Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

segunda-feira, 23 de março de 2026

Alma ferida !

Alma ferida !  -  23/03/2026 

 

A alma ferida na extinta amizade

Nos cantos anda silente, perdida,

Na sutileza da imensa dor...

Perdeu a alegria, é só desamor.

 

O tempo que passa é uma ilação

Ao corolário da terna ternura.

Ao apego da enorme afeição,

Na credulidade de sua candura.

 

A alma ferida só vê desventura

Não voa no espaço, asa quebrada,

Deixa de lado tanta amargura

Volta de novo a tua cruzada.

 

Alma minha, a dor que te infligiram

É a triste sina que mutila a vida,

Não sei de onde surgiram, mas surgiram

As quizilas que provocaram a ferida.

 

Esquece, perdoa quem te magoou

Afeto, ternura e admiração,

Estima e carinho, nunca te faltou

Oh! Alma ferida, tens minha afeição!

 

São Paulo, 23/03/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

No Facebook ou Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

Escritas.org

Usina de Letras

E canal do WhatsApp: Brisadapoesia

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

Pondere e analise...

Pondere e analise... -  23/03/2026 

 

O mundo está em crise

Verdadeiro apagão,

Pondere e analise...

O petróleo, é o vilão.

 

O colapso desmorona

As economias globais,

O seu preço pressiona

O custo às Estatais,

 

Alta ímpar, inigualável

Que o conflito impôs,

Custo alto indesejável

Para cada um de nós!

 

A conjuntura econômica

De conflituosa tensão,

Nesse conflito anômico,

Sem alguma conclusão.

 

Mundo inteiro está sentindo

E as economias sofrendo,

Com o petróleo subindo,

A inflação promovendo.

 

Veremos tudo aumentar

Até os grandes salários,

Menos de quem trabalhar

Com os mínimos; Os otários !

 

A quizila ao Presidente

Para troca de regime,

Foi contraproducente

Que a lerdeza subestime,

 

São Paulo, 23/03/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

No Facebook ou Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

Escritas.org

Usina de Letras

E canal do WhatsApp: Brisadapoesia

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

Sem fausto !

Sem fausto !  -  23/03/2026 

 

Se de um lado; um lado quedo.

A sorte me abandonou,

Cumprirei o meu degredo,

A derrota me salvou,

 

Nem sempre é a conquista

O fascínio principal,

E nenhum ser pessimista

Tem valor fundamental.

 

A fortuna gira às cegas

Sem esplendor e ventura,

Tem de Deus suas regras

E nem pra sempre perdura.

 

Nos sutis ventos que sopram

Fugiu de mim a malvada,

Agora, na minha idade,

Não me valerá de nada !

 

São Paulo, 23/03/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

No Facebook ou Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

Escritas.org

Usina de Letras

E canal do WhatsApp: Brisadapoesia

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

domingo, 22 de março de 2026

𝘼𝙨𝙩𝙧𝙤𝙣𝙤𝙢𝙞𝙘𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚... 𝙙𝙚𝙨𝙞𝙜𝙪𝙖𝙞𝙨 ! - (Reprise)

 𝘼𝙨𝙩𝙧𝙤𝙣𝙤𝙢𝙞𝙘𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚... 𝙙𝙚𝙨𝙞𝙜𝙪𝙖𝙞𝙨 ! -  (Reprise) 09/01/2015


𝘼𝙨𝙩𝙧𝙤𝙣𝙤𝙢𝙞𝙘𝙖𝙢𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙙𝙚𝙨𝙞𝙜𝙪𝙖𝙞𝙨

𝙎𝙖𝙡á𝙧𝙞𝙤𝙨 𝙥𝙚𝙧𝙘𝙚𝙗𝙞𝙙𝙤𝙨 𝙥𝙤𝙧 𝙥𝙤𝙡í𝙩𝙞𝙘𝙤𝙨,

𝘼𝙤 𝙜𝙧𝙪𝙥𝙤 𝙨𝙤𝙘𝙞𝙖𝙡, 𝙣𝙤 𝙖𝙣𝙖𝙡í𝙩𝙞𝙘𝙤

𝘼 𝙥𝙧𝙤𝙥𝙤𝙧çã𝙤 é 𝙫𝙞𝙡ã 𝙖𝙤𝙨 𝙙𝙚𝙢𝙖𝙞𝙨.


