Sua jactância e bazófia é notória

No meio da rua sacam sua pretória,

Fazendo sua justiça publicamente

Sem receio, porque polícia ausente.   

 

São Paulo, 15/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 


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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Bailam ilusões !

Bailam ilusões !  -  12-01-2026

 

Bailam ilusões no pensamento

D’esperanças há muito mortas,

Por vezes sem fundamento

Que na expectativa comportas.

 

O sonho tem multicores

Voa pelo espaço infindo,     

O coração, vários amores,

Um bonito, outro mais lindo.

 

O teu ego não me assusta

Nem me dá medo ou aflição,

Tu, podes ser mais robustas

Mas tens fraca decisão !

 

São Paulo, 12/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Sou da paz !

Sou da paz !  -  11-01-2025

 

Sou da paz e sou do amor

Seja lá, para o que for...

Sempre serei eterna aurora

Neste mundo, ou mundo afora.

 

A acuidade da alma,

Requer silêncio e calma,     

Para haurir todo frescor

Que exala de nosso amor.

 

Dentro de ti, algo se empola,

Não quero amor, como esmola.

Esparze um profundo clamor

Num audaz voo; traz amor !

 

Na quietude da alma

Em que o corpo pede calma,

Postergando minha fé,

Vejo o mundo, em você.

 

São Paulo, 11/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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No rito de teu ritual

No rito de teu ritual – 11-01-2026

 

Cravou uma adaga em meu coração,

Que até hoje eu sinto o frio da morte

No enorme e vasto calor do verão.

 

Não esperava um carinho mortal...

- Escombros de mui grande aversão,

Chegaram a mim, pelo teu ritual !

 

São Paulo, 11/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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sábado, 10 de janeiro de 2026

O olor era de jasmim !

O olor era de jasmim !  -  10-01-20026

 

Naturalmente perfumada

A mulher que tanto amava,

Seu olor era de jasmim

Nunca senti noutra assim.

 

Exalava fluentemente

Um olor inebriante,

Que a áurea perfumava

Transcendendo a lava.

 

O almiscarado olor

Que dela se desprendia,

Era um misto de flor

Da alma, a ousadia.

 

Essa flor que era mulher

Não se deixava abster,

Era um mesclado de olor

Nas pétalas duma flor !

 

São Paulo, 10/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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