Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O LUME DAS ESTRELAS (Soneto)

O Lume das Estrelas


Embora tenha algo, nada tenho,
Pois te não tendo, a vida é punição
É fingir que se vive pela opção
De esperar um dia tal empenho

O poema que escrevo, diz gostar de ti
Meu amor, é fogo que não se apaga
Em cada verso está ígnea cada lava
Num encanto tão perto, que é aqui

Nem o lume das estrelas tem mais brilho
Nem o clarão dos relâmpagos brilha mais
Que a lava ígnea que queima sem rastilho

No meu peito onde a febre queima mais,
Teu amor, que mortifica, é meu caudilho
E atormenta minhas noites infernais !

São Paulo, 01/03/2010
Armando A. C. Garcia

E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br
 

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