Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Moço ! (Soneto)

MOÇO ! 


Moço, vês aquele velhinho ali sentado
Esmolando as migalhas de quem passa
Já teve mais de mil obreiros registrado
E, perdeu tudo num jogo de trapaça

Pelas ruas vive agora de caridade
Sem teto, sem mulher, e sem ninguém
Sofrendo os *esgares da sociedade
Sem amparo fica só, nesse vaivém.

As coisas do passado, são no presente
O reflexo neste mundo de ironia
Repercutem nos caminhos, logo à frente

Parece um mundo de pura fantasia
Deixando a alma alegre descontente
No duro jeito que a todos comovia
                                 
* gestos de escárnio
São Paulo, 17/06/2008
Armando A. C. Garcia

E-mail: armandoacgarcia@superig.com.br


  



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