Limites ! - 13-02-2026
Os sonhos que tecem esta vida
São regras secretas, onipotentes,
Limite do esquecimento perdida
De formas e sombras diferentes.
Que incompletas e confusas
Na encruzilhada da memória,
À tarde, diante da luz difusa
Têm lembrança inibitória.
O limite, sobre o qual me curvo
Como se fosse esse o meu caminho,
Cuja sombra, dilata meu olhar turvo,
Como sendo miragens em desalinho.
Se há um fim para tudo, certamente,
No tempo, haverá um limite, também,
Nessa transferência, metaforicamente,
Do limite, geralmente o povo se abstém !
Armando
A. C. Garcia
No
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