Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Nasci sem ter ninguém ! ¨Mãe¨


Nasci sem ter ninguém !  
¨Mãe¨

Quisera ter uma mãe
Como todo mundo tem
A minha partiu p’ro além !...
Eu... nasci sem ter ninguém.

Não conheci seu carinho
Deus, não me deu a ventura
Que seus dedos de mansinho
Tocassem minha figura

Fui semente pequenina
Tirada da terra boa
Esta aflição me domina
Mas do alto me abençoa

Na morte serena e pura
Deu sua vida na minha
Hoje, no alto fulgura
Com o brilho de rainha

Só aquele que o amor sente
Vê que o órfão foi privado
Da mão bela e reluzente
Do amor mais delicado.

Por que somos desiguais
Na alegria e na tristeza
A uns, tudo a vida oferece
E a outros, só desmerece.

S.Paulo 05/05/2004

Armando A. C. Garcia


Leia – Mãe I – Mãe II - Mãe III e Mãe IV, do mesmo autor, leia, também:
Às Mães que Deus já lá tem !
Àquela que vai ser Mãe ! ...
O valor que a Mãe tem
Exaltação à Mãe Maria (publicada neste blog em agosto 2011)

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