Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

NATAL – coletânea de poesias de Natal



NATAL – coletânea de poesias de Natal








Natal - 2013
 Senhor!   


Eu O espero novamente neste Natal.
 
Neste Natal, oremos pela Paz
Que haja paz em todos corações
Que haja paz em todas as Nações
Neste Natal, oremos pela Paz.

A exaltação, os ânimos domina
Que seja aplacada, pelo amor
Que em vez do grito, seja a flor
O pendão a desfraldar, rotina.

O denso véu que cobre consciências
Dos nossos governantes. Desperta !
Pra que não hajam, mais divergências
E sim, realidade, pura e certa

Seja o progresso moral a meta.
Extirpa a ganância do vil metal
Que o amor, e a paz neste planeta
Sejam sempre o lema principal

Enche de brandura os corações
Sejam os irados benevolentes
Leva a eles a verdade e as razões
Pra que sejam mais condescendentes

Neste Natal, Senhor, esparge a paz
Em todos os lares deste planeta
Leva um pouco de ventura vivaz
Ao morador da casa, e ao da sarjeta

Aurora de paz, nas taperas sem pão
A chaga de pobreza é imoral
Senhor, desperta o rude coração
Daqueles que são a chaga Nacional !

São Paulo, 31/10/2013
Armando A. C. Garcia

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Natal é vida, paz e amor !                       1998


Que ao estourar a champanhe no ano vindouroResplandeçam eu coração luzes d’ouro

Tantas, quantas bolinhas fermentarem em tua taça
E que o brilho de cada luz ilumine e refaça

O sorriso de quem chora a mágoa no caminho,
Leves a mensagem de fé e de carinho
Como a estrela aos reis magos foi o guia
Enchendo aos pobres o coração de alegria!

Que ao ressurgir nova definição de vida
Recobres forças, dando amparo e guarida
Aos que necessitam das migalhas do teu pão
E do calor humano de teu nobre coração.

Que neste ano novo, ressurjas para a vida
Caminhando com Jesus na nova lida
Enchendo de amor, carinho, paz, harmonia
Consolando teu irmão aflito, estrela guia.

Serás o jardineiro da boa semeadura
A luz brilhante do Natal, clara mansa e pura
Aliviando da miséria, da dor e da amargura
Serás então tu, outra, não a mesma criatura !

Com os mais alvissareiros sucesso
Um Feliz Natal e Próspero Ano Novo.                        1999

Armando A. C. Garcia 
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Senhor,                                                                  1999
Eu O espero novamente neste Natal.

Natal, rompe-se o denso véu das consciências

Surge um mundo novo de ilusões e aparências

Encantos mil, fulgores de luzes em toda a parte
Cartas, presentes e lembranças de toda a arte.

O mundo inteiro respira num clima de euforia

Mas nem tudo tem o brilho que mostra a fantasia

Pois a multidão de desabrigados sem esperança
Perambula pelas ruas à margem da bonança!

Cede a eles Senhor! A humilde choupana onde nasceste
Que no Natal não tenham por abrigo o azul celeste
E sem o aconchego de um lar, afinal, possam repousar
Na palha da choupana que um dia foi teu lar!

Senhor ! Nesta terra onde há dois mil anos viveste
Falta como outrora o governo que elegeste
Falta amor e caridade, em contrapartida
Esbanja-se arrogância na gente mal nutrida

Senhor! A finalidade de nosso planeta
É o amor ao próximo, precípua universal
O progresso moral da humanidade é a meta
E a tarefa da sociedade em faze-lo, é vital.

Senhor! A chaga de pobreza milenar é imoral
Afinal a sociedade é rica, tem vil metal...
E a grande família de desabrigados
Não pode aguardar nas ruas o próximo Natal...

Senhor! Onde está afinal o governo que elegeste?
Esquecido das agruras do povo, onde nasceste
Com os grilhões da fome e da miséria em toda a parte
Mesmo entre um povo rico, generoso e farto.

Senhor! Justiça e renovação em cada coração.
Desencadeia neste futuro milênio compreensão
Para que o bolo seja repartido em proporção
Tanto na mesa do rico, quanto na do cidadão!

Senhor! Dai a todos a mesma oportunidade
Aos governos ideais de justiça e caridade
Para que governem não só com austeridade
Mas com o sentimento dividido de fraternidade

Senhor! Que o milagre do século futuro
Seja a paz e o progresso da sociedade
Que haja entre os homens compreensão
Para que enxerguem em cada um o seu irmão

Senhor!  A renovação universal de cada ser
Depende primordialmente da condição de vida
Do entendimento de cada um, da justiça social
E das idéias de progresso no Congresso Nacional

Por isso Senhor ! Fecunda em suas mentes
 Os ideais de Justiça de amor e renovação
Para que olhem este mundo de descrentes
E vejam em cada ser seu próprio irmão !

