Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Deixa...



Deixa...


Deixa eu tecer minhas ilusões
No tear de minhas fantasias
Pra que possa, depois aos guturões
Saborear tão sonhadas iguarias

Nem que percorra *absconso caminho
Da invasão de uma tristeza profunda
Deixa que meu tear urda cada espinho
Nem que a lança na caminhada rotunda

Corte minhas mãos a cada urdida
Deixa mesmo que sofra é meu sudário
É minha veleidade. Gosto d’vida

Neste acervo ávido de ilusões
Quando o físico nefando, refratário
Já se esconde do lume das paixões.

Porangaba, 25/10/2012
Armando A. C. Garcia
 
·        Escondido; oculto

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