Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Borboleta, onde poisas !

Borboleta, onde poisas !  - 28-02-2026

 

Sentirás o que só sente

Quem sofre desilusão,

É triste seguir em frente

Na mágoa dessa paixão.

 

O amor tem dessas coisas

Que ninguém pode entender,

Borboleta, onde poisas,

Não é para te esconder.

 

O amor alto e profundo

Tira as mágoas da paixão,

Alongando neste mundo

Toda a angústia e confusão,

 

Nas coisas mais pequeninas

Há amor em profusão.

Se com zelo, tu, menina,

Conquistarás meu coração.

 

O teu eclipse alcançou,

Toldar a minha ilusão,

As ideias sintetizou

Conseguiu meu coração !

 

28-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Mágoas de águas mortas,

Mágoas de águas mortas,  -  28-02-2026

 

Não podes ficar silente

Com a boca amordaçada,

Nem podes ficar ausente,

E nem mesmo apavorado.

 

Que digam pois as palavras

Do que sei, e do que não sei,

Esculpidas nessas fragas...

Ao mundo inteiro deixarei,

 

Aceitarei que me conheçam

Na alma e no coração,

E que façam seu apreço

Sem receio ou compaixão.

 

Então, recolhido e mudo,

Verão o quanto me calei,

E que nesse absurdo

A ninguém eu maltratei  !

 

Vazam do fundo da alma,

Mágoas de águas mortas,

Mas sempre mantive a calma

Pra não pisar às tuas botas.

 

28-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

A Inteligência !...

A Inteligência !...  -  27-02-2026

 

Todo mundo tem inteligência

Nuns maior, noutros menor,

Ela é nossa sobrevivência

Nosso sentido, e nossa dor.

 

Sem ela, nada seriamos

Pois até os animais,

Têm os mesmos ramos,

Que alimentam os mortais.

 

Lógica, memorização,

Compreensão e controle,

Ideias, comunicação,

A descendência e a prole.

 

É uma grandeza definida,

De conteúdo absoluto,

Sem ela, a nossa vida

Seria como um aqueduto;

 

Dentro de alguma coisa

Ela, estará contida,

Não é borboleta que poisa,

E parte logo em seguida.

 

27-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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O Som do Fado !

O Som do Fado !  -  27-02-2026

 

Neste tom magoado e triste,

Eu escuto um belo fado.

E nenhum mortal resiste,

Ao fadário bem trinado,

 

Nas cordas duma guitarra,

Se cantado com emoção,

Nossa alma, se amarra

Prendendo o coração.

 

E nesse tom plangente

Sentimental, consciente,

O sentimento da gente

Se acende inteiramente.

 

Levados pela expressão

Da letra do fado cantado,

Até o pobre coração,

Fica todo emocionado !

 

27-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Donos das coisas !

Donos das coisas !  -  27-02-2026

 

Das coisas de que dispomos,

Pensamos ser donos delas,

Na verdade, apenas somos

Umas meras sentinelas.

 

Usuários, desfrutadores,

Do que pensamos ser donos,

Somos apenas, gestores,

Sem brios, e sem entonos.

 

Na realidade nada é nosso

Tudo nos é emprestado;

É como a água do poço,

Bebes, e ficas saciado.

 

Todos bens, todos haveres

- Um dia serão deixados,

Se até lá, não os perderes

Por ti, não serão levados !

 

Como vez, tudo é do mundo,

Tudo nos é emprestado,

Nossa vida, é um segundo,

Estar nela, é abençoado !

 

27-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

ℝ𝕖𝕗𝕣𝕚𝕘é𝕣𝕚𝕠 𝕖 𝕕𝕖𝕤𝕒𝕗𝕠𝕘𝕠 !

Refrigério e desafogo !  26-02-2026

 

É um grande enigma a vida.

Que desvendamos dia a dia

É como um jogo de cartas

Que acertas, ou rebatas.

 

Ninguém sabe onde estaria

A tal carta vencedora,

Tu, podes perder num dia

O que tens até agora.

 

A vida é um grande jogo

Alternativa e escolha,

Refrigério e desafogo

Cabe a nós, essa escolha.

 

E nesse enigma, o segredo

É não ter medo da vida.

E enfrentá-la sem medo  

Porque ela, é a nossa vida!

 

26-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Mente vazia !!!

Mente vazia !!!  -  26-02-2026

 

Na minha mente vazia

Desocupada talvez,

Perdi tudo que queria

Quem sabe por estupidez.

 

Ou seja, um pouco do nada

Que pensei me pertencer,

Mistério, folha levada

Que o vento fez perecer.

 

Foi axioma insano

O nada que conquistei,

O amor é um tirano

E por ele, eu me mandei.

 

Debruçado, sem aprumo

Vacilante[S1]  e indeciso,

Eu segui, foi outro rumo

Pois viver, é o que preciso.

