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Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 11 de junho de 2016

A raposa e o galinheiro (infantil)

A raposa e o galinheiro

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A  raposa e o galinheiro



Naquele bucólico lugar
Morava uma ladina raposa
E mal despontava o luar
Ia pegar a *penosa

O dono do galinheiro
Sofria duros ataques
Nem seu cachorro **alveiro
Evitava tantos saques

Assim, via dizimado
Dia a dia o galinheiro
Até que seu empregado
Resolveu por um paradeiro

Engendrou cobrir-se de plumas,
Pra ficar igual galinha
À noite esperou a chegada
Dessa tal de libertina,

Adentrar ao galinheiro
E fingindo-se galinha
Esperou, lá no poleiro
A pegadora de galinha

Quando ela ali entrou
Deu-lhe tremenda paulada
Que ganindo se queixou,
Ficou de perna quebrada

Desse dia em diante
Nunca mais ali voltou,
Dando paz ao sitiante
Que seu empregado ajudou !
                                       *galinha
                                                                              **de cor branca
São Paulo, 11/06/2016 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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