𝙀, 𝙣𝙤 𝙘𝙤𝙚𝙛𝙞𝙘𝙞𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙢𝙖𝙟𝙤𝙧𝙖𝙩𝙞𝙫𝙤

𝙊 𝙙𝙚𝙡𝙚𝙨, 𝙣ã𝙤 𝙨𝙚 𝙘𝙖𝙣𝙨𝙖𝙢 𝙙𝙚 𝙖𝙪𝙢𝙚𝙣𝙩𝙖𝙧.

𝘼𝙤 𝙥𝙤𝙫𝙤 𝙙ã𝙤 𝙢𝙞𝙜𝙖𝙡𝙝𝙖𝙨 𝙨𝙚𝙢 𝙛𝙖𝙡𝙖𝙧

𝙌𝙪𝙚 𝙤 𝙖𝙪𝙢𝙚𝙣𝙩𝙤 𝙙𝙚𝙡𝙚𝙨 é 𝙨𝙪𝙥𝙚𝙧𝙡𝙖𝙩𝙞𝙫𝙤.


𝘼𝙨 𝙖𝙫𝙖𝙡𝙞𝙖çõ𝙚𝙨 𝙙𝙤𝙨 𝙧𝙚𝙥𝙧𝙚𝙨𝙚𝙣𝙩𝙖𝙣𝙩𝙚𝙨

𝙏𝙧𝙖𝙯𝙚𝙢 𝙤 𝙧𝙖𝙣ç𝙤 𝙥𝙪𝙩𝙧𝙚𝙛𝙖𝙩𝙤 𝙙𝙤 𝙥𝙚𝙩𝙧ó𝙡𝙚𝙤.

𝘿𝙤𝙨 𝙨𝙤𝙛𝙞𝙨𝙢𝙖𝙨 𝙫𝙞𝙧𝙪𝙡𝙚𝙣𝙩𝙤𝙨, 𝙨𝙚𝙢 ó𝙡𝙚𝙤,

𝙍𝙖𝙣𝙜𝙚𝙣𝙙𝙤 𝙣𝙖𝙨 𝙢á𝙦𝙪𝙞𝙣𝙖𝙨 𝙚𝙨𝙩𝙪𝙖𝙣𝙩𝙚𝙨.


𝙑𝙞𝙣𝙩𝙚 𝙗𝙞𝙡𝙝õ𝙚𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙖 𝙢á𝙦𝙪𝙞𝙣𝙖 𝙘𝙤𝙧𝙧𝙤𝙚𝙪.

É 𝙚𝙨𝙥𝙖𝙣𝙩𝙤𝙨𝙤 𝙢𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙚𝙨𝙩𝙞𝙢𝙖𝙙𝙖 𝙜𝙚𝙣𝙩𝙚,

𝙌𝙪𝙚 𝙖 𝙘𝙡𝙚𝙥𝙩𝙤𝙘𝙧𝙖𝙘𝙞𝙖 𝙨𝙞𝙜𝙖 𝙚𝙢 𝙛𝙧𝙚𝙣𝙩𝙚,

𝙀 𝙞𝙢𝙥𝙪𝙣𝙚, 𝙦𝙪𝙚𝙢 𝙢𝙖𝙞𝙨 𝙣𝙤𝙨 𝙚𝙢𝙥𝙤𝙗𝙧𝙚𝙘𝙚𝙪.