 

Deixarei a mente vazia

Sem esforço pra pensar,

Que sabe uma ventania,

Faça a alma se acalmar !

 

26-02-2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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 [S1]

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Confiarei ...

Confiarei ...  -  25-02-2026

 

Confiarei no meu destino

Que Deus para mim traçou,

Eu não serei tão libertino

Pra não crer no que delineou.

 

O rumo a gente escolhe,

Mas por vezes não dá certo,

Parece que o tempo encolhe

E o rumo, é um desacerto.

 

Meditamos e avaliamos

Todos os prós e os contras,

E só por Deus nos salvamos,

Pra pagar as nossas contas.

 

O caminho do destino...

Às vezes, pequena trilha,

Diminuto e pequenino;

- Queríamos uma maravilha,

 

Mas nessa pequena trilha,

Está o nosso sucesso.

É essa pequena pilha,

Que iluminará o progresso.

 

São Paulo, 25/02/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Quiçá !!!

Quiçá !!! -  25-02-2026

 

Quiçá, encontrar-te-ei neste mundo de ilusão

Entre a paisagem vazia da imensa solidão,

Quem sabe ainda estejas no mesmo patamar,

E de novo voltes a demonstrar afeição de amar.

 

Quiçá, nos possamos finalmente acertar

No louco amor de outrora e acabar,

Com as discussões e as altercações,

Que trouxeram dor aos nossos corações.

 

A vida é curta, mas é linda e majestosa,

Abranda, e serena a alma impetuosa.

Modera, acalma e reconsidera a paz

Quiçá, eu posso de novo ser capaz !

 

Capaz, de te amar, e de te beijar

Capaz de te querer, de te amar

E a imensidão da grande dor dissipar

Quiçá, nunca mais de ti me separar.

 

São Paulo, 25/02/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

𝓔𝓼𝓬𝓸𝓷𝓭𝓮𝓻 𝓪 𝓵𝓾𝔃 𝓭𝓸 𝓼𝓸𝓵 !

Esconder a luz do sol !  -  (soneto)  -  24-02-2026

 

Conduzindo tua fé em pensamento,

A confiança em ti multiplicar-se-á,

E a certeza não será só dum momento,

A constante hesitação acalmar-se-á.

 

A fidúcia positiva aprofunda

O sentimento de confiança mútua,

E no coração, onde a mesma abunda,

Há reciprocidade de paixão mútua.

 

Não negues a inspiração, nem o afeto

Nem queiras tu esconder a luz do sol,

Se dum grande amor, nasce o desafeto,

 

Quem sabe, ele pode morrer ao arrebol.

Porquanto, teu desejo seja concreto,

Não toldará ou esconderá a luz do sol !

 

São Paulo, 24/02/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Entre extremos !!! - (soneto)

 Entre extremos !!! -  (soneto) -  23-02-2026

 

Como um rio que dimana, o tempo se escoa

A minha esperança há muito anda à toa.

As horas passam ao olvido conduzindo

Momentos de alegria e de ventura. Indo.

 

O sonho não mais se agita, vai sumindo

Junto com ele, minhas ilusões vão indo,

A aspérrima senda, da trilha desta vida

Onde o distúrbio, e a vil saudade inserida.

 

Soluçam, ante a quérula da dor infinda

Dor, da esperança que tivemos e ainda,

Sentimos na saudade que se aplaca.

 

No deslumbre das ilusões dos tempos idos

Onde geme a saudade dos vencidos,

E essa verdade, ninguém  a pode negar !

 

São Paulo, 23/02/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Reinando sobre as nações !!!

Reinando sobre as nações !!!  -  23-02-2026

 

Hoje. os homens se endeusam

Reinando sobre todas as nações.

Por anos, e anos a fio; as usam,

Como seu reinado, sem coroações.

 

Guiné Equatorial: Teodoro Mbasogo há 46 anos

Camarões: Paul Biya há 43 anos

Camboja: Hun Sem 40 anos

Uganda: Yoweri Museveni há 39 anos

 

 

Irã: o aiatolá Ali há 35 anos

Rússia: Vladimir Putin há 25 anos

Sudão: Omar al-Bashir, há 25 anos.

China: Xi Jin ping há 13 anos,

 

França: Macron há 8 anos

Brasil: Lula há 8 anos + 4 anteriores

 

Sinto o povo esvaído de tanta mutilação,

Mutilam-se não só as anêmicas carnes,

Como, também, os bons sentidos e costumes

Enquanto esses figurões, gastam sem compaixão.

 

Dizem que o Estado é do povo, direi; pra mantê-lo,

Porqu’eles ditam normas e temos que obedecê-las.

Gastam rios de dinheiro, futilidades e exuberância

E o povo ralando a lata, diante de sua opulência !

 

São Paulo, 23/02/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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