Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

sábado, 14 de novembro de 2015

Desarraigando o Amor ! (soneto)

Desarraigando o Amor !  (soneto)


Os júbilos e as alegrias do amor
Antepõem-se as lôbregas tristezas
Que brotam de palavra em desfavor,
Das iniciais mesuras... das gentilezas

No mesmo enleio dos laços de ternura
Tarde ou cedo, um dia se desvanecem
O que foi atrativo de beleza ou de ventura
Encantamentos... parece que desaparecem !

Fica delido o coração e menos seguro
Ao amor primeiro, que estava sentindo
É desarraigo da alma, penoso e duro,

E o que o amor dá, o mesmo amor o tira.
É a deusa das paixões, no ciúme  intervindo,
Difundindo no amor, toda a sua ira !

Poramgaba, 14/11/2015 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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