Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Serenidade (soneto)


Serenidade


No santo manto da serenidade
Não cedas ao vislumbre da ilusão
A fé e os milagres da eternidade
Residam sempre em teu coração

Serenidade é paz tranqüilidade
É compartilhar calmas emoções
A ternura, o carinho, a saudade
Palavras de afeto e amizade

Serenidade é viver, ser feliz
Apagar a volúpia que consome
Ser do amor um eterno aprendiz

Ser real como o tempo, a noite e o dia
É repartir o pão com quem tem fome
Esta, a serenidade que eu queria !

São Paulo, 17/09/2009
Armando A. C. Garcia

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