Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

domingo, 19 de janeiro de 2014

Como no mar !

Como no mar !


Vê que no mar, os rios desaparecem
Na água salgada, as doces desvanecem
Emudecendo o clamor retumbante
Do pequeno rio, ao mais gigante

E o clamoroso mar, não se levanta
Recebe toda essa água e a acalanta
No seio gigante de sua natureza,
E a superfície da terra, não despreza

A maré da crosta terrestre ele respeita
Sem invadir, como intérprete sagrado
Silencioso, ou mesmo agitado, aceita

As águas doces, límpidas, ou barrentas.
Se seu clamor se agiganta esborraçado
É para acalmar as inúmeras tormentas.

Porangaba, 19/01/2014
Armando A. C. Garcia 


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