Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

segunda-feira, 28 de março de 2022

Um Homem sem coração

Um Homem sem coração

 

Um homem sem coração

E de mente doentia

Promoveu a invasão

Derrubando a moradia

 

E sem alma o desalmado

Nem ante Deus se ajoelha

Gênio do mal, o malvado

É tal uma raposa velha

 

Os corpos aniquilados

Face ao abismo mortal

Seus lares bombardeados

Geram o caos, mote real

 

Cenário desolador

Ruinas, consternação

Alaridos, grande dor

Sem qualquer ponderação

 

Vai dizimando um povo

Abismo e frustração

Na armadilha de seu covo

Face a ardente ambição

 

Muita gente ao Deus dará

Está em outra dimensão

Sua moradia, já não há

Virou cinza e entulhão

 

O limiar desta guerra

Ultrapassou a razão

O motivo que encerra

Faz doer o coração

 

Cidades viraram trevas

Conjunto de fragmentos

Nem armaduras, nem grevas

Diminuem os sofrimentos

 

Em toda a parte lamentos

Lágrimas, choros e prantos

São ouvidos e sem alentos,

A vida perdeu o encanto

 

A inconsciência total

Desse atroz transumano

E de mente irracional

Ao qual falta o tutano !

 

Essas barbáries cometidas

Me faz lembrar de David

E do Gigante Golias,

Ao qual David tirou a vida.

 

Que Deus esteja, também,

Do lado dos Ucranianos

Pra deixar os Russos aquém,

Dando vitória aos Baltanos !

 

26/03/2022
Armando A. C. Garcia


Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com

http://criancaspoesias.blogspot.com

http://preludiodesonetos.blogspot.com

 

Direitos autorais registrados

Mantendo a autoria do poema – Pode compartilhar

 

Um homem sem coração

E de mente doentia

Promoveu a invasão

Derrubando a moradia

 

E sem alma o desalmado

Nem ante Deus se ajoelha

Gênio do mal, o malvado

É tal uma raposa velha

 

Os corpos aniquilados

Face ao abismo mortal

Seus lares bombardeados

Geram o caos, mote real

 

Cenário desolador

Ruinas, consternação

Alaridos, grande dor

Sem qualquer ponderação

 

Vai dizimando um povo

Abismo e frustração

Na armadilha de seu covo

Face a ardente ambição

 

Muita gente ao Deus dará

Está em outra dimensão

Sua moradia, já não há

Virou cinza e entulhão

 

O limiar desta guerra

Ultrapassou a razão

O motivo que encerra

Faz doer o coração

 

Cidades viraram trevas

Conjunto de fragmentos

Nem armaduras, nem grevas

Diminuem os sofrimentos

 

Em toda a parte lamentos

Lágrimas, choros e prantos

São ouvidos e sem alentos,

A vida perdeu o encanto

 

A inconsciência total

Desse atroz transumano

E de mente irracional

Ao qual falta o tutano !

 

Essas barbáries cometidas

Me faz lembrar de David

E do Gigante Golias,

Ao qual David tirou a vida.

 

Que Deus esteja, também,

Do lado dos Ucranianos

Pra deixar os Russos aquém,

Dando vitória aos Baltanos !

 

26/03/2022
Armando A. C. Garcia


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