Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

SORTILÉGIO (Soneto)

Sortilégio


Tento reunir forças e me dissipo
Parece que do mundo não mais participo
Em que inferno de *sortilégio me lancei
Que procuro encontrar-me e não me achei

Busco no turbilhão de meus sentidos
Algo que inocule e tanja meus ouvidos
Ando delirante sem ópio ou morfina
Mas parece que o mundo assim termina

Fecho os meus olhos e me aterrorizo
Vejo o inferno, no que fora paraíso
Qual droga vil, em volta da minha vida

Tira-me o alento, fico sem comida
A luz, não me ilumina, o ar, não atino
E o fogo devora, meu pobre intestino

São Paulo, 25/02/2010
Armando A. C. Garcia
                                        * bruxaria

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