𝙎𝙤𝙡𝙪çã𝙤 𝙙𝙚 𝙢𝙞𝙣𝙜𝙪𝙖𝙙𝙖 𝙩𝙧𝙖𝙣𝙨𝙥𝙖𝙧ê𝙣𝙘𝙞𝙖,

𝙎𝙚𝙢 𝙧𝙚𝙘𝙪𝙥𝙚𝙧𝙖çã𝙤 𝙙𝙖𝙨 𝙫𝙚𝙧𝙗𝙖𝙨 𝙙𝙚𝙨𝙫𝙞𝙖𝙙𝙖𝙨,

𝙉𝙖𝙨 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙡𝙚𝙭𝙖𝙨 𝙚 𝙢𝙪𝙡𝙩𝙞𝙛𝙖𝙘𝙚𝙩𝙖𝙙𝙖𝙨,

𝘼𝙧𝙩𝙚𝙨 𝙙𝙚 𝙘𝙤𝙣𝙘𝙪𝙨𝙨ã𝙤 𝙚 𝙞𝙣𝙛𝙡𝙪ê𝙣𝙘𝙞𝙖.


𝘼𝙥𝙤𝙙𝙚𝙧𝙖𝙧𝙖𝙢-𝙨𝙚 𝙙𝙚 𝙫𝙞𝙣𝙩𝙚 𝙗𝙞𝙡𝙝õ𝙚𝙨,

É 𝙙𝙞𝙣𝙝𝙚𝙞𝙧𝙤 𝙙𝙚 𝙦𝙪𝙚 𝙣𝙚𝙢 𝙩𝙚𝙢𝙤𝙨 𝙣𝙤çã𝙤,

𝙊 𝙧𝙤𝙢𝙗𝙤 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙗𝙖𝙡𝙤𝙪 𝙩𝙤𝙙𝙖 𝙣𝙖çã𝙤,

𝘿𝙚𝙧𝙧𝙪𝙗𝙤𝙪 𝙣𝙖 𝘽𝙤𝙡𝙨𝙖 𝙤 𝙫𝙖𝙡𝙤𝙧 𝙙𝙖𝙨 𝙖çõ𝙚𝙨.


𝙀𝙢 𝙘𝙤𝙣𝙨𝙚𝙦𝙪ê𝙣𝙘𝙞𝙖 𝙜𝙧𝙖𝙣𝙙𝙚𝙨 𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙞𝙨𝙩𝙖𝙨,

𝘿𝙤𝙨 𝙀𝙨𝙩𝙖𝙙𝙤𝙨 𝙐𝙣𝙞𝙙𝙤𝙨, 𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙢 𝙣𝙖 𝙟𝙪𝙨𝙩𝙞ç𝙖.

𝘼 𝙋𝙚𝙩𝙧𝙤𝙗𝙧á𝙨, 𝙖 𝙧𝙚𝙨𝙥𝙤𝙣𝙨á𝙫𝙚𝙡 𝙙𝙖 𝙡𝙞ç𝙖,

𝙀𝙢 𝙧𝙖𝙯ã𝙤 𝙙𝙤 𝙜𝙤𝙡𝙥𝙚 𝙙𝙤𝙨 𝙤𝙥𝙤𝙧𝙩𝙪𝙣𝙞𝙨𝙩𝙖𝙨.


𝙊 𝙚𝙨𝙘â𝙣𝙙𝙖𝙡𝙤 𝙙𝙤 𝙜𝙧𝙖𝙣𝙙𝙚 𝙙𝙚𝙨𝙫𝙞𝙤 𝙙𝙚 𝙙𝙞𝙣𝙝𝙚𝙞𝙧𝙤,

𝙇𝙚𝙫𝙖𝙧á 𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙞𝙨𝙩𝙖𝙨 𝙚𝙨𝙩𝙧𝙖𝙣𝙜𝙚𝙞𝙧𝙤𝙨 𝙖 𝙥𝙡𝙚𝙞𝙩𝙚𝙖𝙧𝙚𝙢,

𝘼𝙡𝙩𝙖𝙨 𝙞𝙣𝙙𝙚𝙣𝙞𝙯𝙖çõ𝙚𝙨, 𝙖𝙨 𝙦𝙪𝙖𝙞𝙨 𝙨𝙚 𝙚𝙦𝙪𝙞𝙥𝙖𝙧𝙚𝙢

À 𝙥𝙚𝙧𝙙𝙖 𝙨𝙤𝙛𝙧𝙞𝙙𝙖 𝙣𝙖𝙨 𝙖çõ𝙚𝙨 𝙙𝙤 𝙥𝙚𝙩𝙧𝙤𝙡𝙚𝙞𝙧𝙤.


