Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

domingo, 2 de julho de 2017

No peito uma saudade


No peito uma saudade


Trago no peito uma saudade
Tão antiga. Hoje ela é vovô
Que mistério, esta verdade
Encerra num pranto só.

Não pode render-se à sorte
Deste passado cinzento,
Se perto está da morte
Está dentro do pensamento.

Que te importa esta saudade
Que punge meu coração
Se a tua felicidade
For a minha punição

Perdi nos braços do tempo
Mulher dos encantos meus,
Se pra ela, foi passatempo
Pra mim; não o foi, por Deus.

São Paulo, 01-07-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Sob o manto vil da hipocrisia

Sob o manto vil da hipocrisia


Sob o manto vil da hipocrisia
Poderá até parecer-vos heresia
Mas creiam, vão enganando a nação
E nós, os pobres, ficando ao rés do chão

Entre murmúrios, conluios e segredos 
Ofuscam o brilho dum povo sem medos
Lutador incansável e sem temor
Um povo que peleja, batalhador.

Pressinto quem sabe, mau êxito final
Suscetível de julgamento amoral
Onde campeiam a corrupção
Entre os conluios e a aviltação.

Enquanto o povo anda dependurado
Para pagar as contas do mercado
Consequentemente usa o cartão
Mas este, está estourado. Abjeção !

Enquanto milhões, são manipulados
Por aqueles que deveriam ser honrados
E probos na servidão remunerada
Bem Maior, por ser a da esplanada !

São Paulo, 28-06-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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domingo, 25 de junho de 2017

Acre a amargura

Acre a amargura


É acre a amargura da esperança vã
A alma, aos méritos teus se apequena
Quisera ser o teu principal galã
Mas em ´streita dor, tua voz me condena

Os dias passei sonhando acordado
Amor, ciúme, lágrimas derramadas
Com noites perdidas, de dor e pecado
Sem ti, acordo só de madrugada !

São Paulo, 25-06-2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Ana Moura

Ana Moura


Tu, tens o porte e a graça
Duma Fadista de raça
Um brilho que não se apaga
Numa voz, que nos afaga !

Conquistas milhares de fãs
Com teu porte de mulher,
Fadista por natureza
Que ama o Fado pra valer !

Se Amália foi a rainha
Tu, dela és a princesa,
Que um dia será rainha
Na sucessão da nobreza

Ana Moura, és a Fadista
Predestinada a tal fim,
Teu destino está na lista
O tempo dirá que sim.

Já li nos livros de história
Princesa virar rainha,
Que Deus, te dê a glória,
Do Fado, seres a rainha !

São Paulo, 17/05/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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terça-feira, 16 de maio de 2017

Parque de Água Branca

Parque de Água Branca


O Parque de Água Branca
Corolário da natureza,
É verdadeira alavanca
De reconforto e beleza.

Paraíso, verdadeiro
Pulmão de extrema grandeza,
Reconforto pioneiro
Que à fadiga, dá presteza.

Das mazelas e cansaço
Tu és, qual timoneiro,
Onde Deus, em meigo abraço
Protege, o Parque inteiro !

És testemunha secreta
De segredos e lembranças.
Dás inspiração ao poeta
Refazes suas esperanças,

Amado por todos nós
Desde idosos a crianças
Tu, nos encantas, e após,
Repletos de lembranças !

Saímos cheios de alegria
Do Parque que nos encantou.
- Iremos voltar outro dia,
Sua paz; nos conquistou !

São Paulo, 16/05/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Liberto, e preso à saudade

Liberto, e preso à saudade



Só, nesta louca aflição
Quase num desatino
Que é de ti, ó coração,
O pendor do meu destino.

Liberto e preso à saudade
Vivo. E penso que morri
Pois nessa sua maldade,
Já bastou o que sofri !

É passado que não volta
Foi um começo, sem fim
De ti, Só colhi revolta
Num tremendo frenesim

Que pôs a vida em pedaços
Devaneios, realidades
- São os velhos embaraços
Que me prendem às saudades.

Sinto um vazio na alma
Sinto-me só, sem ninguém
Na vida nada me acalma
O desânimo, me detém !

São 01/05/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Um contra-senso

Um contra-senso


Refletindo custa a crer
Que em Deus sejamos irmãos
A ciência salva os doentes,
Pra guerra, matar os sãos.

É, ou não, um contrassenso
Do ser humano animal,
Dentre seu labor imenso
Faz o bem, questiona o mal

A vida, assim nos condena
A salvar ou a matar
Pelejamos nesta arena
Até o mundo acabar !

É, ou não, um contrassenso
Dizer que somos irmãos          
A ciência cura os enfermos
Vem a guerra, mata os sãos

Por isso me custa a crer
Que sejamos todos irmãos,
Uns vêm pra padecer
Outros, cheios de afeição !

São Paulo, 19/04/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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