Bem vindo à Brisa da Poesia!

Espargindo fragrância nas mal dedilhadas letras, levo até vocês, uma amostra tecida no rude tear da minha poesia! Espero que o pensamento exteriorizado nos meus versos leve até vocês momentos de deleite e emoção!
Abraços poéticos, Armando A. C. Garcia
São Paulo, 06/08/2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Daquele amor, torres de saudade (Soneto)

Daquele amor, torres de saudade


Daquele amor, só resta o desencanto
Um ímpeto difuso, a sombra, o pranto
O esquecimento e, torres de saudade
Sobre sonhos de cristal da mocidade

Ânsias que se foram, rios para o mar
Velas que se içam, sem mar p’ra singrar
Asas que se alçaram, mas não voaram
Meu entusiasmo as musas quebraram

Sonhador de uma incerteza na vida
Todo aquele que se julga ser amado
Não fruirá desse encanto na descida

O carrossel de ternura é esquecida
E o *libré por outro logo é trocado
Por outro, sem temores d’arrependida

Porangaba, 24/02/2011
Armando A. C. Garcia

Sites: www.armandoacgarcia.blogspot.com  

* uniforme ; fig. aparência

Nenhum comentário:

Postar um comentário