𝘿𝙚𝙨𝙩𝙖𝙧𝙩𝙚, 𝙤 𝙫𝙖𝙡𝙤𝙧 𝙙𝙖 𝙋𝙚𝙩𝙧𝙤𝙗𝙧á𝙨 𝙘𝙤𝙢 𝙤 𝙧𝙤𝙢𝙗𝙤

𝘿𝙚𝙨𝙫𝙖𝙡𝙤𝙧𝙞𝙯𝙤𝙪 𝙥𝙧𝙖 𝙖 𝙢𝙚𝙩𝙖𝙙𝙚 𝙨𝙚𝙪 𝙫𝙖𝙡𝙤𝙧,

𝙁𝙖𝙘𝙚 à𝙨 𝙞𝙣𝙙𝙚𝙣𝙞𝙯𝙖çõ𝙚𝙨, 𝙨𝙚𝙧á 𝙖𝙞𝙣𝙙𝙖 𝙥𝙞𝙤𝙧

𝙎𝙚 𝙚𝙡𝙖 𝙖𝙜𝙪𝙚𝙣𝙩𝙖𝙧 𝙤 𝙖𝙧𝙧𝙞𝙢𝙤 𝙙𝙤 𝙩𝙤𝙢𝙗𝙤.


𝙍𝙤𝙪𝙗𝙤 𝙣ã𝙤 𝙨𝙚 𝙟𝙪𝙨𝙩𝙞𝙛𝙞𝙘𝙖, 𝙣𝙚𝙢 𝙨𝙚 𝙚𝙭𝙥𝙡𝙞𝙘𝙖

𝘼 𝙣ã𝙤 𝙞𝙣𝙘𝙧𝙞𝙢𝙞𝙣𝙖çã𝙤 𝙙𝙚𝙨𝙨𝙚𝙨 𝙥𝙖𝙩𝙞𝙛𝙚𝙨,

𝘿𝙚𝙢𝙤𝙣𝙨𝙩𝙧𝙖 𝙦𝙪𝙚 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙢 𝙥𝙖𝙧𝙩𝙚 𝙙𝙤𝙪𝙩𝙧𝙖 𝙜𝙧𝙞𝙛𝙚,

𝙌𝙪𝙚 𝙩𝙪𝙙𝙤 𝙥𝙤𝙙𝙚 𝙚 𝙦𝙪𝙚, 𝙣𝙖𝙙𝙖 𝙤𝙨 𝙞𝙢𝙥𝙡𝙞𝙘𝙖.


𝘿𝙚𝙡𝙖çã𝙤 𝙥𝙧𝙚𝙢𝙞𝙖𝙙𝙖! 𝙘𝙤𝙢𝙤 𝙛𝙞𝙘𝙖𝙢 𝙤𝙨 𝙙𝙚𝙡𝙞𝙩𝙤𝙨?

𝙋𝙧𝙤𝙥𝙤𝙣𝙝𝙤 𝙖𝙤𝙨 𝙡𝙖𝙙𝙧õ𝙚𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙘𝙤𝙣𝙛𝙚𝙨𝙨𝙚𝙢 𝙤𝙨 𝙘𝙧𝙞𝙢𝙚𝙨.

𝙎𝙚 𝙨𝙤𝙢𝙤𝙨 𝙞𝙜𝙪𝙖𝙞𝙨, 𝙘𝙤𝙣𝙛𝙤𝙧𝙢𝙚 𝙖 𝙡𝙚𝙞 𝙚 𝙧𝙚𝙜𝙞𝙢𝙚,

𝘾𝙤𝙣𝙛𝙚𝙨𝙨𝙖𝙙𝙤 𝙤 𝙘𝙧𝙞𝙢𝙚... 𝙧𝙚𝙨𝙤𝙡𝙫𝙚𝙢-𝙨𝙚 𝙤𝙨 𝙖𝙩𝙧𝙞𝙩𝙤𝙨 !


