Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quarta-feira, 19 de novembro de 2014



Não o deixes Senhor perder a fé
Porque ela, é o fruto da quem crê
Não o deixes perder a esperança,
Porque ela, é o fruto da bonança.

Se cansado ou esmorecido, na fé
Sua escalada; encontra-se no sopé,
Não o deixes esmorecer, homem da Cruz
Consola e sustenta com Tua luz.

Ajuda-o na escalada da montanha,
Que, sua pequena fé, seja tamanha
Capaz de atingir o ápice, o apogeu
Que no duro percurso, leve ao céu !

A fé é a essência, o cerne da vida
Sem ela toda a esperança é perdida
A fé é o alicerce da fidelidade
Que leva a alma à eternidade !

Não limites a tua fé à mostarda
Deus a quer maior, na vanguarda
Capaz de mostrar ao mundo herege
Que a tua vida, em Deus se rege !

Deus não a quer que tua fé seja pigméia
Que tenha vibração d’enxame na colmeia
Capaz de fazer-se ouvir até por moucos
E os que não te ouçam, sejam poucos !
       
São Paulo, 19/11/2014 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia 



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A Fé   

Não deixes murchar a Fé 
Porque pode fenecer 
Deixando a alma à mercê, 
Certamente, irás sofrer 

Louva a Deus, no infinito 
No mundo da redenção 
Ora, serás bendito 
Terás paz no coração 

Se a Fé remove montanhas 
Removerá teu sofrer 
Extirpando das entranhas 
O que te faz padecer 

Ela, é a essência Divina 
É a luz do renascer 
A semente da doutrina, 
Não a deixes perecer 

Já na Sagrada Escritura 
Deus revela seu poder, 
De que a Fé configura 
Pro cristão o renascer 

A Fé alimenta a alma 
Fortalece o coração, 
É o remédio que acalma 
Sem nos deixar ilusão. 

É ela que dá esperança 
De uma vida melhor 
E, no fiel da balança 
Ele pesa com rigor ! 

Consulta teu coração 
Nos dias da tua vida 
Se a Fé é redenção 
Não a deixes esquecida 

É nos mistérios da vida 
Que concentramos a Fé 
Erudita ou distraída 
É coisa de quem a crê . 

É o lenitivo na dor, 
O consolo na desdita 
O amparo ao sofredor 
De Deus, a benção bendita ! 

Seria irracional 
A humanidade sem Fé 
Sendo a alma imortal 
Alimentar-se-ia do quê? 

O pão, alimenta a matéria 
A alma, da Fé e da razão 
O sangue, corre na artéria 
E a Fé, na devoção 

Porangaba, 03/10/2014 (data da criação) 
Armando A. C. Garcia – 
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