                                        Feliz 2.000
Armando A. C. Garcia
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NATAL - 2000

Senhor,                                                                 
Eu O espero novamente neste Natal.

Graças a Deus o clima festivo desta dia
Envolve a família cheia de alegria !
A cada ano este é o testemunho
Da confraternização do dia de Natal.

Mesa farta, velas e copos de cristal
No forno peru, pernil, iguarias sem igual
À noite as luzes piscando em toda a cidade
Refletem paz e perfeita irmandade.

Brilho festivo na maioria dos lares
Parentes e amigos de laços tutelares
Compartilham da festa natalina
Com Jesus, sendo lembrado em cada esquina.

Porém, o coração dos homens precisaria
Um Natal, em cada esquina, a cada dia
Para lembrar finalmente de seu irmão
Que passa fome, sem um pedaço de pão

Falta ao mundo rico fazer distribuição
Não querer abocanhar, do pobre o seu pão...
Dar-lhe oportunidade, fazê-lo irmão
Pagar com dignidade a cooperação !

Só assim em Natais futuros o brilho
Das luzes, caminhará no mesmo trilho
Incessante piscar interminável
Irradiando  paz, amor, felicidade estável.

Só assim, o homem de boa fé. Decano
Do amor, mensageiro da paz
Poderá levar harmonia a cada lar
Esperança e fé, renovada a cada ano .

Irmanando-se com o suor de seu irmão
Ao invés de dar-lhe uma migalha de pão
Dar-lhe-á a chance a oportunidade
Vez que o futuro será de igualdade

A humanidade tende ou tenderá
Compreender que a paz verdadeira, será
Uma filosofia de vida integrada
Numa sociedade mais humanizada.

Só então haverá, a verdadeira paz
Integrada no espírito da amizade
Haverá em cada lar dignidade
E em cada coração o amor se faz .

Este é o Natal que a humanidade aguarda
Enquanto não chega, deixamos na retaguarda
Bocas famintas, esperança de quem reza !...
Receber as migalhas que caem de nossa mesa.

SP - 05/11/2000              Armando A. C. Garcia
Feliz Natal -2000  e
Alvissareiros sucessos de Próspero Ano Novo - 2001

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NATAL - 2001
Senhor,                                                
Eu O espero novamente neste Natal.    
               
Costumeiramente, só tenho falado
Sobre o comportamento sócio nacional
Neste Natal, o tema é mundial,
Face à tragédia de um mundo abalado !

Em onze de setembro o mundo mudou
Sem mostrar a grã norma que obedece
E espantado do sonho; não acordou
Da flama da guerra... estertor que emudece

    Ódios concebidos no fundamentalismo
    Cuja fé afirma testificar sua verdade
    Numa adesão pessoal sem idealismo
    Que carrega no coração... ferocidade !

    Destruindo gente e prédios de valia
    Incógnito vandalismo perpetrado
    Sinais belicosos de ânimos que trazia
    Em sua vingança o mouro havia planejado

    Não dorme mais o povo, quieto, sossegado
    No solo afeganistão...  debaixo tudo treme
    Cuida o povo em defender o tresloucado
    Semi alvoroçado, o povo humilde o teme
                                                                             
A seu jugo e lei, ao singelo submete
O mouro apátrida esconde-se no subsolo
Sem brandir a espada atrocidades comete
Em nome de Deus, num anseio louco e tolo

Essa moura gente insufla à guerra santa
    Dando à morte na jihad os que engana
    O triunfo nos céus promete e suplanta
    Na profana religiosidade maometana

    Que o supremo Deus, o Deus onipotente
    Que fez o ar, o fogo, a água e o vento
    Mostre o caminho certo, o rumo diferente
    Para que o afegão veja luz no firmamento

    O sangue que se derrama de gente sua
    Convocados que são para a guerra santa
    Injusto mando, cobiça vaticina crua
    Gente empobrecida...que  o mundo espanta !

    Na pertinácia tenaz, vira escudo humano
    O preço é a vida que perde sem sentido
    Que paga sorridente o mouro insano
    Pensando na ventura do reino prometido
                       
O cérebro se fecha, o sangue se congela
    Ao duro golpe a que fora oferecido !
    Morre sorridente, o amor por Alá assela
    Na mostra clara e firme o destemido
                                                             
Por isso ao estridor do fogo inimigo
    O clamor da jihad no combate é morte
    Sua coragem é maior que o perigo
    Aventura sua vida à própria sorte

    Glória vã !  ufana, triste descomedida
    Onde a fé o condensa e o impede de ver
    Tolda sua mente, escurece sua vida
    Cala seu desejo ao direito de viver

    Mas o Deus que persegue em fúria insana
    É o Deus manso, dócil, misericordioso 
    É o Deus que serve ao crente, atende ao profano
    O Deus de amor, único, todo poderoso !