𝙍𝙤𝙪𝙗𝙤 𝙣ã𝙤 𝙨𝙚 𝙟𝙪𝙨𝙩𝙞𝙛𝙞𝙘𝙖, 𝙣𝙚𝙢 𝙨𝙚 𝙚𝙭𝙥𝙡𝙞𝙘𝙖

𝘿𝙚𝙡𝙖çã𝙤, 𝙖𝙩𝙞𝙩𝙪𝙙𝙚 𝙙𝙚 𝙅𝙪𝙙𝙖𝙨, 𝙥𝙧𝙚𝙢𝙞𝙖𝙙𝙖,

𝙉ã𝙤 𝙙𝙚𝙞𝙭𝙖 𝙙𝙚 𝙨𝙚𝙧 𝙡𝙤𝙧𝙤𝙩𝙖 𝙙𝙚 𝙫𝙞𝙡 𝙥𝙞𝙖𝙙𝙖,

𝘿’𝙜𝙚𝙣𝙩𝙚 𝙨𝙚𝙢 𝙝𝙤𝙣𝙧𝙖, 𝙥𝙤𝙧 𝙝𝙚𝙧𝙖𝙣ç𝙖 𝙖𝙗𝙙𝙞𝙘𝙖 !


𝘿𝙞𝙯ê-𝙡𝙖 𝙘𝙤𝙢𝙤 𝙪𝙢𝙖 𝙙𝙖𝙨 𝙞𝙜𝙣𝙤𝙢í𝙣𝙞𝙖𝙨 𝙢𝙖𝙞𝙤𝙧𝙚𝙨

𝙙𝙖 𝙝𝙪𝙢𝙖𝙣𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚, 𝙖𝙥𝙤𝙪𝙘𝙖-𝙡𝙝𝙚 𝙖 𝙙𝙞𝙢𝙚𝙣𝙨ã𝙤,

𝙁𝙤𝙞 𝙪𝙢 𝙘â𝙣𝙘𝙚𝙧 𝙦𝙪𝙚 𝙘𝙤𝙧𝙧𝙤𝙚𝙪 𝙩𝙤𝙙𝙖 𝙖 𝙣𝙖çã𝙤,

À 𝙚𝙭𝙘𝙚çã𝙤 𝙙𝙚 𝙣𝙤𝙨𝙨𝙤𝙨 𝙜𝙤𝙫𝙚𝙧𝙣𝙖𝙙𝙤𝙧𝙚𝙨 !


𝙎ã𝙤 𝙋𝙖𝙪𝙡𝙤, 09/01/2015 (𝙙𝙖𝙩𝙖 𝙙𝙖 𝙘𝙧𝙞𝙖çã𝙤)

𝘼𝙧𝙢𝙖𝙣𝙙𝙤 𝘼. 𝘾. 𝙂𝙖𝙧𝙘𝙞𝙖


𝙉𝙤 𝙁𝙖𝙘𝙚𝙗𝙤𝙤𝙠 𝙤𝙪 𝙑𝙞𝙨𝙞𝙩𝙚 𝙢𝙚𝙪𝙨 𝙗𝙡𝙤𝙜𝙨:

