Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 11 de março de 2017

O nada sou eu !

O nada sou eu !      


Não tem quem console o meu coração
Minha alma está triste e pede perdão
Nas sombras da vida, o nada sou eu
O ontem foi hoje, o hoje morreu.

Talvez outro dia, ele seja o amanhã
E a essência da vida me alegre, louçã
A angústia que tive, o vento levou
Das mágoas que tive, nenhuma restou !

A dor que trespassou meu coração
Da paixão imortal, não se apaga
Hoje, cansado, beirando o caixão,

Desiludido da vida que me frustrou
Dum grande amor, deixo ao fio d’adaga,
O último suspiro, que em mim restou !

São Paulo, 10/03/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visitem meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com 
http://preludiodesonetos.blogspot.com 
http://criancaspoesias.blogspot.com 

Direitos autorais registrados 
Mantenha a autoria do poema

Nenhum comentário:

Postar um comentário