    Onde está a verdade, onde está a mentira
    Senão na consciência e no âmago de cada ser
    Na cadência harmônica de vida, sem ira
    No salutar congraçamento de viver.

Sendo o amor o lapidação da raça humana
    Em sua crisálida está a essência divina
    Que harmoniza e fecunda e não ufana
    E aperfeiçoa o progresso da doutrina

    Só nos salutares ensinamentos de Deus
    Um Deus de justiça de retidão e bondade
    O homem encontrará a si mesmo e aos seus
    Conhecerá então a vera felicidade !                                                           
    Em suma, se o Deus que os leva á guerra
    Sem discutir os fanatismos exagerados
    Se seus princípios são sagrados nesta terra
    Os do adversário, não o são, menos sagrados. 

    Sua crença difunde conceitos limitados
    Sem se submeter ao cadinho da reflexão
    Se o fizesse veria um só Deus, alado !
    O Deus de amor, da caridade e perdão

    Mediante tal entendimento a humanidade
    Chegará à crisálida do divino amor
    Filosofia de vida em sociedade
    Integrada, irmanada, sem rancor.

É que Deus é o mesmo para todos nós
    Há quem negue nele, fé e amor no coração
    Mas na hora do estertor, igual a nós
    Clama, suplica seu amor e compaixão.
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Com os mais alvissareiros sucessos
    Desejamos a nossos amigos
    Feliz Natal e Próspero Ano Novo.
                                           
                                    Feliz 2002
Armando A. C. Garcia
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NATAL – 2002

Senhor,
Eis-me aqui novamente neste Natal.          


Natal, noite de paz e de esperanças
Todos estendem a mão da caridade
Cobre-se o mundo de ternura e bondade
A alma obstinada, é tal... cândida criança

Exultam de alegria todas as igrejas
Estrelas fulgindo iluminam o caminho.
Não te julgues inútil se te sentes sozinho
Lembra-te de Jesus onde quer que estejas

As dores que redimes, amplidão divina
Grandeza que semeias, tesouro que encastelas
Fonte que fortalece a alma mais singela
Aurora de paz, na glória que ilumina

Noite em que a alma humana se aperfeiçoa
Esquecendo os pesadelos da jornada
Por mais densa que tenha sido a caminhada
De ternura o mundo se reveste e abençoa

Nasceu Jesus, o universo comemora
Da manjedoura surgiu a esperança
Muita gente recua, boa parte avança
Benção que alvorece, luz que resplendora
                                                 
O mundo se exalta, a vida se aprimora
As taperas sem pão, têm hoje comida,
O pranto de amargura, hoje tem guarida
Deus abençoa na luz da Eterna Aurora

A doce migalha, a quem chora nos caminhos,
Perfumará tuas aflições terrenas
E verás que duma doce dádiva apenas
Encontrarás a paz sem lágrimas e espinhos

Pensa e leva aos que choram no caminho
As migalhas que sobram do teu ninho
Estende a mão, verás não estar sozinho
Deus seguirá tuas pegadas no caminho

Com os mais alvissareiros sucessos
Desejamos a nossos amigos
Feliz Natal e Próspero Ano Nono.

Feliz 2.003
Armando A. C. Garcia
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NATAL   -    2003

Senhor ! Eis-me aqui novamente neste Natal.              


Questionei-me sobre o dia de Natal
E o porquê de assim não ser o ano inteiro
Paz, fraternidade amor verdadeiro
Espargido em âmbito mundial

Em minhas indagações não vi resposta
Nem encontrei razões de tal comportamento
Por isso dentro de mim eu só lamento
Que o ser humano não assuma esta proposta

Não esconda a consciência humana num só dia
O sentimento isolado de uma ação restrita
Ao pobre sem estrada que na favela habita
Qual mesura generosa, pequena cortesia

A caridade é como a cadência da tarde
Quando a noite caí no silêncio profundo
E nos píncaros ......o inconsciente mundo
Procura descobrir o âmago do cobarde

E num desespero mudo saciar o flagelo
Mitigando a fome, adormecendo a fúria
Nas taperas onde prolifera a penúria
E na prece o lívido mendigo faz apelo
                       
Buscando com o gesto acalmar seu ego
No donativo que se estende a um só dia
Como se ao temor Divino obedecia
Como mostra clara de certo desapego

Suas obras são apreço de pouca estima
O Rei mede o grande e o pequeno benefício
E a ninguém impõe donativo por ofício
Sem que o coração obediente lho imprima

                                    Parte 2
                       
A noite de Natal do Redentor
Simboliza paz, simboliza amor
Num envolvimento de ternura
Cobrindo o Universo de ventura

Cada lar, e em cada coração
Transborda repleto de emoção
O sentimento de amor Natalino
Mensagem da paz do Deus menino

E envolto em bondade e carinho 
Se enche o universo. E em cada ninho
Reina a paz e o amor impera
Seja em mansão, casa, ou tapera

Já é tempo em que toda criatura