Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

domingo, 8 de abril de 2012

Voz da Alma (Soneto)

Voz da Alma (Soneto)

Meu sonho, vaga inerte, sem motivo
Fico a pensar, se estou morto, se estou vivo
Esta dúvida do amor que me consome
Domina a minha alma e meu abdome

Minha razão, ao limite se inclina
Ao jugo do fogo ardente que domina
Todo meu ser, que fatiga meu sentido
Que na vida perdi, por não ter vivido

Na vida, tu, foste o amor que eu perdi
Lindos sonhos que em criança vivi
Murcharam, como as flores que perecem

E um a um, sem esperança caíram
Assim, meus sonhos em vão ruíram
E em violenta tempestade... obscurecem

Porangaba,04/04/2012
Armando A. C. Garcia

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