𝙝𝙩𝙩𝙥://𝙗𝙧𝙞𝙨𝙖𝙙𝙖𝙥𝙤𝙚𝙨𝙞𝙖.𝙗𝙡𝙤𝙜𝙨𝙥𝙤𝙩.𝙘𝙤𝙢

𝙝𝙩𝙩𝙥://𝙘𝙧𝙞𝙖𝙣𝙘𝙖𝙨𝙥𝙤𝙚𝙨𝙞𝙖𝙨.𝙗𝙡𝙤𝙜𝙨𝙥𝙤𝙩.𝙘𝙤𝙢

𝙝𝙩𝙩𝙥://𝙥𝙧𝙚𝙡𝙪𝙙𝙞𝙤𝙙𝙚𝙨𝙤𝙣𝙚𝙩𝙤𝙨.𝙗𝙡𝙤𝙜𝙨𝙥𝙤𝙩.𝙘𝙤𝙢

𝙀𝙨𝙘𝙧𝙞𝙩𝙖𝙨.𝙤𝙧𝙜

𝙐𝙨𝙞𝙣𝙖 𝙙𝙚 𝙇𝙚𝙩𝙧𝙖𝙨

𝙀 𝙘𝙖𝙣𝙖𝙡 𝙙𝙤 𝙒𝙝𝙖𝙩𝙨𝘼𝙥𝙥: 𝘽𝙧𝙞𝙨𝙖𝙙𝙖𝙥𝙤𝙚𝙨𝙞𝙖


𝘿𝙞𝙧𝙚𝙞𝙩𝙤𝙨 𝙖𝙪𝙩𝙤𝙧𝙖𝙞𝙨 𝙧𝙚𝙜𝙞𝙨𝙩𝙧𝙖𝙙𝙤𝙨

𝙈𝙖𝙣𝙩𝙚𝙣𝙙𝙤 𝙖 𝙖𝙪𝙩𝙤𝙧𝙞𝙖 𝙙𝙤 𝙥𝙤𝙚𝙢𝙖 – 𝙋𝙤𝙙𝙚 𝙘𝙤𝙢𝙥𝙖𝙧𝙩𝙞𝙡𝙝𝙖𝙧


Delação de ação ilegal...

Delação de ação ilegal...  -  22/03/2026

 

Todo aquele que rouba pouco...

Gasta as solas na prisão,

Mas aquele que passa a mão

Em milhões; faz delação.

 

Culpa Pedro e João

Pelo crime cometido,

Na estação, revelação

Pouco tempo, fica detido.

 

Assim foi na Lava Jato,

E assim, sempre será,

Roubar muito, sai barato,

Se rouba pouco, pagará.

 

Não utilize termo roubar,

Para quem só desviou,

Passou a mão devagar,

Nas mutretas que criou.

 

O ladrão e roubador

Têm perfil diferente,

Estes, tocando o andor

Arrecadam sutilmente.

 

Roubar pouco, minha gente

Marcam você de bandido,

Se desvia sutilmente,

O delito, é repartido.

 

Revelação desse crime

Delito de ação ilegal,

Faz parte deste regime

Na Justiça Nacional.

São Paulo, 22/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

No Facebook ou Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

Escritas.org

Usina de Letras

E canal do WhatsApp: Brisadapoesia

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

 

sábado, 21 de março de 2026

Estranhamente...

Estranhamente...   -  21/03/2026

 

Estranhamente vi-te acompanhada

Por outro ser do sexo masculino,

Foi tamanha e forte a punhalada...

Que de homem, eu me tornei menino.

 

Inexplicavelmente e sem motivo

Trocaste de amor, é implausível,

O teu comportamento intrusivo

Para mim, considero incognoscível.

 

Pois sem nunca teres manifestado

O desejo de uma separação,

Abandonaste um amor sublimado,

Sem antecipadamente dares satisfação.

 

O degredo imposto ao pobre coração

Não foi um afastamento voluntário,

Mas um banimento, uma proscrição,

Que me deixou ofuscado e solitário,

 

São Paulo, 21/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

No Facebook ou Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

Escritas.org

Usina de Letras

E canal do WhatsApp: Brisadapoesia

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

 

Nem com ouro

Nem com ouro –  21/03/2026

 

Talvez te veja um dia

Suplicar o meu amor.

E com imensa alegria

Direi Não à tua dor!

 

Na vida, como ela própria

Dá muitos giros e voltas,

É inerente seu circular

Como aves, quando soltas.

 

Talvez então, tu entendas

O estrago que fizeste,

E nem com mil oferendas

O meu amor contiveste.

 

Satisfizeste teu desejo

Trocando de opinião,

Agora, não te desejo,

Nem com ouro em tua mão.

 

São Paulo, 21/03/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

No Facebook ou Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

Escritas.org

Usina de Letras

E canal do WhatsApp: Brisadapoesia

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar