Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

VOLÁTIL QUIMERA (Soneto)

VOLÁTIL QUIMERA (Soneto)


Aprisionado pelas dores, pela amargura
Coração em desalinho e desventura
Minha alma esfacelada, já em pranto
Sem alento, carpia o desencanto

Tu surgiste em minha vida dando alento
Qual flor que desabrocha na primavera
A beira de um regato calmo e lento
Semente surgida de volátil quimera

E despontando, qual sol em minha vida
Em ti, me vejo feliz e esperançoso
Liberto da amargura desvalida

Em teus braços o acalanto querida
Que tanto afeto trouxe ao desditoso
Foi um lenitivo, à alma desiludida.

São Paulo, 29/07/2008
Armando A. C. Garcia

Site: www.usinadeletras.com.br 

Nenhum comentário:

Postar um comentário