Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 24 de janeiro de 2026

Talvez !

Talvez !  –  24-01-2026

 

Talvez, te encontre um dia

Na estrada da solidão,

E nessa vereda sombria 

Estenderei a minha mão!

 

O tempo que tudo muda

Teu curso, pode mudar,

E verás que tens ajuda

De quem trocaste amar!

 

Talvez, efêmera ventura,

Ou do mal, castigo eterno,

Ilusão... debalde cura,

O amor... que baila interno.

 

São Paulo, 24/01/2026 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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sábado, 17 de janeiro de 2026

Deixa a vida te levar,

Deixa a vida te levar,  -  17-01-226

 

Deixa a vida te levar,

Não queiras mudar seu curso.

Devagar podes chegar,

Onde o destino está incurso.

 

Seu fluxo é natural

Ele imprime e transmite,

No seu próprio ritual

Sempre dentro do limite.

 

Como a luz que se propaga

No meio da escuridão,

Não se extingue, nem se apaga

Como o Sol da redenção.

 

A vida tem seus entraves

Percalços a enfrentar,

Vê que até as próprias aves

Nem sempre estão a voar.

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Torpe, torpeza !

Torpe, torpeza !  - 16-01-2026

 

Torpe, torpeza a tua

Nos dias de solidão,

Nem mesma as pedras da rua

Acompanham a inanição.

 

Ignóbil e vergonhoso

Desonestidade sem fim,

Com esse amor cobiçoso

Não chegues perto de mim.

 

Tuas emoções de pedra

Refletem tua reputação,

Se o conceito não medra

Estás fora de meu coração.

 

Esquece que eu existo

Deixa de me abordar.

Não possuo Dons de Cristo

P’ra por ti, me sacrificar !

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Das sete virtudes !

Das sete virtudes ! – 16-01-2026

 

Das sete virtudes Cardeais e Teologais

A última a morrer é sempre a esperança

Perde-se a prudência, a justiça, a fortaleza,

A caridade-amor, fé, e a temperança.

 

A última a sucumbir é a tal da esperança

Nos últimos alentos... ela inda está presente.

É derradeira perspectiva que avança

Jamais, e nunca de nós está ausente.

 

Diz o ditado: quem espera, sempre alcança

Onde impera a esperança, desabrocha a flor,

Infindável... é a eterna temperança

O refúgio, e o sustento do amor!

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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Na imensidão do silêncio

Na imensidão do silêncio. – 16-01-2026

 

Na imensidão do silêncio.

Eu ouvi teu coração,

Era todo florêncio

E rogava compaixão,     

 

D’causa oculta preterida

P’la tua imaturidade.

Tua alma, arrependida

Face à tua fatuidade,

 

Vives hoje deprimida

Sem puder falar porquê...

Vives triste constrangida

E escondida no sopé.     

 

Teu coração igualmente

Longe da felicidade,

Escolheu a aparente,

Desprezou sublimidade.

 

Tudo na vida é assim

Se não há honestidade,

O amor é um jasmim

Prescinde da lealdade.

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

As vítimas da crueldade

 

As vítimas da crueldade  -  15-01-2026

 

De forma mal tratada e adjacente

Caminhava triste, e tristemente

Na cidade, pelas ruas insolentes,

Aos perigos e contratempos eminentes.

 

Não sentia proteção pelo Estado

A cada passo, poderia ser levado,

P’los bandos que dominam a cidade

Sendo sequestrado sem piedade,

 

Levado ao cativeiro, nas quebradas

Com horas de angústia, mal passadas,

Ameaças de morte e toda a sorte

De torpezas, exposto até à morte.

 

Fazem transferências de suas contas

Compras, empréstimos de grandes montas,

Perpetram atrocidades, truculências 

Num sem número de vis violências. 

 

Esta é a cidade que nem a aliança

No dedo pode usar, com esperança

De co’ela poder em casa retornar,

Igualmente, o pequeno celular.

 

A isto estamos diariamente expostos

Não adianta cobrir os nossos rostos,

Porque eles, estão nas motos em cada canto

Surpreendendo-nos no desencanto.

 

Sua jactância e bazófia é notória

No meio da rua sacam sua pretória,

Fazendo sua justiça publicamente

Sem receio, porque polícia ausente.   

 

São Paulo, 15/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 


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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Bailam ilusões !

Bailam ilusões !  -  12-01-2026

 

Bailam ilusões no pensamento

D’esperanças há muito mortas,

Por vezes sem fundamento

Que na expectativa comportas.

 

O sonho tem multicores

Voa pelo espaço infindo,     

O coração, vários amores,

Um bonito, outro mais lindo.

 

O teu ego não me assusta

Nem me dá medo ou aflição,

Tu, podes ser mais robustas

Mas tens fraca decisão !

 

São Paulo, 12/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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